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As margens do Rio Chao Phraya são cheios de histórias e influências de outros países, tudo se refletindo pelos diversos templos que existem. Ir até Bangkok e não aproveitar todo esse potencial é um desperdício, os passeios durante o dia são fundamentais, afinal somente dessa forma é possível entrar em cada um dos templos e  admirar cada detalhe (que são muitos!!); mas não apreciar a beleza dos templos iluminados a noite é um pecado.

Antes disso, pausa para apreciar um belíssimo por do sol, daqueles que fecha com chave de ouro um dia cheio de passeios (e muito calor!!!); aliás Bangkok tem pores do sol memoráveis. Nós apreciávamos na varanda do nosso hotel depois de descasarmos um pouquinho.

Para falar a verdade eu e o marido não somos muito de curtir a noite, aproveitamos muito o dia, e chegamos tão exaustos que não temos muito ânimo, mas tem certos programas que fazemos questão de fazer por acrescentar, e muito, a visita aos países e com certeza esses dois programas devem entrar no seu itinerário.

Um deles é passear pelo Rio Chao Phraya e admirar a beleza dos templos e prédios iluminados, para isso a maneira mais econômica e pegar um barquinho e fazer o passeio. Mas acho que perde um pouco da graça. Então pedimos para o nosso hotel nos ajudar a achar uma empresa que fizesse o passeio de barco. Eles nos indicaram o Grand Chao Phraya Cruise e resolvemos testar. A minha única exigência era que a mesa ficasse no andar superior e na parte ao ar livre. (e acredite essa também deve ser a sua exigência)

No horário marcado lá estavam eles no hotel nos buscando, nos levaram até o River City Shopping, fizemos uma espécie de check in e ficamos ali esperando mais ou menos 1 hora. Pena que o shopping não é tão grande, tem poucas lojas e sem muita coisa interessante. Porém, o terceiro piso do shopping é cheio de antiquários com estátuas e pinturas fabulosas e tipicamente tailandesas que realmente valem a visita (perdi um tempão admirando cada loja daquela). Lindo!

Uma das lindas estátuas dos antiquários no River City shopping

Já dentro do barco, somos recebidos primeiramente com um espetáculo de música e dança típica bem linda, pena que dura pouco. Por mim o caminho todo seria com essas danças.

Logo após vem o jantar com comidas tailandesas e ocidentais bem gostosas e na volta o barco se transforma numa espécie de baladinha (???) com música ao vivo.

Para falar bem a verdade não é muito o meu estilo, preferia algo mais autêntico mas foi divertido ver as pessoas dançando. Mas o ponto alto do passeio foi realmente ver os templos e prédios históricos todo iluminados. Lindo!!

 

Restaurante Chinês

Grand Palace

Memorial Bridge

Wat Arun

Outra forma gostosa de curtir a noite de Bangkok é indo a um dos famosos sky bars da cidade. Esses rooftops bars situam-se nos andares mais altos dos prédios e por isso tem uma vista privilegiada da cidade, além disso o bar é um espetáculo a parte e parece estar suspenso no ar.

Nós escolhemos o SIROCCO, que fica no 63ª andar do Hotel Lebua, por causa do filme Hangover II (Se beber, não case 2), sim! eu fiquei fascinada com a vista desde a primeira vez que eu vi o filme. Mas existem outros como o Deck ou Vertigo. 

A famosa cúpula do Sirocco

Como estávamos comemorando nosso aniversário de casamento resolvemos jantar por lá. Se esse for o seu caso e você fizer questão de sentar do lado de fora e ter aquela vista linda da cidade, faça reserva (um dia de antecedência é suficiente) e vá preparado, a comida apesar de não ser tailandesa, é uma delícia, mas cara. O atendimento foi de primeira e até ganhamos uma sobremesa personalizada por ser o nosso “aniversary”.

