You are currently browsing the category archive for the ‘Planejamento de viagem’ category.

Finalmente consegui experimentar a Azul, aproveitamos um casamento que tínhamos em Campinas e lá fomos nós. Na verdade devido a falta de horário que queríamos, fomos com a TAM mas voltamos com a Azul e confesso que me surpreendi e recomendo muito.

Quando chegamos ao aeroporto de Campinas me assustei com a fila imensa para o check in, corri para os totens de auto atendimento enquanto o Filipe ficou … mas não é que era só susto mesmo? O atendimento ali é muito rápido e chegamos no começo da fila rapidinho. Diferente das duas maiores concorrentes que a fila mesmo que apenas para despacho das bagagens não anda.

Check in e Despacho de malas

Ao entrar no avião, surpresa!!! Os bancos são todos de couro e apesar de ter telinha individual a mesma não pôde ser utilizada durante o vôo (talvez pelo trecho ser rápido). Como os aviões são menores, cada lado contém apenas 2 poltronas, o que para mim é uma vantagem.

Poltronas de couro e um pouquinho mais de espaço

O atendimento a bordo não foi pago a parte e também não existe aquele carrinho trambolho para lá e para cá. No início do vôo, um comissário passa anotando a opção de bebida de cada passageiro, logo em seguida vem outra comissária com uma bandeja oferecendo a opção de lanches. No meu vôo eram 3: batatinhas Chips, bolacha recheada e goiabinha. O detalhe é que você pode escolher o que quer e quantos quer. As bebidas são servidas logo após.

Atendimento a bordo

Achei um charme.. Como o avião era menor e o atendimento mais personalizado me senti como se estivesse em um vôo particular. Gostei muito. Voaria outras vezes sem pensar duas vezes.

Para quem ficou interessado em voar Azul, é importante lembrar:

• O aeroporto base da companhia é Viracopos em Campinas. Porém a companhia disponibiliza ônibus que deixam os passageiros em diversos pontos da cidade de São Paulo. Os “pontos dos ônibus” ficam logo na saída do desembarque.

Placas sinalizando as paradas em São Paulo

• Em Viracopos não existem fingers por isso é necessário utilizar os ônibus que levam os passageiros até o avião, eu particularmente não gosto, mas por lá essa é a única opção.

Bom.. chegando em Barbados procuramos logo alugar nosso carrinho já que essa é a melhor forma da ilha ser explorada.

Existe transporte público (leia-se ônibus) e vi muitos turistas o usando, além disso existem muitos (muitos mesmo!!) pontos de ônibus espalhados pela ilha inteira (tem praias que a cada 100 metros tem um ponto) mas achei o sistema meio confuso… além do que preferimos o conforto de poder ir e parar aonde a gente quisesse para poder tirar fotos e aproveitar a praia.

A primeira providência foi achar uma locadora, os preços são praticamente os mesmos e quanto maior o carro mais caro o preço (obviamente!!), dito isso, existem carros bem pequenos mesmo (parece de brinquedo, coisa mais fofa!!) e que são bons para desfrutar a ilha (aliás cheguei a uma conclusão: em Barbados quanto menor o carro melhor, já que muitos acessos para praias são bem estreitos e difícil de estacionar). No nosso caso o hotel em que estávamos nos ajudou com essa etapa e alugamos na First Choice.

Achei o serviço muito bom, vieram deixar o carro no hotel, o carro era novinho com ar condicionado (imprescindível no meu caso) e automático, e depois vieram pegar tranquilamente. Eles também emitem na hora a licença para dirigir que o país exige (no valor de $5) .

Aliás essa licença é exigida mesmo tendo a licença internacional para dirigir e não é toda locadora que tem permissão para emitir. Nesse caso você tem que se encaminhar até o Departamento de Trânsito para emití-la.

Em Barbados se dirige pela direita, ou mão inglesa, portanto não esqueça de pedir por um câmbio automático (a adaptação é muito mais fácil) e as mesmas dicas que dei no post da Nova Zelândia se aplicam aqui também.

Após esses procedimentos burocráticos seguimos em direção as praias… certo?!!? Errado!!! Tinhámos um outro problema como chegar até as praias??? Não tínhamos GPS e contávamos apenas com um mapa entregue pela locadora… que vamos e venhamos… não ajudava muito.

