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Bom.. chegando em Barbados procuramos logo alugar nosso carrinho já que essa é a melhor forma da ilha ser explorada.

Existe transporte público (leia-se ônibus) e vi muitos turistas o usando, além disso existem muitos (muitos mesmo!!) pontos de ônibus espalhados pela ilha inteira (tem praias que a cada 100 metros tem um ponto) mas achei o sistema meio confuso… além do que preferimos o conforto de poder ir e parar aonde a gente quisesse para poder tirar fotos e aproveitar a praia.

A primeira providência foi achar uma locadora, os preços são praticamente os mesmos e quanto maior o carro mais caro o preço (obviamente!!), dito isso, existem carros bem pequenos mesmo (parece de brinquedo, coisa mais fofa!!) e que são bons para desfrutar a ilha (aliás cheguei a uma conclusão: em Barbados quanto menor o carro melhor, já que muitos acessos para praias são bem estreitos e difícil de estacionar). No nosso caso o hotel em que estávamos nos ajudou com essa etapa e alugamos na First Choice.

Achei o serviço muito bom, vieram deixar o carro no hotel, o carro era novinho com ar condicionado (imprescindível no meu caso) e automático, e depois vieram pegar tranquilamente. Eles também emitem na hora a licença para dirigir que o país exige (no valor de $5) .

Aliás essa licença é exigida mesmo tendo a licença internacional para dirigir e não é toda locadora que tem permissão para emitir. Nesse caso você tem que se encaminhar até o Departamento de Trânsito para emití-la.

Em Barbados se dirige pela direita, ou mão inglesa, portanto não esqueça de pedir por um câmbio automático (a adaptação é muito mais fácil) e as mesmas dicas que dei no post da Nova Zelândia se aplicam aqui também.

Após esses procedimentos burocráticos seguimos em direção as praias… certo?!!? Errado!!! Tinhámos um outro problema como chegar até as praias??? Não tínhamos GPS e contávamos apenas com um mapa entregue pela locadora… que vamos e venhamos… não ajudava muito.

Mas até que nos viramos (relativamente) bem, porém tem que ficar ligado nas indicações das ruas nos postes de luz e também nas raras placas que ficam nas estradas. Além disso quando se chega em uma praia tem uma plaquinha (pequena) branca indicando o nome da praia e o acesso a ela.

Existem poucas auto vias (acho que só umas 4 na ilha inteira) e esse é o modo mais rápido de se atravessar o país inteiro, porém não é o mais bonito. As estradas secundárias são as mais bonitas com vistas de perder a concentração de qualquer motorista. É um pouco confuso mas com certeza vale pelo menos a ida por essas estradas que vão margeando o mar caribenho.

Outra dia importante é tomar muito cuidado com os seus pertences. Por lá a primeira letra da placa sempre indica que tipo de automóvel é aquele. Os ônibus a placa começa com a letra B, os taxis com a letra Z, e os carros alugados com a letra H; e ainda sempre tem o adesivo da locadora do carro.

Portanto todos ali vão saber que o seu carro é alugado e muito provável de turista. Esse fato pode ajudar, os locais são mais pacientes com você no trânsito além de te ajudarem, porém pode também te atrapalhar, já que qualquer espertinho sabe que ali tem uma pessoa que não conhece a ilha direito. Portanto todo cuidado é pouco.


Peça informações em lugares confiáveis, como hotéis, restaurantes, postos de gasolina e etc; e sempre mesmo leve todas as suas coisas com você, não deixe nada no carro.

Entre no clima da ilha, lá eles são extremamente educados no trânsito e respeitam muito o pedestre. Sempre param para o mesmo passar, não importa se não tem sinaleiro ou se o pedestre está atravessando fora da faixa.

No mais é só aproveitar essa ilha maravilhosa!!! Com carro fica bem fácil chegar nas praias mais distantes e de difícil acesso, além do que é possível dar a volta na ilha inteira em apenas 1 dia.  Uma delícia!