Se você não quiser perder a vista mas ainda economizar uma graninha, basta chegar e falar que quer ir ao bar e curtir um happy hour, mas vá depois das 19:00 (horário em que o bar externo abre). Porém, como não existem reservas e nem mesas ou cadeiras pode ficar um pouco apertado mas você ainda terá a mesma vista magnífica.

O bar do Sirocco

E a linda vista

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Bangkok é uma cidade vibrante e cheia de atrações para se visitar. É lógico que os inúmeros templos são o grande chamariz da cidade mas há muito mais o que fazer na cidade e seus arredores.

Há parques, mercados flutuantes, passeios de elefante, skybars com vistas lindas para a cidade, mercados imensos e shoppings moderníssimos.

No centro, a primeira parada deve ser no Sanam Luang ou parque real que fica em frente ao Wat Phra Kaew e que depois de percorrê-lo por inteiro se tem uma linda vista para o Grand Palace.

Vista do Grand Palace no final do parque

Além disso, o lugar é ideal para descansar nos bancos da praça e fugir um pouco do calor  depois de ficar horas andando e admirando os detalhes coloridos dos templos.

Descansando em um dos bancos do parque

Entretanto, se a idéia for mesmo fugir do calor intenso só indo para os shoppings e aproveitar o ar condicionado delicioso. Apesar de existir muitas opções na área de Siam, o Shopping Paragon é o mais chique da cidade com as suas lojas de grifes e uma praça de alimentação gigantesca deliciosa com diversas opções de pratos típicos da Tailândia e de uma série de outros países asiáticos, como China, Japão e até Coréia.

Entrada do Shopping Paragon

Aliás, a área de Siam é uma região bem moderna se tornando uma ótima opção como happy hour ou até mesmo para jantar. Muito frequentada por jovens e com diversas opções de entretenimento, durante a noite é uma área bem agitada com luzes neons e até música no meio da rua. Bem legal!

Nos finais de semana, a dica fica por conta do Chatuchak Weekend Market. Aliás, deixe para comprar todas as suas lembranças e souvenirs de viagens por lá; os preços são muito melhores e, como na China, não deixe de barganhar muito, os preços chegam a cair pela metade.

Chegando no Chatuchak Weekend Market

O legal dessa enorme feira ao ar livre (fiquei impressionada com o tamanho, é realmente imenso) é que não existe só essas besteirinhas made in China (apesar de existir bastante), mas sim artesãos que fabricam artesanalmente seus produtos, lojas de roupas e sapatos de boa qualidade, móveis vintages, todos divididos em setores. Talvez seja por isso que tinham tantos locais frequentando a feira; se engana quem pensa que é um lugar apenas de turistas.

Uma barraquinha atrás da outra e muitos tailandeses fazendo compras

Por lá, também existem diversas barraquinhas com comidas e um parque imenso de mesmo nome ao lado para fazer um piqniq (apesar da higiene das barracas não serem tão boas assim, ainda é uma opção muito barata). Apesar de existirem muitos taxis na saída do mercado a melhor forma de chegar e sair de lá ainda é o skytrain (com ar condicionado e sem se preocupar com as falcatruas dos taxis essa é a melhor opção); a estação Mo Chit se localiza bem na entrada do mercado.

Fila de Taxis visto da Estação do Skytrain

Para fugir um pouco da cidade grande, que tal ir até a cidade de Damnoen Saduak e visitar o mais famoso mercado flutuante do país?  

Chegando ao Mercado Flutuante de Damnoen Saduak

Tenho que confessar que esse mercado virou sim uma atração bem turística, com estátuas de budas, quadros de monges pintados a mão e tudo quanto é coisa para turista; imagino que perdeu um pouco da graça, mas ainda tem muita banca vendendo chás, frutas típicas, senhoras em barquinhos vendendo comidas tradicionais. Adorei conhecer e sentir um pouco de como eram os mercados de antigamente.

