Bangkok é uma cidade grande com seus 10 milhões habitantes é uma espécie de São Paulo com muito congestionamento e um trânsito caótico.

Sabendo disso, não queria perder muito tempo presa no trânsito, afinal tínhamos apenas 4 dias para percorrer essa cidade tão linda. De imediato já tratei de procurar fontes alternativas para nos locomover por lá sem perder tanto tempo.

O barco é, com certeza, a melhor alternativa de locomoção em Bangkok

Na cidade existe metro e trem rápido (skytrain) mas só contam com 3 linhas e não cobrem uma grande região da cidade. Então a alternativa mais legal que achamos foi o Chao Phraya Express Boat, ou seja, 5 linhas de barcos que percorrem para cima e para baixo o Rio Chao Phraya, principal rio da cidade.

Barco de bandeira azul (não confundir com a bandeira amarela do reino)

Achei ótimo! Poderíamos percorrer quase todos os principais pontos turísticos e templos sem perder muito tempo no trânsito e ainda com vistas lindas da cidade. Além disso, ainda procuramos um hotel na beira do rio, que além de ter uma vista linda, ainda tinha fácil acesso ao Pier Central.

Paradas dos barcos do Chao Phraya Express Boat (clique para ampliar)

O Chao Phraya Express Boat possui 4 linhas que custam THB 15,00 e 1 linha turística que custa THB 30,00. Qual a diferença? Praticamente nenhuma! O barco turístico, por ser mais caro, é freqüentado basicamente por turistas, um pouco mais organizado e com barcos mais novos.

Na estação para os barcos laranja e azul e o barco turístico (azul) parando

Apesar de não ver necessidade nenhuma em pegar o barco turístico (pegamos apenas 1 vez) acho bem válido para uma primeira exploração da cidade; isso por que existe (apenas nesse barco) um guia que mostra e explica a história de todos os pontos turísticos que se localizam na beira do rio, em inglês e tailândes. Achei bem legal mesmo principalmente para se ter uma primeira idéia da cidade e dos templos.

Templos na beira do rio

Os barcos são diferenciados pelas cores nas suas bandeiras que ficam no teto dos barcos (não confundir com a bandeira amarela com o símbolo do reino que também fica no teto do barco). Laranja, Amarelo, Verde e o sem bandeira alguma são os utilizados pela população local, sendo a diferença entre eles as quantidades de paradas e as estações; recomendo evitar o sem bandeira pelo simples fato de parar em absolutamente todas as paradas e com isso ser mais lotado. Os barcos com bandeira azul são os barcos turísticos e que param perto das principais atrações turísticas.

Lado esquerdo da estação os barcos se locomovem sentido estação central e lado direito, se afastam da estação central.

Estação Tha Tien e o Templo Wat Arun

Outro detalhe é que não é preciso comprar bilhete antecipadamente ou na estação central. Basta entrar no barco, chamar a funcionária que estará balançando um recipiente cheio de moedas, pagar, receber seu bilhete e prontinho.

Pagando o ticket

Para chegar em lugares mais longes e que não são atendidos pelos barcos use preferencialmente o trem rápido ou skytrain. Muito confortáveis, com ar condicionado e quase sempre vazios são perfeitos para irem ao moderníssimo bairro de Siam (lugar dos shoppings e arranha céus) e ao mercado de final de semana Chatuchak.

Linhas verde e amarelo são linhas skytrain, linha azul identifica o metrô (clique para ampliar)

A compra do bilhete é super rápida e fácil. Basta chegar nas máquinas automáticas com suas moedas (que podem ser trocadas em vários guichês pelas estações), selecionar a estação de destino e pagar o valor correto (cada estação tem um valor diferente dependendo da distância percorrida e é mostrada em um gráfico ao lado das máquinas).

Lado Esquerdo: Máquina para comprar ticket

Lado Direito: valores respectivas de cada estação (a partir da estação central)

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Só cuidado para não comprar para o destino errado, não há máquinas para devolver seu dinheiro caso tenha pago a mais (diferente do Japão onde você pode reaver seu dinheiro). No pier central há conexões entre os barcos e o skytrain e o metrô também.

Mesmo assim precisa andar de taxi? Cuidado! Além de enfrentar congestionamentos, há muitos relatos de estrangeiros que são enganados por taxistas. É muito comum mesmo. Taxistas que tentam te levar para outros lugares onde eles ganham comissão e até alguns relatos de roubo.

Fila de taxis coloridos na frente do Chatuchak Weekend Market

Se precisar usar taxi, peça para o seu hotel, restaurante, bar ou loja chamar algum de confiança. A maioria não fala inglês e não entende uma palavra, portanto é importantíssimo pedir para alguém explicar para onde você quer ir. Uma dica importante é andar para todos os lugares com os cartões que os hotéis distribuem do seu endereço com escritas em tailândes.

Pegar taxi no hotel é seguro por que eles controlam a placa e o nome do motorista; existem policiais nas portas dos hotéis que tomam contam disso; além de chamar aqueles que eles sentem confiança e costumam trabalhar freqüentemente. Enquanto estávamos lá vimos sempre os mesmos  taxistas no nosso hotel e é visível o controle que se tem.

Chegando em Bangkok

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• Nosso roteiro pela Tailândia

Dicas de Hospedagens pelo país

• Circulando em Bangkok

As ruas de pedras e as casinhas fofas e coloridas

Resolvemos passar a virada do ano essa vez em Angra dos Reis e aproveitamos para passar um dia na linda e fofa cidade de Paraty. Separada 90km de Angra, o caminho percorre uma parte da famosa Rio-Santos, de estrada boa que dura cerca de 1h 30 minutos.