Mas até que nos viramos (relativamente) bem, porém tem que ficar ligado nas indicações das ruas nos postes de luz e também nas raras placas que ficam nas estradas. Além disso quando se chega em uma praia tem uma plaquinha (pequena) branca indicando o nome da praia e o acesso a ela.

Existem poucas auto vias (acho que só umas 4 na ilha inteira) e esse é o modo mais rápido de se atravessar o país inteiro, porém não é o mais bonito. As estradas secundárias são as mais bonitas com vistas de perder a concentração de qualquer motorista. É um pouco confuso mas com certeza vale pelo menos a ida por essas estradas que vão margeando o mar caribenho.

Outra dia importante é tomar muito cuidado com os seus pertences. Por lá a primeira letra da placa sempre indica que tipo de automóvel é aquele. Os ônibus a placa começa com a letra B, os taxis com a letra Z, e os carros alugados com a letra H; e ainda sempre tem o adesivo da locadora do carro.

Portanto todos ali vão saber que o seu carro é alugado e muito provável de turista. Esse fato pode ajudar, os locais são mais pacientes com você no trânsito além de te ajudarem, porém pode também te atrapalhar, já que qualquer espertinho sabe que ali tem uma pessoa que não conhece a ilha direito. Portanto todo cuidado é pouco.


Peça informações em lugares confiáveis, como hotéis, restaurantes, postos de gasolina e etc; e sempre mesmo leve todas as suas coisas com você, não deixe nada no carro.

Entre no clima da ilha, lá eles são extremamente educados no trânsito e respeitam muito o pedestre. Sempre param para o mesmo passar, não importa se não tem sinaleiro ou se o pedestre está atravessando fora da faixa.

No mais é só aproveitar essa ilha maravilhosa!!! Com carro fica bem fácil chegar nas praias mais distantes e de difícil acesso, além do que é possível dar a volta na ilha inteira em apenas 1 dia.  Uma delícia!

«

As primeiras impressões

• Dirigindo em Barbados

• Dicas de restaurantes

• Bridgetown – a capital

• As praias (parte I)

• As praias (parte II)

•• O blog foi destaque no portal eletrônico Visite Barbados (para ver o post clique aqui)

O melhor jeito de desbravar a Nova Zelândia é de carro. Com ele você tem toda a liberdade para ir onde quiser, parar onde quiser e para falar bem a verdade não vi muitos ônibus ou trens na estrada não. Talvez por que fomos em baixa temporada.

Mas definitivamente o aluguel do carro nos facilitou e nos deu uma liberdade que não teríamos se fossemos de outra forma.

Alem disso a entrada é muito bem sinalizada e o asfalto muito bem cuidado, um tapete e o melhor de tudo: não pegamos nenhum (repito, NENHUM) pedágio. 

Apesar disso ainda acho recomendável ter um GPS a disposição, por lá o preço dele não é tão caro e sem ele você ainda pode ficar perdido principalmente na saída e entrada de Auckland, onde são muitas entradas, muitas pistas (tem lugares que são 8 pistas vindo e 8 pistas indo).

Apesar das vantagens, dirigir na Nova Zelandia é um verdadeiro obstáculo para qualquer brasileiro, isso por que por lá é usado a mão inglesa. 

Ou seja tudo ao contrario e você literalmente precisa reaprender a dirigir, por isso dou mais uma dica: para a gente o fato de termos alugado um carro automático foi primordial, fora a facilidade e o comodismo, ainda tem a vantagem de você não se atrapalhar todo na hora de trocar a marcha com a mão esquerda.

Com isso dito, não se esqueça:

  Pista da esquerda são para carros mais lentos e pista da direita para carros mais rápidos;

  As rotatórias, que por lá existem a cada esquina (literalmente!!) onde é permitido virar a esquerda e a direita lembre-se que ela vai da esquerda para a direita. 

  A seta fica do lado direito do volante (sério, todas as vezes limpávamos o parabrisa). 

  As pistas que vão e vem são sempre ao contrario portanto pense bem antes de entrar em uma via para não causar um acidente. Quando tiver dúvidas pare e pense ou então espere vir algum carro para saber qual a direção certa.