Muitos souvenirs…

… mas também muitos produtos tradicionais

Apesar de muito turístico, ainda é possível ver algumas cenas como essa: 

Locais fazendo compras no mercado flutuante (dá para

sentir um pouquinho de como era antes)

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Para fechar o dia, que tal andar de elefante? Diz a lenda que Buda já se reencarnou como elefante e é por isso que, na Tailândia, esse animal é considerado sagrado, tão cuidado e considerado um símbolo de sorte.

Realização de um sonho: andar de elefante

Existem inúmeros lugares (em Bangkok, Ayutthaya, Phuket e etc) que cuidam desses animais e oferecem passeios. Eu achei  simplesmente fantástico. É possível alimentá-los e na grande parte do passeio andamos só nós dois em cima desse animal imenso mas tão dócil e amável, entramos em um lago e tiramos muitas fotos. Fica ai a dica de uma experiência que não pode ser passada em branco. É apaixonante e inesquecível!

Alimentando…

… brincando e acariciando o elefante para dar muita sorte.

Como deu para perceber, Bangkok é uma cidade para vivenciar intensamente; para relaxar e descansar os pés depois de tanta andança nada melhor que uma massagem. E não existe lugar melhor para se aproveitar, lugares e especialidades é o que não faltam. A minha recomendação aqui é um “feet massage” totalmente relaxante (a massagem de 1hora inicia nas costas, passa pelo couro cabeludo, pelas mãos e termina com meia hora destinado só as pernas e pés) ou até mesmo um “fish massage” (sim, aqueles peixinhos que ficam em um tanque e “comem” as células mortas do seu pé).

Fish Massage

É estranho no começo, mas a massagem funciona de verdade e ajuda muito a relaxar; só frisamos a importância de procurar um lugar especializado em massagem, por que caso contrário a experiência pode se tornar um tanto quanto estranha e até mesmo nojenta (existem diversas banquinhas na rua oferecendo massagens para turistas, e digamos que água não é assim tão limpa).

Para uma experiência legal, indico uma casa de massagens situada no térreo do Hotel Lebua. (Sorry mas esqueci de pegar o nome, mas não tem erro, é a única casa de messagem no térreo do hotel. Vá preparado: por lá as massagistas não falam inglês e é tudo na base da mímica).

Hotel Lebua (parece familiar?!)

Nada melhor e mais relaxante do que terminar o dia assim e se preparar para a noite de Bangkok.

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Bangkok tem inúmeros templos e acredite um mais lindo que o outro.

Achei que Kyoto no Japão tinha templos lindos e que seria difícil achar templos ainda mais bonitos, pois descobri que estava completamente errada e que isso seria verdade até o dia em que visitasse Bangkok.

Wat Arun em Bangkok

Os templos da cidade tailandesa são imensos com figuras e budas completamente diferentes das encontradas no Japão ou até mesmo na China. Apesar de acreditarem em um mesmo Buda, são simbolizados de formas diferentes. Na Tailândia são todos magros e em posição de meditação, já na China são Budas gordinhos e sorridentes.

Aliás é muito interessante como após visitar alguns lugares da Ásia você começa a perceber não somente a diferença de crenças e de Budas mas também de características físicas e principalmente de comportamento entre eles.

Mas voltando ao assunto do post, realmente me impressionei com os templos da Tailândia. Todos são muito bem cuidados e com uma manutenção impecável.

E o que são aqueles prédios? Acho que palavras e fotos não fazem jus a eles. É simplesmente incrível ver como os prédios reluzem a luz do sol, graças a pedaçinhos de espelhos coloridos cuidadosamente colocados dando esse aspecto tão incrível ao prédio.

A beleza do Wat Phra Kaew & Grand Palace

Os 3 principais templos que você não pode deixar de conhecer são: Wat Pho, Grand Palace e Wat Phra Kaew e o Wat Arun.