Já tinha lido sobre a cidade e já imaginei que iria adorar mas na verdade amei. Um misto de cidade histórica e fotogênica, a boa é mesmo se perder pelas ruazinhas e se encantar com cada detalhe dessa cidade que ainda tem suas ruas de pedra (a chamada pé de moleque) e igrejinhas pitorescas espalhadas pela cidade.

Antigo correio, rua do comércio esquina com rua da cadeia

Portanto, deixe em casa aqueles seus sapatos de salto alto (impossível andar com eles nas ruas de pedra) e encare o bom e velho chinelo ou tênis e se perca pela cidade.

Detalhe das ruas de pedra

Não deixe de visitar a Igreja Matriz ( a única possível de conhecer o interior) e a praça que fica ali na frente. Aliás por ali tem vários barzinhos e até restaurantes com mesas no meio da rua do centro histórico bem gostosos para bater um papo. Vivem cheios!

Ali também é possível alugar charretes para dar uma volta pelo centrinho (cerca de R$ 30,00 / R$ 40,00 por pessoa) com um guia escutando as histórias de gente que vive por ali.

Igreja Matriz

 A pequena e escondida Igreja de Nossa Senhora do Rosário com sua vista mais bonita percorrendo a Rua Samuel Costa. Por ali também tem vários restaurantes e cafés gostosos.

Seguindo até o final da Rua da Capela encontre a Capela de Nossa Senhora da Dores. Situada na Rua Fresca, a linda capelinha branca construida em 1800 abre apenas em dia de casamentos e tem uma das mais lindas vistas para a Baia de Paraty.

Capelinha N. S. das Dores

Vista da Baia de Paraty da Rua Fresca

Um passeio em Paraty não estará completo sem conhecer o cartão postal da cidade: a Igreja de Santa Rita. Uma pena é que a igreja estava fechada para reformas (estava realmente em uma situação precária) e só pudemos conhecer por fora, o seu cemitério (onde estão enterrados diversos padres e freiras) e o prédio ao lado que hoje é uma Biblioteca, porém ainda tem resquícios da cadeia que ali funcionava.

Igreja de Santa Rita e o cemitério de gavetas ao lado

Ali, no Largo de Santa Rita, também tem uma vista bonita para a Baía porém é tão cheia de barcos e barqueiros e tanta gente que tira um pouco da magia que ainda se encontra lá na Rua Fresca.

Deu fome?? Paraty tem vários restaurantes deliciosos com vários tipos de comida brasileira e até mesmo internacional. Nós resolvemos provar o restaurante Banana da Terra que tem vista para a Igreja N. S. do Rosário. 

O restaurante situado numa casinha típica

O lugar impressiona desde a entrada com o cheirinho de canela, o ambiente com uma decoração de muito bom gosto, cardápio de dar água na boca. Tudo muito bom! Vale a pena conferir.

Não esqueça de deixar espaço para o café. Chegue na casa ao lado do restaurante no Café Pingado. Um cardápio de café de invejar, não deixe de provar o seu com uma balinha de cachaça da região.

As balinhas de cachaça

Depois do almoço, pausa para as compras. É nessa hora que a Rua do Comércio fica lotada de turistas comprando artesanato como as namoradeiras, roupas de rendas, guloseimas como a cocada, as famosas pimentas em garrafas e é lógico as cachaças artesanais que são a marca registrada da cidade. Não saia de lá sem a sua.

A rua do comércio lotada após o almoço

Muitas opções de cachaças artesanais da região

Há quem compare Paraty com a cidade uruguaia Colônia de Sacramento e realmente é impossível não fazer tal comparação. Mas se eu já tinha me apaixonado por Colônia, Paraty realmente me fisgou. Cada casinha e rua dá vontade de parar, e ficar fotografando cada cantinho.

Detalhes da cidade durante um passeio

As casinhas brancas com janelas coloridas, as ruas de pedra e as charretes passeando pela cidade dão a impressão de que você voltou ao tempo. Paraty  com certeza conquistou um lugar na minha listinha de cidades que ainda voltaremos.

Como não amar?

Para fechar o dia, quando estiver indo embora, dê uma esticadinha até o Forte Defensor Perpétuo, que fica logo após a Praia do Pontal.

Canhão do Forte

Apesar do forte não ter grandes atrações e nem ser tão conservado, a vista para a cidade com a Igreja Matriz em destaque e a vista para o mar com certeza vão valer a pena.

Vista da cidade de Paraty com a Igreja Matriz em destaque

Esse ano de 2011 foi especial para mim. Várias conquistas foram obtidas e muitas viagens para o currículos. Algumas que eu já desejava a muito tempo, como Caribe, Tailândia e Manaus.

Foram cerca de 5 viagens internacionais e 13 nacionais (isso sem contar as inúmeras idas para São Paulo a trabalho). Perdi a conta de quantos vôos, conexões e horas plantadas em aeroporto. 

Gostei demais de ter voltado para a China (país que fazia uns 2 ou 3 anos que não voltava), adorei passar o Festival de Inverno em Campos do Jordão e o ano novo em Floripa.

Manaus foi especial em vários aspectos, pude rever onde minha irmã nasceu, onde estudei e apresentar todos os pontos turísticos que a cidade tem a oferecer a meu marido e irmã, foi ótimo!

Pude ver shows que estava querendo a tempos como Red Hot Chili Peppers (que a última vez que vi fazia mais de 10 anos) e Amy Winehouse (que apesar de estar meio acabada, mostrou a voz incrível que tinha), e também revi a minha banda favorita: Aerosmith.

Enfim cada viagem cria lembranças que permanece em nossas memórias e transforma a gente de maneiras diferentes. Foi especial e espero que ano que vem seja ainda melhor não só para mim, mas como para todos que lêem esse blog. Feliz 2012!

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A Tailândia é famosa pela sua hospedagem barata. Sim é verdade existem hotéis de U$5,00, U$3,00, U$10,00; principalmente nas praias. Bangalos a beira do mar, com rede, por preços irrisórios é o que mais tem por lá.

