Bangkok é uma cidade grande com seus 10 milhões habitantes é uma espécie de São Paulo com muito congestionamento e um trânsito caótico.
Sabendo disso, não queria perder muito tempo presa no trânsito, afinal tínhamos apenas 4 dias para percorrer essa cidade tão linda. De imediato já tratei de procurar fontes alternativas para nos locomover por lá sem perder tanto tempo.
O barco é, com certeza, a melhor alternativa de locomoção em Bangkok
Na cidade existe metro e trem rápido (skytrain) mas só contam com 3 linhas e não cobrem uma grande região da cidade. Então a alternativa mais legal que achamos foi o Chao Phraya Express Boat, ou seja, 5 linhas de barcos que percorrem para cima e para baixo o Rio Chao Phraya, principal rio da cidade.
Barco de bandeira azul (não confundir com a bandeira amarela do reino)
Achei ótimo! Poderíamos percorrer quase todos os principais pontos turísticos e templos sem perder muito tempo no trânsito e ainda com vistas lindas da cidade. Além disso, ainda procuramos um hotel na beira do rio, que além de ter uma vista linda, ainda tinha fácil acesso ao Pier Central.
Paradas dos barcos do Chao Phraya Express Boat (clique para ampliar)
O Chao Phraya Express Boat possui 4 linhas que custam THB 15,00 e 1 linha turística que custa THB 30,00. Qual a diferença? Praticamente nenhuma! O barco turístico, por ser mais caro, é freqüentado basicamente por turistas, um pouco mais organizado e com barcos mais novos.
Na estação para os barcos laranja e azul e o barco turístico (azul) parando
Apesar de não ver necessidade nenhuma em pegar o barco turístico (pegamos apenas 1 vez) acho bem válido para uma primeira exploração da cidade; isso por que existe (apenas nesse barco) um guia que mostra e explica a história de todos os pontos turísticos que se localizam na beira do rio, em inglês e tailândes. Achei bem legal mesmo principalmente para se ter uma primeira idéia da cidade e dos templos.
Templos na beira do rio

Os barcos são diferenciados pelas cores nas suas bandeiras que ficam no teto dos barcos (não confundir com a bandeira amarela com o símbolo do reino que também fica no teto do barco). Laranja, Amarelo, Verde e o sem bandeira alguma são os utilizados pela população local, sendo a diferença entre eles as quantidades de paradas e as estações; recomendo evitar o sem bandeira pelo simples fato de parar em absolutamente todas as paradas e com isso ser mais lotado. Os barcos com bandeira azul são os barcos turísticos e que param perto das principais atrações turísticas.
Lado esquerdo da estação os barcos se locomovem sentido estação central e lado direito, se afastam da estação central.
Estação Tha Tien e o Templo Wat Arun
Outro detalhe é que não é preciso comprar bilhete antecipadamente ou na estação central. Basta entrar no barco, chamar a funcionária que estará balançando um recipiente cheio de moedas, pagar, receber seu bilhete e prontinho.
Pagando o ticket
Para chegar em lugares mais longes e que não são atendidos pelos barcos use preferencialmente o trem rápido ou skytrain. Muito confortáveis, com ar condicionado e quase sempre vazios são perfeitos para irem ao moderníssimo bairro de Siam (lugar dos shoppings e arranha céus) e ao mercado de final de semana Chatuchak.
Linhas verde e amarelo são linhas skytrain, linha azul identifica o metrô (clique para ampliar)
A compra do bilhete é super rápida e fácil. Basta chegar nas máquinas automáticas com suas moedas (que podem ser trocadas em vários guichês pelas estações), selecionar a estação de destino e pagar o valor correto (cada estação tem um valor diferente dependendo da distância percorrida e é mostrada em um gráfico ao lado das máquinas).
Lado Esquerdo: Máquina para comprar ticket
Lado Direito: valores respectivas de cada estação (a partir da estação central)
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Só cuidado para não comprar para o destino errado, não há máquinas para devolver seu dinheiro caso tenha pago a mais (diferente do Japão onde você pode reaver seu dinheiro). No pier central há conexões entre os barcos e o skytrain e o metrô também.
Mesmo assim precisa andar de taxi? Cuidado! Além de enfrentar congestionamentos, há muitos relatos de estrangeiros que são enganados por taxistas. É muito comum mesmo. Taxistas que tentam te levar para outros lugares onde eles ganham comissão e até alguns relatos de roubo.
Fila de taxis coloridos na frente do Chatuchak Weekend Market
Se precisar usar taxi, peça para o seu hotel, restaurante, bar ou loja chamar algum de confiança. A maioria não fala inglês e não entende uma palavra, portanto é importantíssimo pedir para alguém explicar para onde você quer ir. Uma dica importante é andar para todos os lugares com os cartões que os hotéis distribuem do seu endereço com escritas em tailândes.
Pegar taxi no hotel é seguro por que eles controlam a placa e o nome do motorista; existem policiais nas portas dos hotéis que tomam contam disso; além de chamar aqueles que eles sentem confiança e costumam trabalhar freqüentemente. Enquanto estávamos lá vimos sempre os mesmos taxistas no nosso hotel e é visível o controle que se tem.
Chegando em Bangkok
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• Nosso roteiro pela Tailândia
• Dicas de Hospedagens pelo país
• Circulando em Bangkok
As ruas de pedras e as casinhas fofas e coloridas
Antigo correio, rua do comércio esquina com rua da cadeia
Detalhe das ruas de pedra
Igreja Matriz
Capelinha N. S. das Dores
Igreja de Santa Rita e o cemitério de gavetas ao lado
O restaurante situado numa casinha típica
As balinhas de cachaça
A rua do comércio lotada após o almoço
Detalhes da cidade durante um passeio