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O Wat Pho é casa para o famoso Buda Reclinado. Na verdade, o Buda fica em um prédio em anexo ao templo bem na sua entrada e mesmo com os seus 46m de comprimento, essa estátua dourada impressiona não só no tamanho, mas também na beleza e nos detalhes em madre pérola em seus pés. É lindo. Em volta diversos altares bem menores para oferendas.

Na entrada já impressiona pelo tamanho e beleza….

… E o pé impressiona mais ainda com seus detalhes em Madre Pérola

Entrando no templo propriamente dito você se impressiona mais uma vez com o tamanho, diversas estupas, orquídeas nas árvores, uma paz e calma impressionante.

Lindos prédios com detalhes incríveis

Por aqui você já pode experimentar a sua primeira massagem tailandesa. É aqui que fica a mais famosa e tradicional Escola de Massagem Tailandesa, nos dois prédios que ficam aos fundos do templo. Não experimentamos por lá, mas em alguns dias dizem que as filas ficam imensas.

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Há algumas quadras do Wat Pho fica o lindo, incrível e maravilhoso Wat Phra Kaew. Que conjunto de prédios maravilhosos. É difícil não parecer toda hora redundante, mas é realmente impressionante ver todo aquele conjunto de prédios reluzindo a luz do sol em todas as suas cores.

Indiscritível (imagens definitivamente não fazem jus a beleza)

O conjunto de prédios é imenso e apesar de abrigar o lindo (e pequenino!!) Buda de Esmeralda, este ainda é  o menos impressionante de todo o conjunto.

O pequenino Buda de Esmeralda (as vestimentas do Buda mudam de acordo com a estação)

A riqueza fica nos detalhes dos prédios, nas dimensões, cores, nas estátuas gigantes de guardiões, estupas, escadarias e etc… tudo dourado, com muita cor e muitos (mas muitos…) detalhes. Simplesmente divino e indiscritível… tem que estar lá para entender.

Saindo do Grand Palace continue se afastando do Wat Pho até chegar nos jardins reais ou Sanam Luang. Por ali é possível sentar, descansar um pouco (depois de percorrer todo o Wat Phra Kaew o cansaço vai chegar com certeza). Vá percorrendo e observando os tailandeses na correria do dia a dia. Quando chegar no final do parque se volte para o Grand Palace. Esta será a melhor e mais bonita vista de todo o complexo de prédios que compreende o Grand Palace e Wat Phra Kaew. É realmente lindo.

Grand Palace visto do Parque Sanam Luang

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Atravessando o rio Chao Phraya você vai dar de cara com o Wat Arun ou templo do amanhecer. Esse templo tem uma importância muito grande historicamente. Foi aqui que o rei da Tailândia estabeleceu Bangkok como nova capital do país depois que Ayutthaya foi atacada pelos birmaneses. Foi aqui onde originalmente foi sediada a casa do Buda de Esmeralda e o Palácio Real.

Subindo os degraus do Templo

Subir os seus muitos degraus é bem cansativo mas  se deparar com a vista do Golden Mount, do Grand Palace e do Wat Pho é incrível. Não deixe de reparar nos detalhes do templo em cerâmica e porcelana. Lindo!

Deixe um tempinho para admirar os detalhes

Detalhes de cerâmica do Wat Arun

Um detalhe muito importante são as vestimentas que você vai usar para visitar esses templos. Como são locais sagrados é importante se vestir apropriadamente. Em muitos deles entrar de chinelos ou sapatos abertos, shorts e camisetas regatas são proibidos. Vá preparado! Em alguns desses lugares eles costumam alugar roupas para aqueles despreparados ou desavisados.

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Bangkok é uma cidade grande com seus 10 milhões habitantes é uma espécie de São Paulo com muito congestionamento e um trânsito caótico.

Sabendo disso, não queria perder muito tempo presa no trânsito, afinal tínhamos apenas 4 dias para percorrer essa cidade tão linda. De imediato já tratei de procurar fontes alternativas para nos locomover por lá sem perder tanto tempo.