Infelizmente sou fresca assumida para hotéis, não tem jeito, e esses hotéis geralmente são bem simples mesmos. Vimos vários durante nossa estada por lá e os quartos geralmente tem: uma rede e uma cama; o banheiro pode ser ou privativo ou, então coletivo. Tudo bem simples. Alguns nem ventilador não tem (acredite no calor infernal da Tailândia faz diferença).

Foi então que resolvemos que iríamos manter o nosso orçamento em hotéis e ver o que achávamos e me surpreendi!! Conseguimos hotéis muito legais alguns com preços abaixo do que geralmente usamos para viagens e com localizações (ao meu ver) perfeitas.

Em Bangkok li muito a respeito de trânsito caótico e muito congestionamento. E realmente, quando você sai do aeroporto já sente o drama na pele. A viagem parece interminável com um tal de anda, para, anda, para constante. Além disso, tem o drama de motoristas de Tuk Tuk e de taxi mal intencionados. É preciso cuidar muito por lá. O que mais se ouve é de histórias de assaltos e sequestros relâmpagos e de você pedir para ir para um lugar e te deixarem em outro. Então, quiz evitar e procurar um meio alternativo de nos locomover pela cidade e achei os barquinhos.

Vi que todos os principais templos e lugares que eu queria visitar estavam próximos ao Rio principal da cidade, o Chao Praya. Então, por que não tentar achar um hotel a beira do rio, além de evitar ao máximo os taxis e fugir do trânsito insuportável, ainda teria vistas lindas.

Achei vários, mas um me chamou a atenção e foi o que ficamos: o Chatrium Hotel Riverside.

Pegamos o quarto com vista para o rio que é enorme e foi perfeito. O atendimento é ótimo, a comida do restaurante é uma delícia, internet free nos quartos, e o quarto ainda conta com uma mini cozinha se precisar.

A localização é um pouquinho afastada (nada que atrapalhe) e eles tem barco próprio que deixa, durante o dia e a noite inteira, no pier central (que tem conexão com a estação central do metrô e do skytrain) e que leva cerca de 10 a 15 minutinhos.

Barquinho Transfer levando ao pier central

Achamos perfeito!! O concierge também é super prestativo e todos por ali te atendem muito bem.

E olha esse por do sol da nossa varanda do quarto… não é de morrer?

Pagamos em torno de THB 4.600 a diária com café incluso

Piscina do hotel com vista para o Rio Chao Praya

Em Koh Pha Ngan tinhamos o problema de locomoção. Aliás se locomover nas ilhas da Tailândia é um problema. Por que as estradas não são nada boas e sempre se ouve algum acidente de turista com a motinha alugada. Então queria algum hotel que tivesse uma cidade por perto, mas que fosse calma o suficiente (já que por lá o que mais se tem são festas durante toda a semana), afinal queríamos tranquilidade.

E acertamos em cheio com o SARIKANTANG. O hotel fica a 10 minutos a pé do centro de Haad Rin (a segunda principal vila da ilha) e a 15 minutos a pé da praia (sunrise beach) que tem a maior festa do país, a Full Moon Party. Mas ao mesmo tempo a praia do hotel (sunset beach) é um sossego só. Não se escuta nenhum barulho do agito, mas você ainda tem opções de restaurantes, lojinhas e se quiser agito escolher uma das festas que a ilha tem durante toda a semana.

Nossa cabana pé na areia sob o céu estrelado

Esse hotel tem diversos tipos de quartos diferentes, desde quartos na beira da piscina com borda infinita, quartos mais simples em cima do morro. Escolhemos um  dos apenas dois quartos na beira da areia da praia.

O nosso bangalo tinha cadeiras privativas para a praia e uma banheira com vista para o mar simplesmente de morrer. Era ótimo acordar e dormir com o som do mar e dos passarinhos.

Pagamos o equivalente a THB 2800 / diários com café da manhã incluso e internet wifi free.

Essa ilha sim foi o lugar mais caro de todos. Tanto para comer quanto para se hospedar. Na verdade até os passeios por lá são mais caros.

Escolhemos o hotel Phi Phi Village Resort. Apesar do hotel ser longe da vila de Tonsai não é nada exagerado são cerca de 15 minutos de long tail boat ou então uma caminhadinha de cerca de 30 minutos através de uma trilha. Não tentamos a trilha, mas de long tail boat é bem tranquilo.

Hotel visto de fora

Conseguimos almoçar todos os dias por lá, porém no jantar já era mais complicado e acabamos ficando no hotel mesmo.

Nosso bangalo em Koh Phi Phi

Na verdade para você ficar perto mesmo do agito, apenas escolhendo um hotel dentro da vila, por que todos os outros são longe e requerem ou uma boa caminhada ou então o long tail boat; já que por lá não tem estradas e nem carros para se locomover.

A comida do hotel é boa mas nada espetacular, o café da manhã (que está incluso na diária) tem uma variedade incrível de tudo, desde frutas, a pãe, bolachas, queijos, sucos. Hummmm….

Frutas de boas vindas

Os quartos são bangalos também dividido em quatro tipos: o superior, a deluxe, a beachfront e as villas.

A diferença entre a superior e a deluxe se resume apenas ao tamanho do quarto ser um pouco maior e um pouco mais perto do mar. A beachfront é igual a deluxe porém de frente para a praia e com banheira no quarto e as Villas são quartos enormes em cima de um morro com uma vista incrível para o mar e cada vila conta com uma piscina privativa. Até uma recepção separada existe para esses quartos.

O hotel ainda conta com uma piscina de borda infinita linda e enorme, 3 bares (sendo um molhado) e cerca de 4 restaurantes.