  A grande maioria das estradas por lá não são duplicadas portanto muito cuidado

 E ajuda ter um bom co-piloto principalmente na entrada e saída da cidade de Auckland, que foi o único trecho duplicado que pegamos, é um lugar muito movimentado (chegamos as 5:30 da manhã e já estava o maior trânsito) e com muitas pistas que começam e terminam a toda hora e muitas entradas e saídas e um erro ali pode ser difícil de ser concertado depois, portanto um bom co-piloto que fique olhando as placas e ajudando a “ler” o GPS enquanto o motorista tenta se acostumar com a mão inglesa também ajudará …. e muito!

 

 

Ok!!! Não vou dizer que sou daquelas que viajo e só penso nas compras por que definitivamente não sou… aliás se tem uma coisa que não me importo meeeessssmmmmooo são compras durante viajens…acho chato e prefiro gastar meu tempo e dinheiro conhecendo lugares. 

Entretanto quando se começa a viajar bastante é impossível não começar a reparar na diferença de preços de alguns produtos. Então quando viajo não fico entrando de lojas em lojas não mas compro o que realmente vale a pena, ou coisas que você vai ter muita dificuldade em achar em outros lugares.

Por exemplo… como ir até uma vinícola no Chile e não trazer um vinho? ou como ir até a França e não se apaixonar pela Sephora? e por aí vai… no Japão tinha tantos modelos diferentes de meias-calças (todas completamente diferentes e muito baratas) que sendo uma fascinada como sou tive que arrematar várias… e assim por diante.

Porém é preciso ter muito cuidado durante as compras, além do excesso de bagagem, há cotas que devem ser respeitadas para viagens áereas e maritimas é de U$ 500,00 por pessoa e U$ 300,00 via terrestre.

No caso de ultrapassagem é preciso declarar os produtos e pagar o imposto previsto que é 50% do valor da nota de compra.

Entretanto mudanças (para melhores) ocorreram na virada do mês (agosto/2010).

A partir de agora, além dos produtos de consumo pessoal como roupas, acessórios e cosméticos que já não entravam na cota, máquinas fotográficas, relógios de pulso e telefones celulares também estarão isentos. Porém laptops e filmadores ainda se encaixam e portanto NÃO esqueçam de declará-los antes de sair do Brasil.

Para declarar seus pertences é preciso se dirigir a Receita Federal que existe em qualquer aeroporto internacional e pedir o formulário. É importante ressaltar que esses produtos devem estar na bagagem de mão, isso por que é necessário discriminar o número serial (em produtos que não tenham número serial os mesmos não podem ser declarados) e além disso é preciso mostrar para o oficial da receita, para que ele carimbe e valide a sua declaração.

Tudo o que você declarou não conta na sua cota de U$ 500,00 portanto é muito importante não esquecer de, em viagens internacionais, dar aquela passadinha básica pela Receita. 

No caso dos produtos que você comprou lá no exterior precisar ser declarado (por exemplo uma filmadora) se o mesmo não excedeu a cota, não é necessário declarar na entrada do Brasil, porém é importante guardar a nota com o valor que você comprou, afinal um produto que custa menos de U$ 500,00 lá fora, pode custar muito mais que isso aqui no Brasil… Daí você pode precisar provar o valor que você pagou.

Tudo isso que estou falando não leva em consideração as lojas free shop, que merece um post só dele.

Para você que gosta de viajar para o exterior e quer dirigir mundo afora é muito importante ter sempre em mãos uma carteira de habilitação internacional para evitar eventuais contratempos.

Existem duas formas de formas de você fazer sua habilitação internacional:

A primeira é indo até ao detran, essa é a forma mais barata!

É muito simples:Vá ao DETRAN e solicite a PID – Permissão Internacional Para Dirigir, qualquer condutor cadastrado no DETRAN, que já possuam CNH com foto pode fazer essa solicitação. Para isso você terá que pagar uma taxa de R$ 44,00. Pronto agora é só aguardar 10 dias úteis que sua PID será enviada pelo correio para sua casa e terá a mesma validade da sua Carteira Nacional de Habilitação.

Para saber a relação completa de países onde a PID será aceita é só acessar aqui.

A segunda forma é através da Touring, essa opção é mais rápida, mas também é bem mais cara!