O barco é, com certeza, a melhor alternativa de locomoção em Bangkok

Na cidade existe metro e trem rápido (skytrain) mas só contam com 3 linhas e não cobrem uma grande região da cidade. Então a alternativa mais legal que achamos foi o Chao Phraya Express Boat, ou seja, 5 linhas de barcos que percorrem para cima e para baixo o Rio Chao Phraya, principal rio da cidade.

Barco de bandeira azul (não confundir com a bandeira amarela do reino)

Achei ótimo! Poderíamos percorrer quase todos os principais pontos turísticos e templos sem perder muito tempo no trânsito e ainda com vistas lindas da cidade. Além disso, ainda procuramos um hotel na beira do rio, que além de ter uma vista linda, ainda tinha fácil acesso ao Pier Central.

Paradas dos barcos do Chao Phraya Express Boat (clique para ampliar)

O Chao Phraya Express Boat possui 4 linhas que custam THB 15,00 e 1 linha turística que custa THB 30,00. Qual a diferença? Praticamente nenhuma! O barco turístico, por ser mais caro, é freqüentado basicamente por turistas, um pouco mais organizado e com barcos mais novos.

Na estação para os barcos laranja e azul e o barco turístico (azul) parando

Apesar de não ver necessidade nenhuma em pegar o barco turístico (pegamos apenas 1 vez) acho bem válido para uma primeira exploração da cidade; isso por que existe (apenas nesse barco) um guia que mostra e explica a história de todos os pontos turísticos que se localizam na beira do rio, em inglês e tailândes. Achei bem legal mesmo principalmente para se ter uma primeira idéia da cidade e dos templos.

Templos na beira do rio

Os barcos são diferenciados pelas cores nas suas bandeiras que ficam no teto dos barcos (não confundir com a bandeira amarela com o símbolo do reino que também fica no teto do barco). Laranja, Amarelo, Verde e o sem bandeira alguma são os utilizados pela população local, sendo a diferença entre eles as quantidades de paradas e as estações; recomendo evitar o sem bandeira pelo simples fato de parar em absolutamente todas as paradas e com isso ser mais lotado. Os barcos com bandeira azul são os barcos turísticos e que param perto das principais atrações turísticas.

Lado esquerdo da estação os barcos se locomovem sentido estação central e lado direito, se afastam da estação central.

Estação Tha Tien e o Templo Wat Arun

Outro detalhe é que não é preciso comprar bilhete antecipadamente ou na estação central. Basta entrar no barco, chamar a funcionária que estará balançando um recipiente cheio de moedas, pagar, receber seu bilhete e prontinho.

Pagando o ticket

Para chegar em lugares mais longes e que não são atendidos pelos barcos use preferencialmente o trem rápido ou skytrain. Muito confortáveis, com ar condicionado e quase sempre vazios são perfeitos para irem ao moderníssimo bairro de Siam (lugar dos shoppings e arranha céus) e ao mercado de final de semana Chatuchak.

Linhas verde e amarelo são linhas skytrain, linha azul identifica o metrô (clique para ampliar)

A compra do bilhete é super rápida e fácil. Basta chegar nas máquinas automáticas com suas moedas (que podem ser trocadas em vários guichês pelas estações), selecionar a estação de destino e pagar o valor correto (cada estação tem um valor diferente dependendo da distância percorrida e é mostrada em um gráfico ao lado das máquinas).

Lado Esquerdo: Máquina para comprar ticket

Lado Direito: valores respectivas de cada estação (a partir da estação central)

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Só cuidado para não comprar para o destino errado, não há máquinas para devolver seu dinheiro caso tenha pago a mais (diferente do Japão onde você pode reaver seu dinheiro). No pier central há conexões entre os barcos e o skytrain e o metrô também.