Detalhes do quarto: flores em todos os lugares

Um restaurante apenas para café da manhã, um restaurante que serve almoço a la carte e jantar em forma de buffet (apesar de ter o la carte também), outro de BBQ de frutos do mar (imperdível e o melhor do hotel na minha opinião, além de ser mais barato) e outro chiquérrimo que exige trajes mais formais e reserva antecipada.

Pegamos o quarto mais barato (superior) por cerca de THB 6.800 (com café da manhã) e já achei ótimo. O quarto tem um tamanho perfeito e uma cama deliciosa.

O único defeito é a mesquinharia de cobrar a internet. Apesar de eu não achar caro (era cerca de THB 60 por 30 minutos), a internet só pegava no lobby e recepção. Muito ruim em todos os aspectos.

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Nosso roteiro pela Tailândia

• Dicas de Hospedagens pelo país

Circulando por Bangkok

Geralmente quando viajo fico conectada o tempo todo, infelizmente não consigo desligar completamente da empresa, nem de casa e nem do blog, porém nessa última viajem estávamos em Koh Phi Phi na Tailândia e o sinal do celular mal pegava, a internet era de acesso complicado e o lugar era incrivelmente bonito, foi então que decidimos realmente nos dar férias de tudo! Trabalho, blog, emails, facebook, celular e twitter; simplesmente desligar e só relaxar verdadeiramente.

Para a minha surpresa ao voltar para o Brasil tinha sido convidada pela Anna do blog Nós no Mundo (@nosnomundo), pela Gardênia (@peripeciasflor) do blog As peripécias de uma flor e pela Adriane (@adricrlima) do Área de Jogos da Adri para uma blogagem coletiva sobre os posts mais mais do blog.

Pelo que vi a idéia surgiu da sempre interativa Claudia do Aprendiz de Viajante (@aprendizviajant) onde um blogueiro, depois de dividir os 7 links de uma relação criada por ela, convida mais 7 blogueiros para participar e assim por diante (leia sobre as regras aqui). É lógico que a idéia foi disseminada, procriada e adorada por todos, e com certeza o Carpe Diem não poderia ficar fora dessa, então segue a nossa listinha:

Como adoro fotografia logo imaginei posts com fotos lindas de lugares maravilhosos. Claro que já passamos por lugares lindos e super fotogênicos como os vinhedos da Nova Zelândia e de Mendoza ou cidades cosmopolitas como Tóquio e até mesmo o (sempre maravilhoso!) Rio de Janeiro.

Mas as Ilhas Fiji ganharam disparado na minha opinião. Se imagine em um mar onde para você olha tem um monte de ilhas paradisíacas com águas incríveis. Simplesmente um cenário de filme: Essas são as ilhas Fiji. Por isso ao meu ver o campeão de fotos lindas é o post As Ilhas de Fiji. Impossível não se apaixonar.

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Quando se viaja para um destino de praia a melhor forma para aproveitar ao máximo o local é saber quais as melhores praias do país e o que exatamente cada uma delas pode oferecer, assim é possível imaginar se a praia em questão é a mais adequada para o seu gosto e para o que se espera; acho que por isso o guia de praias de Barbados faz tanto sucesso por aqui: As Praias de Barbados – Parte I.

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Esse foi o tópico que mais me deixou em dúvidas, isso por que não acho que existe um tópico que gerou uma grande discussão ou polêmica aqui no blog (pelo menos não lembro de cabeça). É claro que sempre há posts em que as pessoas não concordam ou então geram muitas dúvidas, mas controvérsia mesmo acredito que não exista até o momento.

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Muitas pessoas chegaram no blog procurando justamente o que esse post oferece, uma forma alternativa (que não seja em rebanhos um passeio fechado de agência) para ver o Encontro das Águas em Manaus de pertinho. Nele eu explico aonde e como é possível fechar um passeio que não ocupe o dia inteiro sem necessidade, que custe mais barato e ainda proporcione um experiência mais autêntica e individual para ver o Encontro entre o Rio Negro e Solimões.

Confesso que os acessos que tenho no post Vale dos Vinhedos realmente me surpreendeu. Não que o post não mereça, muito pelo contrário, mas realmente não esperava que tantas pessoas fossem buscar informações sobre essa região da cidade de Bento Gonçalves (RS) tendo a vizinha tão visitada e famosa Gramado.

Uma surpresa boa, lógico, e que por muito tempo rendeu como o post mais acessado do blog e que ainda hoje está entre os primeiros.

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Conheço algumas cidades da China, muitas delas não são nem um pouco turísticas ou atrativas (vai por mim) outras mesmo sendo famosas entre os chineses e com paisagens belíssimas ainda não estão no roteiro turístico convencional (uma pena!), entre elas está a cidade que mais gosto do país: Uma cidade arborizada cheia de praças e um lago imenso e lindo com vistas para a cidade de tirar o fôlego: HangZhou. Acredito que justamente por não ser uma cidade turística para estrangeiros o post não recebeu tanta atenção quanto deveria.

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Tem vários posts que eu adoro de paixão, por motivos diferentes: ou por ter me divertido muito escrevendo o post e escolhendo as fotos, ou por que a viagem em si foi tão inesquecível que torna o post uma forma de reviver todos aqueles momentos, mas o post que mais tenho orgulho é um dos poucos que escrevi sobre a minha (mais que perfeita) lua de mel.

Uma road trip pela Itália com uma paradinha em Paris repleto de felicidade e muito amor. A viagem gerou um post do qual tenho maior orgulho de ter escrito, a cidade murada de Assis. Além de toda a história de um momento tão importante para o casal, ainda existe o fato de ter sido um dia muito especial para o então recente maridinho que é muito devoto de São Francisco de Assis, por isso foi indiscritível ver (e participar) de toda a emoção nos olhos e nas palavras (de exclamação!!) enquanto ele via os lugares por onde Assis passou, cresceu, começou sua história na Igreja, a cruz verdadeira e tão importante na história do santo e principalmente o lugar de seu descanso. Foi realmente emocionante.