Vista da cidade de Paraty com a Igreja Matriz em destaque



Piscina do hotel com vista para o Rio Chao Praya


Hotel visto de fora
Frutas de boas vindas
Detalhes do quarto: flores em todos os lugares








Alguns pontos de Bangkok ainda estavam alagados
Wat Arum em Bangkok
O único templo em Ayutthaya ainda alagado
Koh Samui vista do avião
Maya Beach em Phi Phi
Vai uma Singha? Ou Chang?
Entrando na Ruta 7
Saímos as 8:30 de uma manhã linda e pegamos a Ruta 7 com destino a magnífica Cordilhera dos Andes. Não preciso nem dizer que a paisagem durante todo o passeio é demais né!?
Lago Artificial de Potrerillos
Nova Ruta 7 a esquerda, Rio Mendoza no centro e a direita o trilho do antigo transandino





A ponte natural e abaixo o Spa do hotel
Estação de trem
Estação de Ski Los Penitentes

Nevando em Los Penitentes…
No caminho…
A – Chegando na cidade de Tupungato; B – Cidadezinha de mesmo nome

Olha a vista… lindo!!!
Provando vinho direto do tanque em aço inox….
… e depois direto da barrica de carvalho! 


Relaxando…
Restaurante e sua cozinha aberta
Vista do restaurante
Olha que maravilhoso esse terraço do restaurante
Vista da piscina e de um dos quartos
Vista do hotel
Lujan de Cuyo
Chegando na bodega Catena Zapata
A bodega
A infinita plantação de uvas na frente da bodega
Barricas de carvalho da Catena
Vista do tomo da pirâmide
Uma sala cheia de garrafas do vinho Nicolas
Pulenta
Os vinhedos da Pulenta
As barricas de carvalho francês
A melhor parte: a degustação
Chegando na Chandon
O prato principal
Me encantei por esse jardim
As cavas e as leveduras na boca da garrafa
Por do sol nos Andes
Uma das desgustações
La Azul – vinícola familiar bem pequena
Vulcão Tupungato e os pomares no Valle de Uco
Lujan de Cuyo
Valle de Uco e seus vinhedos
Como chegou a nossa caixa cheia de vinhos
Vinícola Andeluna
Harmonização na Chandon
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