Você terá que ir a uma das agências da Touring com duas fotos 3×4 coloridas e recentes, Xerox do RG, Carteira Nacional de Habilitação e comprovante de residência e ainda pagar uma taxa de R$ 355,00. Se você não quiser ir buscar a carteira pessoalmente pode pagar mais R$15,00 que eles te mandam por sedex em 5 dias úteis, ela também terá a mesma validade da sua Carteira Nacional de Habilitação.

Eu sou daquelas viajantes que quando escolhe um destino, imediatamente já procura o que há de histórico no lugar, quero ir em todos os locais importantes historicamente e com isso aprender um pouco mais com o país e/ou cidade que estou visitando.

Uma das coisas que sempre me fascina são os locais que a UNESCO declara como Patimônio da Humanidade.

É  lógico que também gosto de ir para uma praia e me esbaldar em mergulhos, praias paradisíacas e etc. Afinal quem não gosta??? Mas se o destino tiver um quê de história irá me agradar muito mais com certeza.

No Brasil mesmo há uma série desses lugares, de repente tem um pertinho de você. E, como aprendíamos nas aulas de História: “É preciso conhecer o passado, para entender o presente e planejarmos o futuro”.

Lista dos Patrimônios Brasileiros que está disponível no site: http://whc.unesco.org/

Segue uma relação de vistos dos países que estão nesse blog para te ajudar na hora de planejar a sua viagem.

É importante dizer que os vistos aqui descritos são para viagens de turismo usando passaporte brasileiro e com permanência máxima no país por 30 dias; para os demais vistos ou permanência prolongada é importante procurar mais informações.

Apesar de ser uma ajuda ao seu início de planejamento de viagem é importante sempre checar as regras no momento que decidiu o país das suas férias, pois esses parâmetros podem mudar sem aviso prévio.

América do Sul

Argentina – participa do Mercosul portanto apenas carteira de identidade oficial é suficiente para entrar no país. É importante frisar que a carteira de identidade deve ser o oficial, nada de carteira de motorista ou carteira de identidade de associações trabalhistas e etc. Ou então passaporte válido.

 Chile – participa do Mercosul portanto apenas carteira de identidade oficial é suficiente para entrar no país. É importante frisar que a carteira de identidade deve ser o oficial, nada de carteira de motorista ou carteira de identidade de associações trabalhistas e etc. Ou então passaporte válido.

Uruguai – participa do Mercosul portanto apenas carteira de identidade oficial é suficiente para entrar no país. É importante frisar que a carteira de identidade deve ser o oficial, nada de carteira de motorista ou carteira de identidade de associações trabalhistas e etc. Ou então passaporte válido.

Ásia

China – Necessita de visto. O visto é válido por apenas 90 dias depois de sua emissão, geralmente é válido para apenas uma entrada no país e sua permanência dentro da China é de 30 dias. O processo é longo e portanto é necessário começá-lo com certa antecedência. A sua agência de turismo pode te ajudar a tirar o visto. Não esqueça de levar a sua carteira internacional de vacinação contra a febre amarela. O valor é de R$ 460,00 (cotação de 16/09/09).

Japão – Necessita de visto. O processo é tão chato quanto o chinês (R$ 257,00, cotação 16/09/09). É preciso da passagem ida e volta, foto, relacão das cidades e dos hóteis a serem visitadas, prints das reservas, imposto de renda, extrato de banco, comprovação de trabalho e etc. Não é preciso ir pessoalmente, sua agente de viagem pode ajudar. E não esqueça de aproveitar e pedir ajuda na compra do JR Pass. Não esqueça de levar a sua carteira internacional de vacinação contra a febre amarela.

 Tailândia – Não precisa de visto para permanências de até 90 dias. Entretanto ter a carteira de vacinação contra febre amarela é imprescindível. Ao descer do avião não adianta ir direto para imigração, no caminho ao lado esquerdo existirá uma cabine de Health Control, pare por ali preencha o formulário e entregue junto com o passaporte, carteira de vacinação e o cartão de entrada no país; o oficial verificará e carimbará o cartão de entrada. Somente após esse procedimento vá até a imigração. Fizemos tudo isso e economizamos muito tempo, por que todos que não tinham esse carimbo tiveram que voltar até o Health Control e depois entrar na fila de imigração novamente. Não perca tempo!

Caribe

 BahamasBrasileiros precisam de vistos apenas para permanência acima de 15 dias no país. Porém é essencial ter em mãos a passagem de volta e reserva dos hotéis. Eles pedem mesmo!!! Não esqueça: a maior porta de entrada para Bahamas ainda são os Estados Unidos, se utilizar esse hubby não esqueça do visto americano. Se for pelo Panamá (como nós) não é necessário nenhum visto.