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Como forma de espalhar a Blogagem Coletiva (que é sempre divertido de participar) vou convidar 7 blogueiros para escrever os seus #Meus7Links, claro que não é obrigatório mas a idéia é sempre a mesma, interagir:

• Raquel (@raquelbell): Pela Estrada Afora

• Carol (@travelforever): Travel Forever

• Edson (@phototravel360): Phototravel

• Pri (@inquietosblog): Inquietos

• Andrea (@werocktour): We Rock Tour

• Rapha (@aretakis): Rapha no Mundo

• Fe Costta (@viaggiomondo): Viaggio Mondo

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Então que acabei de riscar mais um destino da minha imensa Bucket List. Há anos tento ir para a Tailândia, mas por um motivo ou outro nunca dava certo.

Porém esse ano consegui uma super promoção voando pela Turkish Airlines que foi simplesmente imperdível e irrecusável; com as passagens compradas, vieram as chuvas fortes e enchentes que ocorreram pela cidade de Bangkok e me deixaram meio apavorada, mas como esperança nunca morre, e o maridão incentivando, resolvemos manter os planos e arriscar.

Claro que como boa louca por planejamentos já estava pensando em mil alternativas e cidades que poderíamos recorrer no caso de Bangkok não ter se recuperado. Mas para minha felicidade abri as notícias na manhã da nossa viagem e  li que tanto Bangkok quanto Ayutthaya (a minha maior preocupação) estavam quase que completamente livres da enchente. Ufa!!!

Alguns pontos de Bangkok ainda estavam alagados

E lá fomos nós… e que viagem!!! Foram 15 dias simplesmente perfeitos e inesquecíveis. Tanto que já fiz novos planos para o país e pretendemos voltar tão logo a gente consiga.

E então, nosso roteiro ficou igualzinho tinha programado durante todos esses meses:

Nossa primeira parada foi a linda Bangkok (A), a cidade dos mil templos. Todos lindos, com pedrinhas espelhadas cravejando todos os prédios do templo que, assim que o sol bate, brilham. Lindissímo! Não tem como entrar em um e não ficar de boca aberta.

Wat Arum em Bangkok

Logo em seguida fomos a antiga capital da Tailândia destruída por uma guerra com os birmaneses e hoje tombada pela Unesco. Não tem nada que descreva Ayutthaya (B), só mesmo indo e conhecendo… as ruínas, os budas sem cabeça, a história. Um dia inteiro passa voando.

O único templo em Ayutthaya ainda alagado

Outro passeio de um dia foi a Damnoen Saduak (C) onde fica o mais famoso mercado flutuante, que apesar de ainda usado pelos locais já está dominado por bugigangas para turistas, e onde também fizemos o passeio inesquecível de elefante.

De lá (como bons ratos de praia) seguimos para as ilhas ao sul da Tailândia. E, além disso, queríamos descobrir e desvendar as duas costas do país; o mar de Andaman, onde fica Phuket e Koh Phi Phi, mas também o Golfo da Tailândia (Koh Samui e Koh Phangan).

Koh Samui vista do avião

Como essa era a grande viagem do ano em comemoração aos nossos 3 anos de casados, queríamos algo mais romântico e mais recluso, foi então que decidimos que nos concentraríamos em ilhas menores e fugiríamos das povoadas e sempre procuradas: Koh Samui e Phuket ou Krabi. É claro que existem ilhas menores ainda e talvez muito mais românticas, porém também queríamos um mínimo de infra estrutura, foi então que decidimos por Koh Phangan e Koh Phi Phi.

Koh Phangan (D) é conhecida mundialmente pela famosa festa Full Moon Party que acontece todos os meses durante a lua cheia. Ai vem a pergunta: “Mas vocês não queriam sossego?” Sim.. e foi exatamente o que achamos no hotel onde ficamos. Ele fica longe o suficiente da muvuca (super sossegado e silencioso), mas com todo o conforto que queríamos e procurávamos, e ainda com praias paradisíacas. E a possibilidade de passar o dia em Koh Nang Yuan (E)

Koh Phi Phi (F) é famosa e muito procurada, mas a maioria visita a ilha com um roteiro de 1 dia saindo da famosa Phuket. Koh Phi Phi é, na verdade, um arquipelago formado por algumas ilhas e uma mais linda que a outra, com suas águas cor esmeralda e seu mar lotado de peixes. Simplesmente um sonho de ilha… ficamos todos os dias pulando de ilha em ilha, fazendo snorkel e simplesmente estirados ao sol.

Maya Beach em Phi Phi

Não é a toa que a Tailândia é a terra do sorriso, as pessoas estão sempre felizes, sorrindo, não importa se estão com a sua cidade ou casa alagada, o sorriso não sai do rosto das pessoas. Dias repletos de templos de tirar o fôlego, massagens tailandesas, praias paradisíacas e pessoas simpáticas… hum… já estou com saudades.

E as enchentes? Bom… que enchente?

Vai uma Singha? Ou Chang?

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P.S.: Sawasdee – kaa é um comprimento thai, em todo lugar que se entra a saudação é sempre a mesma.

• P.S. 2: Observe o procedimento de entrada do país nesse post. Economize tempo na imigração!

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• Nosso roteiro pela Tailândia

Dicas de Hospedagens pelo país

Circulando por Bangkok

Visitar o Parque Aconcágua era um dos passeios que eu mais esperava de toda a viagem.

Combinamos com o Ariel para nos buscar de manhã bem cedo e foi aí que veio a má notícia: Naquele dia a previsão para os Andes era de frio, muito frio (apesar de na cidade estar fazendo um dos dias mais quentes que pegamos por lá: 26˚C) e que, provavelmente, não poderíamos nem entrar no Parque do Aconcágua e que o mesmo, provavelmente, estaria coberto e não seria possível vê-lo, a notícia boa é que nevaria.