Mesmo assim precisa andar de taxi? Cuidado! Além de enfrentar congestionamentos, há muitos relatos de estrangeiros que são enganados por taxistas. É muito comum mesmo. Taxistas que tentam te levar para outros lugares onde eles ganham comissão e até alguns relatos de roubo.

Fila de taxis coloridos na frente do Chatuchak Weekend Market

Se precisar usar taxi, peça para o seu hotel, restaurante, bar ou loja chamar algum de confiança. A maioria não fala inglês e não entende uma palavra, portanto é importantíssimo pedir para alguém explicar para onde você quer ir. Uma dica importante é andar para todos os lugares com os cartões que os hotéis distribuem do seu endereço com escritas em tailândes.

Pegar taxi no hotel é seguro por que eles controlam a placa e o nome do motorista; existem policiais nas portas dos hotéis que tomam contam disso; além de chamar aqueles que eles sentem confiança e costumam trabalhar freqüentemente. Enquanto estávamos lá vimos sempre os mesmos  taxistas no nosso hotel e é visível o controle que se tem.

Chegando em Bangkok

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Bangkok além dos templos

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A Tailândia é famosa pela sua hospedagem barata. Sim é verdade existem hotéis de U$5,00, U$3,00, U$10,00; principalmente nas praias. Bangalos a beira do mar, com rede, por preços irrisórios é o que mais tem por lá.

Infelizmente sou fresca assumida para hotéis, não tem jeito, e esses hotéis geralmente são bem simples mesmos. Vimos vários durante nossa estada por lá e os quartos geralmente tem: uma rede e uma cama; o banheiro pode ser ou privativo ou, então coletivo. Tudo bem simples. Alguns nem ventilador não tem (acredite no calor infernal da Tailândia faz diferença).

Foi então que resolvemos que iríamos manter o nosso orçamento em hotéis e ver o que achávamos e me surpreendi!! Conseguimos hotéis muito legais alguns com preços abaixo do que geralmente usamos para viagens e com localizações (ao meu ver) perfeitas.

Em Bangkok li muito a respeito de trânsito caótico e muito congestionamento. E realmente, quando você sai do aeroporto já sente o drama na pele. A viagem parece interminável com um tal de anda, para, anda, para constante. Além disso, tem o drama de motoristas de Tuk Tuk e de taxi mal intencionados. É preciso cuidar muito por lá. O que mais se ouve é de histórias de assaltos e sequestros relâmpagos e de você pedir para ir para um lugar e te deixarem em outro. Então, quiz evitar e procurar um meio alternativo de nos locomover pela cidade e achei os barquinhos.

Vi que todos os principais templos e lugares que eu queria visitar estavam próximos ao Rio principal da cidade, o Chao Praya. Então, por que não tentar achar um hotel a beira do rio, além de evitar ao máximo os taxis e fugir do trânsito insuportável, ainda teria vistas lindas.

Achei vários, mas um me chamou a atenção e foi o que ficamos: o Chatrium Hotel Riverside.

Pegamos o quarto com vista para o rio que é enorme e foi perfeito. O atendimento é ótimo, a comida do restaurante é uma delícia, internet free nos quartos, e o quarto ainda conta com uma mini cozinha se precisar.

A localização é um pouquinho afastada (nada que atrapalhe) e eles tem barco próprio que deixa, durante o dia e a noite inteira, no pier central (que tem conexão com a estação central do metrô e do skytrain) e que leva cerca de 10 a 15 minutinhos.

Barquinho Transfer levando ao pier central

Achamos perfeito!! O concierge também é super prestativo e todos por ali te atendem muito bem.

E olha esse por do sol da nossa varanda do quarto… não é de morrer?