Barbados – Não necessita de visto para visitas de até 30 dias a turismo. Entretanto fomos em 03/2011 e a carteira de vacinação internacional da febre amarela foi solicitada tanto no check in em Guarulhos pelo funcionário da Gol, como na imigração lá em Barbados este foi o primeiro documento a ser solicitado, portanto mantenha sua vacina atualizada.

Europa

Alemanha – Não precisa de visto até 90 dias de permanência; apenas passaporte válido com no mínimo 6 meses.

França – Não precisa de visto até 90 dias de permanência; apenas passaporte válido com no mínimo 6 meses.

Itália – Não precisa de visto até 90 dias de permanência; apenas passaporte válido com no mínimo 6 meses.

República Tcheca – Não precisa de visto até 90 dias de permanência; apenas passaporte válido com no mínimo 6 meses.

Ilhas do Pacífico

Ilhas FijiNão precisa de visto até 90 dias de permanência; apenas passaporte válido com no mínimo 6 meses. Necessário carteira internacional de vacinação contra febre amarela.

Oceania

Nova Zelândia – Não precisa de visto até 90 dias de permanência; apenas passaporte válido com no mínimo 6 meses. Não esqueça da sua carteira de vacinação contra febre marela.

OBS: Além de passaporte e vistos, em todas as viagens é muito importante ter em mãos toda a documentação sobre a sua viagem como relação de hóteis que vai ficar (com endereço e telefone), passagem de volta, cartão de crédito internacional, aluguel de carro e todo o roteiro de cidades que você irá visitar e ter em mãos o valor em dinheiro que você está levando pois você pode ser questionado na alfândega.

Depois de escolher o destino e a época do ano da sua viagem perfeita, não esqueça do restante do planejamento…

A sua preocupação agora não é apenas fechar hotel, passagem aérea, procurar as atrações turísticas que quer ver. É preciso se preocupar com vacinações exigidas, documentação necessária (assuntos de outros posts por vir) e principalmente o visto de entrada.

Há países que exigem vistos para turistas (como o Japão e EUA, por exemplo), há países que só exigem vistos para permanência acima de 90 dias como os países da Europa e no caso do países que compõe o Mercosul exigem apenas identidade oficial e com foto ou passaporte.

Por isso é muito importante verificar se o local onde você vai, necessita ou não de visto, pois caso o contrário a sua viagem pode virar mico.

Esse site ajuda nas primeiras pesquisas… mas sempre é importante se informar direitinho na embaixada do país que deseja visitar.

É importante se preocupar com esse quesito o quanto antes, pois lugares como a China e o Japão são rápidos e mais fáceis, mas exigem uma série de documentação e podem levar mais ou menos tempo para reunir.


OBS: Clicando aqui você um resumo dos vistos dos países descritos aqui no blog

Acho que uma das maiores dúvidas que temos quando estamos planejando viajar é a melhor época para ir. 

Já pensou você ir até o Caribe e pegar bem na época de tornado?? Ou então ir para a polinésia francesa e só pegar chuva, ou então ir ao Chile e não poder esquiar no Vale Nevado??

Lógico que tudo depende do motivo pelo qual você está indo e do que você gosta ou não de fazer… mas geralmente queremos experimentar o lugar como um todo e em tudo o que ele pode oferecer.

Hoje me deparei no twitter (Obrigada @vambora) com uma ferramenta muito legal e que poderá ajudar muitos viajantes na hora que bate aquela insegurança sobre a melhor época.

A ferramenta da Travelika é muito legal e te diz tudo o que você precisa saber: Temperatura máxima e mínima, Incidência de chuvas, época mais favorável e menos favorável, temperatura média da água do mar (quando for o caso).

Achei bem interessante e que com certeza irá me ajudar a planejar minha próxima viagem. (acabei de checar a minha próxima e vou numa época favorável… uhuuuuu).


Quer falar comigo???

carpediem.blog@hotmail.com

Destinos

Redes Sociais

Twitter Button from twitbuttons.com

O Carpe Diem também faz parte do…

portal
bloglovin

Campanhas!

Mais fotos...

Mais fotos