Entrando na Ruta 7

Então chegou a dúvida cruel: Ou esperaríamos o dia seguinte (cuja previsão era mais amena e a visibilidade do Aconcágua era maior) ou seguiríamos naquele dia mesmo e pegaríamos a última nevasca do ano em plena Cordilhera dos Andes.

Como eu nunca tinha visto neve na vida… não tivemos dúvida: Seguiríamos naquele dia mesmo e veríamos o que nos aguardava.
 Saímos as 8:30 de uma manhã linda e pegamos a Ruta 7 com destino a magnífica Cordilhera dos Andes. Não preciso nem dizer que a paisagem durante todo o passeio é demais né!?

A primeira parada foi logo na saída da cidade, no lindo lago artificial de Potrerillos. O lago é imenso com uma cor azul intenso quase inacreditável e, no verão, tem várias possibilidades de esportes aquáticos pelo Rio Mendoza. A vista é incrível e é possível ver os resquícios da antiga Ruta 7  e o antigo trilho do trem Transandino que passava, literalmente, por dentro da Cadeia Montanhosa dos Andes e seguia até o Chile. A viagem devia ser espetacular com vistas de tirar o fôlego. Estão até com um projeto de ativá-la novamente. Seria fantástico!

Lago Artificial de Potrerillos

Entrando na pré-cordilheira o visual vai ficando cada vez mais bonito, cada curva é um espetáculo de paisagem, com estrada cortando montanhas, alguns vulcões adormecidos, montanhas formadas por areias coloridas por causa dos minérios que eles contém, picos nevados e uma série de ruínas incas (uma pena que estão totalmente mal conservados e com pouquíssima sinalização), o vento também aumenta consideravelmente. Aliás um casaco é imprescindível nesse passeio, e se for no inverno vá preparado. No dia em que fizemos o passeio saímos de 26˚C em Mendoza para enfretarmos  0˚C no Parque Aconcágua.

Nova Ruta 7 a esquerda, Rio Mendoza no centro e a direita o trilho do antigo transandino

Incrível!

Devagar os picos nevados começam a aparecer

A segunda parada foi em Uspallata, um dos maiores vilarejos da região que ficou famoso por hospedar Brad Pitt nas gravações do filme Sete Anos no Tibet que ocorreu por ali. O vilarejo não tem nada de interessante ou bonito, mas é uma ótima parada para alugar equipamentos mais baratos de ski, ou então, almoçar ou fazer um lanchinho durante o passeio.

Dali fomos direto para a entrada do Parque Provincial do Aconcágua, ali o frio já estava intenso (cerca de 0˚C) e a neve começando a cair timidamente. Mas foi lindo ver aquelas montanhas todas com neve fresquinha.

Infelizmente a previsão estava certa e não conseguimos nem entrar no parque e nem avistar o Aconcágua propriamente dito, mas a paisagem não ficou menos interessante ou menos bonita por isso. Em uma palavra apenas conseguimos descrever o que vimos: LINDO!

Como fomos no inverno, apesar de ser final da estação, ainda estava nevando e não conseguimos seguir viajem, várias barreiras policiais alertavam que a fronteira com o Chile estava devidamente fechada por causa da neve. Portanto nem tentamos.

Na volta paramos em Puente del Inca, um vilarejo minúsculo incrustado nas montanhas e com uma ponte natural formada por minerais em cima do Rio Cuevas (um dos braços do Rio Mendoza). Aliás, ali existia um hotel chiquérrimo de inverno (eu bem que queria muito ter visitado nessa época por que deveria ser uma delícia) que tinha perto do rio e conectado por um túnel subterrâneo a um spa de águas sulfurosas e que foi desativado por causa de deslizamentos. Dali restou apenas a ruína do spa, a ponte natural e a igrejinha (uma graça!) do hotel.

A ponte natural e abaixo o Spa do hotel

Uma igrejinha perdida nos Andes

Em frente, o prédio do que foi a última estação da Transandina na Argentina, em volta uma série de albergues para os alpinistas do Aconcágua e várias barraquinhas vendendo produtos e artesanato da região.

Estação de trem

Artesanato local

O frio aumentava e a neve também, então decidimos que a nossa última parada seria na estação de ski Los Penitentes. A maior estação de ski por ali, apesar de existir pelo menos mais umas 2 ou 3 menores, onde o aluguel de ski é bem mais barato. Mas a estrutura de Los Penintentes não se compara: hotéis, restaurantes, instrutores para todos os lados…

Estação de Ski Los Penitentes

Pelo caminho, ainda é possível ver vários vilarejos pequenos, o cemitério de alpinistas, algumas ruínas incas, e instalações militares.

Cemitério dos alpinistas e atrás resquícios da antiga ferrovia

O dia foi incrível e terminamos com apenas uma certeza: Mendoza merece ser visitada em duas épocas diferentes do ano, uma no verão e definitivamente uma no inverno. A imagem de ver os Andes e todo o Parque Pronvicial branquinhos, forrados de neve e pegar a última (e, no meu caso, primeira) nevasca do ano no meio dos Andes foi inesquecível e especial. Porém a travessia até o Chile e conseguir entrar no Parque e avistar o Aconcágua devem ser incríveis também.

Nevando em Los Penitentes…

A Região do Vale de Uco é simplesmente a mais bonita de toda Mendoza. Por ser a mais alta e mais perto da Cordilheira, tem vistas lindas e (dizem…) um dos vinhos mais gostosos (justamente por causa da alta altitude). 

Entretanto ela é a mais distante de Mendoza, cerca de 1 hr, a estrada passa pelo Vulcão Tupungato (pegamos ele coberto de neve, lindo!) e pela cidadezinha pitoresca de mesmo nome. 