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As primeiras impressões

• Dirigindo em Barbados

• Dicas de restaurantes

• Bridgetown – a capital

• As praias (parte I)

• As praias (parte II)

•• O blog foi destaque no portal eletrônico Visite Barbados (para ver o post clique aqui)

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O melhor jeito de desbravar a Nova Zelândia é de carro. Com ele você tem toda a liberdade para ir onde quiser, parar onde quiser e para falar bem a verdade não vi muitos ônibus ou trens na estrada não. Talvez por que fomos em baixa temporada.

Mas definitivamente o aluguel do carro nos facilitou e nos deu uma liberdade que não teríamos se fossemos de outra forma.

Alem disso a entrada é muito bem sinalizada e o asfalto muito bem cuidado, um tapete e o melhor de tudo: não pegamos nenhum (repito, NENHUM) pedágio. 

Apesar disso ainda acho recomendável ter um GPS a disposição, por lá o preço dele não é tão caro e sem ele você ainda pode ficar perdido principalmente na saída e entrada de Auckland, onde são muitas entradas, muitas pistas (tem lugares que são 8 pistas vindo e 8 pistas indo).

Apesar das vantagens, dirigir na Nova Zelandia é um verdadeiro obstáculo para qualquer brasileiro, isso por que por lá é usado a mão inglesa. 

Ou seja tudo ao contrario e você literalmente precisa reaprender a dirigir, por isso dou mais uma dica: para a gente o fato de termos alugado um carro automático foi primordial, fora a facilidade e o comodismo, ainda tem a vantagem de você não se atrapalhar todo na hora de trocar a marcha com a mão esquerda.

Com isso dito, não se esqueça:

  Pista da esquerda são para carros mais lentos e pista da direita para carros mais rápidos;

  As rotatórias, que por lá existem a cada esquina (literalmente!!) onde é permitido virar a esquerda e a direita lembre-se que ela vai da esquerda para a direita. 

  A seta fica do lado direito do volante (sério, todas as vezes limpávamos o parabrisa). 

  As pistas que vão e vem são sempre ao contrario portanto pense bem antes de entrar em uma via para não causar um acidente. Quando tiver dúvidas pare e pense ou então espere vir algum carro para saber qual a direção certa.

  A grande maioria das estradas por lá não são duplicadas portanto muito cuidado

 E ajuda ter um bom co-piloto principalmente na entrada e saída da cidade de Auckland, que foi o único trecho duplicado que pegamos, é um lugar muito movimentado (chegamos as 5:30 da manhã e já estava o maior trânsito) e com muitas pistas que começam e terminam a toda hora e muitas entradas e saídas e um erro ali pode ser difícil de ser concertado depois, portanto um bom co-piloto que fique olhando as placas e ajudando a “ler” o GPS enquanto o motorista tenta se acostumar com a mão inglesa também ajudará …. e muito!

 

 

Para você que gosta de viajar para o exterior e quer dirigir mundo afora é muito importante ter sempre em mãos uma carteira de habilitação internacional para evitar eventuais contratempos.

Existem duas formas de formas de você fazer sua habilitação internacional:

A primeira é indo até ao detran, essa é a forma mais barata!

É muito simples:Vá ao DETRAN e solicite a PID – Permissão Internacional Para Dirigir, qualquer condutor cadastrado no DETRAN, que já possuam CNH com foto pode fazer essa solicitação. Para isso você terá que pagar uma taxa de R$ 44,00. Pronto agora é só aguardar 10 dias úteis que sua PID será enviada pelo correio para sua casa e terá a mesma validade da sua Carteira Nacional de Habilitação.

Para saber a relação completa de países onde a PID será aceita é só acessar aqui.

A segunda forma é através da Touring, essa opção é mais rápida, mas também é bem mais cara!

Você terá que ir a uma das agências da Touring com duas fotos 3×4 coloridas e recentes, Xerox do RG, Carteira Nacional de Habilitação e comprovante de residência e ainda pagar uma taxa de R$ 355,00. Se você não quiser ir buscar a carteira pessoalmente pode pagar mais R$15,00 que eles te mandam por sedex em 5 dias úteis, ela também terá a mesma validade da sua Carteira Nacional de Habilitação.

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