Pagamos em torno de THB 4.600 a diária com café incluso

Piscina do hotel com vista para o Rio Chao Praya

Em Koh Pha Ngan tinhamos o problema de locomoção. Aliás se locomover nas ilhas da Tailândia é um problema. Por que as estradas não são nada boas e sempre se ouve algum acidente de turista com a motinha alugada. Então queria algum hotel que tivesse uma cidade por perto, mas que fosse calma o suficiente (já que por lá o que mais se tem são festas durante toda a semana), afinal queríamos tranquilidade.

E acertamos em cheio com o SARIKANTANG. O hotel fica a 10 minutos a pé do centro de Haad Rin (a segunda principal vila da ilha) e a 15 minutos a pé da praia (sunrise beach) que tem a maior festa do país, a Full Moon Party. Mas ao mesmo tempo a praia do hotel (sunset beach) é um sossego só. Não se escuta nenhum barulho do agito, mas você ainda tem opções de restaurantes, lojinhas e se quiser agito escolher uma das festas que a ilha tem durante toda a semana.

Nossa cabana pé na areia sob o céu estrelado

Esse hotel tem diversos tipos de quartos diferentes, desde quartos na beira da piscina com borda infinita, quartos mais simples em cima do morro. Escolhemos um  dos apenas dois quartos na beira da areia da praia.

O nosso bangalo tinha cadeiras privativas para a praia e uma banheira com vista para o mar simplesmente de morrer. Era ótimo acordar e dormir com o som do mar e dos passarinhos.

Pagamos o equivalente a THB 2800 / diários com café da manhã incluso e internet wifi free.

Essa ilha sim foi o lugar mais caro de todos. Tanto para comer quanto para se hospedar. Na verdade até os passeios por lá são mais caros.

Escolhemos o hotel Phi Phi Village Resort. Apesar do hotel ser longe da vila de Tonsai não é nada exagerado são cerca de 15 minutos de long tail boat ou então uma caminhadinha de cerca de 30 minutos através de uma trilha. Não tentamos a trilha, mas de long tail boat é bem tranquilo.

Hotel visto de fora

Conseguimos almoçar todos os dias por lá, porém no jantar já era mais complicado e acabamos ficando no hotel mesmo.

Nosso bangalo em Koh Phi Phi

Na verdade para você ficar perto mesmo do agito, apenas escolhendo um hotel dentro da vila, por que todos os outros são longe e requerem ou uma boa caminhada ou então o long tail boat; já que por lá não tem estradas e nem carros para se locomover.

A comida do hotel é boa mas nada espetacular, o café da manhã (que está incluso na diária) tem uma variedade incrível de tudo, desde frutas, a pãe, bolachas, queijos, sucos. Hummmm….

Frutas de boas vindas

Os quartos são bangalos também dividido em quatro tipos: o superior, a deluxe, a beachfront e as villas.

A diferença entre a superior e a deluxe se resume apenas ao tamanho do quarto ser um pouco maior e um pouco mais perto do mar. A beachfront é igual a deluxe porém de frente para a praia e com banheira no quarto e as Villas são quartos enormes em cima de um morro com uma vista incrível para o mar e cada vila conta com uma piscina privativa. Até uma recepção separada existe para esses quartos.

O hotel ainda conta com uma piscina de borda infinita linda e enorme, 3 bares (sendo um molhado) e cerca de 4 restaurantes.

Detalhes do quarto: flores em todos os lugares

Um restaurante apenas para café da manhã, um restaurante que serve almoço a la carte e jantar em forma de buffet (apesar de ter o la carte também), outro de BBQ de frutos do mar (imperdível e o melhor do hotel na minha opinião, além de ser mais barato) e outro chiquérrimo que exige trajes mais formais e reserva antecipada.

Pegamos o quarto mais barato (superior) por cerca de THB 6.800 (com café da manhã) e já achei ótimo. O quarto tem um tamanho perfeito e uma cama deliciosa.

O único defeito é a mesquinharia de cobrar a internet. Apesar de eu não achar caro (era cerca de THB 60 por 30 minutos), a internet só pegava no lobby e recepção. Muito ruim em todos os aspectos.

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