No caminho…

A cidadezinha é cheia de praçinhas, bem arborizada e florida, cheia de casinhas lindinhas, sem falar nas ruas limpíssimas… uma graça!!!

A – Chegando na cidade de Tupungato; B – Cidadezinha de mesmo nome

C – A vista e os vinhedos do Vale de Uco; D – Vulcão Tupungato

Essa bodega é realmente pequena, nem os vinhedos ficam na mesma propriedade e a parte de engarrafamento dos vinhos também é terceirizada; mas essa foi uma das visitas que mais gostei. Por que? Simplesmente por ser pequena e bem familiar.

Assim que chegamos fomos apresentados a enóloga da bodega que nos explicou TODO o procedimento de fabricação dos vinhos e pudemos provar vinhos nas diferentes etapas de sua fabricação, algo completamente diferente de todas as visitas que fizemos.

Olha a vista… lindo!!!

Provamos vinhos dos tanques de aço inox que ainda não terminaram o seu processo de fermentação, e por isso são extremamente ácidos, provamos vinho diretamente das barricas de carvalho francesas, que permitem um ótimo paladar, e finalmente, depois de pronto e engarrafado. A parte mais legal de todas as visitas com certeza.

Provando vinho direto do tanque em aço inox….

… e depois direto da barrica de carvalho! 

UAU!!! Foi esse a primeira palavra que falamos quando entramos nessa bodega. A propriedade é simplesmente lindíssima, a mais bonita que estivemos sem dúvida alguma. Com vinhedos a perder de vista e um visual dos Andes de tirar o fôlego de qualquer um. Aproveite para chegar antes do horário da visita para poder tirar inúmeras fotos.

A visita também foi legal apesar de não ser privada como algumas que fizemos em outras bodegas, conhecemos todo o prédio que é lindamente decorado e novamente nos explicaram a fabricação. Na degustação, existem 5 tipos diferentes.

Mas o mais legal mesmo foi relaxar na varanda da bodega tomando um vinho, namorando e aproveitando a vista dos vinhedos e dos Andes.

Relaxando…

Lá tem um restaurante bem legal para aproveitar e fazer uma harmonização durante o almoço. O restaurante conta com poucas mesas (por isso a importância de reservar), um local super aconchegante e a mesma linda vista da varanda. Infelizmente não ficamos para o almoço por que já tínhamos outra reserva, mas ficamos com água na boca. 

Restaurante e sua cozinha aberta

Vista do restaurante

Da Andeluna voltamos para Lujan de Cuyo, não para visitar uma bodega mas sim para visitar um dos hóteis mais exclusivos e mais bonitos de Mendoza: Cavas Wine Lodge. 

Na entrada já fomos recebidos com uma taça de vinho e encaminhados para a nossa mesa que fica em um lindo terraço com uma vista maravilhosa e privilegiada da Cordilheira. 

Olha que maravilhoso esse terraço do restaurante

O serviço é impecável, todos muito cordiais, a comida deliciosa, o local lindo, e a carta de vinho contém os melhores vinhos da cidade. Vale muito a pena conhecer e se deliciar com o almoço.

Vista da piscina e de um dos quartos

Não preciso dizer que o almoço durou até umas 16:00 da tarde né?! Na volta… um descanso merecido para aproveitar a noite e dar uma voltinha na cidade.

Vista do hotel

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Contratando Remis

• Escolhendo as bodegas

Bodegas de Lujan de Cuyo

Bodegas de Vale de Uco

Como disse no post anterior, a melhor forma de se explorar Mendoza é escolher vinícolas da mesma região (as 3 principais são: Lujan de Cuyo, Maipu e Valle de Uco) para um dia. Isso por que as regiões são distantes entre si e podem demandar muito tempo gasto em deslocamento.

Lujan de Cuyo

Sendo assim, para o nosso primeiro passeio nos vinhedos escolhemos a região mais conhecida e visitada por lá: Lujan de Cuyo. Escolhemos 3: Catena Zapata por ser o vinho favorito aqui de casa, Pulenta pela propaganda feito pelo mestre Riq Freire e também pelo nosso remis Ariel e a Chandon por que eu particularmente adoro um espumante e queria ter uma perspectiva diferente (já que muitas das bodegas da cidade não produzem espumante ou não dão ênfase ao espumante nas suas visitas).

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Chegando na bodega Catena Zapata

Meu marido adora os vinhos da Catena e estava louco para conhecer a bodega. Ao chegar você já se depara com uma plantação infinita de uvas. Realmente de cair o queixo, ao chegar mais perto vem a estrutura em forma de pirâmide; algo impressionante.

A bodega

A infinita plantação de uvas na frente da bodega

Porém, a visita em si não me agradou muito não. O grupo formado era grande, e passeamos pela estrutura básica da bodega, sem ter muitas informações acerca da produção e nem mesmo chegando perto dos tanques de produção. O ponto alto da visita é realmente a vista dos Andes e dos vinhedos do topo da pirâmide, essa sim vale a pena cada centavo da visita.

Barricas de carvalho da Catena

Vista do tomo da pirâmide

Ao final fizemos uma degustação privada com os vinhos mais tops da bodega, incluindo até um Nicolas Catena Zapata, um vinho extremamente selecionado (mérito esse do nosso super remis Ariel, pois esse vinho não está disponível em nenhuma degustação oferecida). Este vinho  tem uma produção limitadíssima de garrafas,  ficam por 24 meses em barricas de carvalho francesas antes de serem engarrafadas, permitindo um paladar maravilhoso.

Uma sala cheia de garrafas do vinho Nicolas

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Pulenta

Logo após fomos até a Pulenta, aí já começei a gostar mais das visitas. Éramos apenas nós dois, recebidos com uma taça de vinho branco da adega para degustar durante a visita particular.

Os vinhedos da Pulenta

Nos mostraram todos os tanques que no caso, são de concreto, e inclusive uma sala de degustação lindíssima em meio as barricas de carvalho. Conhecemos o diferencial de podas de cada tipo de vinho e da forma como cada uva é processada (há diferença entre vinhos brancos e tintos). Foi um espetáculo. Esse vinhedo é 100% vertical com cepas selecionadíssimas e de excelente qualidade.

As barricas de carvalho francês

A melhor parte: a degustação

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Chegando na Chandon

Para o almoço escolhemos a harmonização da Chandon. Aqui ressalto ainda mais a importância de reservar com antecedência, isso por que no restaurante tem, ao todo, no máximo 6 mesas disponíveis e corre o risco de não ser atendido. 

Para a degustação você ainda tem duas opções ou o menu com três pratos (entrada, prato principal e sobremesa) ou então um menu com 6 pratos diferentes; todos harmonizados com espumantes da casa. Como achamos um exagero o de 6 pratos, escolhemos o de 3 passos e foi perfeito.

O prato principal

Se a fome não estiver tão grande (os pratos são super bem servidos), vale a pena simplesmente pedir um petisco e tomar um espumante no lindo jardim da bodega, nada mais romântico.

Me encantei por esse jardim

Após o almoço fizemos o tour pela linda propriedade da Chandon. Assistimos a um filminho sobre o início da Chandon na França, conhecemos as cavas e todo o precesso de fabricação e fermentação do espumante. O interessante é que essa visita mostra como a fabricação do espumante é completamente diferente de um vinho tinto ou branco. Saimos apaixonados pela bodega Chandon e carregando mais umas 3 garrafas com a gente.

Iniciando a visita

As cavas e as leveduras na boca da garrafa

No final do passeio já estávamos tão cansados e tínhamos bebidos tanto que resolvemos relaxar no hotel e aproveitar o lindo por do sol sob os Andes na sacada do nosso quarto. O desfecho perfeito para um dia maravilhoso!

Por do sol nos Andes

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• Bodegas de Lujan de Cuyo

 Bodegas de Vale de Uco

Mendoza tem cerca de 1.200 bodegas instaladas, com mais ou menos 70 abertas a visitação. Escolher qual visitar é realmente um trabalho duro. Tem desde as bodegas super modernas com tanques e mais tanques em aço inox e instalações futurísticas, até bodegas familiares, bem pequeninas que terceirizam todo processo de engarrafamento de seus vinhos.

Uma das desgustações

O legal é visitar tanto as grandes quanto as pequenas e sentir as diferenças. Quanto menor e menos famosa a bodega, mais personalizada será a sua visita e degustação.

La Azul – vinícola familiar bem pequena

Além disso, a grande Mendoza é dividida em três regiões produtoras de vinhos:  Lujan de Cuyo (945 m acima do mar), Maipu (790 m) e Valle de Uco (a mais alta de todas com 1.200 m acima do mar). A paisagem muda drasticamente de uma para outra, sendo que a imperdível mesmo é o Valle de Uco (apesar de ser mais longe do centro), uma região com paisagens e vistas incríveis dos Andes e o vulcão Tupungato e a menos interessante (na minha opinião) é Maipu.

Vulcão Tupungato e os pomares no Valle de Uco

A mais conhecida e procurada é a região de Lujan de Cuyo, que tem as bodegas mais famosas da cidade. Porém, é muito interessante visitar bodegas das outras regiões por que, além de ter vistas lindas, conhecerá as diferenças entre os vinhos e uvas que são produzidos em cada uma delas. 

Lujan de Cuyo

Todas as bodegas possuem uma degustação no final da visita que pode ser paga a parte ou não, dependendo se a visita é cobrada ou não, ou se você adquirir algum produto na lojinha. 

Algumas possuem, ainda, um menu de degustação em que você pode escolher quais os vinhos irá experimentar. Mas o impossível mesmo é sair de lá e não estar carregado de vinhos. Cada vinícola que você visita, acaba levando 2 a 3 vinhos. 

Valle de Uco e seus vinhedos

Em viagens eu sempre carrego os vinhos que compramos dentro das malas de roupas mesmo, protejo bem cada garrafa uma da outra e despacho. Felizmente nunca tive problemas de quebras. Porém, dessa vez a quantidade de vinho foi tão grande que ficou impossível proteger bem as garrafas, então nosso remis Ariel sugeriu as caixas específicas para carregar vinhos. E foi uma ótima opção!

As grandes vinícolas tem sempre essas caixas para vender, podem ser individuais, de madeira, para 6 ou 12 vinhos protegidas por isopor; porém, o valor por lá é sempre mais caro. Foi então que o Ariel nos levou até uma loja (Wine Tours) no centro da cidade e pagamos cerca de ARS 90,00.

Como chegou a nossa caixa cheia de vinhos

Como compramos cerca de 9 garrafas, coloquei 3 nas malas e comprei a caixa para 6 e foi ótimo!! Os vinhos chegaram em perfeitas condições.

Para escolher as bodegas que mais lhe interessa é bem importante pesquisar bastante. Procurei em diversos relatos em blogs e no ótimo Guia Vines of Argentina (também tem opções de restaurantes e hoteis tanto no centro quanto rural) esse retirado do site do Riq Freire. Além das 5 folhas que o Ariel nos passou descrevendo cada uma das bodegas.

Vinícola Andeluna

Aos poucos vou descrevendo por região tanto as bodegas quanto os almoços que tivemos por lá; mas já adianto que foram todas visitas ótimas, sem falar nos almoços harmonizados que são super requisitados por lá (confesso que achei as harmonizações um exagero e acabamos fazendo só uma mesmo).

Harmonização na Chandon

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