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Na verdade vou explicar como chegar ao paraíso!!! Por que é assim que se resume as praias da Tailândia. Depois de tanto bater perna em Bangkok, nada como relaxar nas praias com águas cristalinas verde esmeralda do país.

Chegando em Koh Samui

Como já disse aqui, escolhemos duas ilhas, uma de cada região: Koh Pha Ngan no Golfo da Tailândia e Koh Phi Phi na Costa Andaman. Queríamos curtir e descobrir  o que tem de diferente em cada uma delas mas não queríamos nenhuma ilha muito grande como Samui, Krabi ou Phuket. E vou dizer que foi o mais acertado para nós.

Para chegar até elas você tem diversas maneiras, tudo vai depender de quanto tempo tem disponível e do quanto está disposto a pagar por cada uma delas.

Existe a possibilidade de sair de ônibus de Bangkok e ir combinando formas de trem, ônibus e ferry; mas achei essa opção tão complicada e tomaria tanto tempo (cerca de 1 dia inteiro) que desisti na hora.

Foi então que decidimos ir de avião até um pedaço e logo após (sem ter que fazer pernoite) pegar um ferry boat até a ilha escolhida. E acho que foi a maneira mais fácil, rápido e menos cansativa. Sinceramente, não faria ou recomendaria de outra forma.

Para chegar de avião até Koh Pha Ngan, Koh Samui é a ilha mais próxima. Como tínhamos pouco tempo e não queríamos dormir em Koh Samui tínhamos que pegar um taxi até o pier mais perto e pegar um ferry boat até a sua ilha.

Porém, aqui você deve ter um cuidado, por que algumas ilhas (como no caso de Koh Pha Ngan) tem vários piers e alguns podem ser muito longe do seu hotel, para não ter problemas deixe para comprar o seu ferry quando desembarcar do vôo.

Indo ao encontro do ferry

No caminho para a saída do aeroporto, você vai se deparar com um quiosque de ferries, basta entregar para eles o voucher da reserva do hotel e eles farão o resto. Escolhem o melhor pier, ferry e terá até o transfer até o pier incluso.

Entretanto, fique esperto nos horários do ferry a maioria das ilhas são atendidas até umas 15:30 – 16:00, portanto planeje bem o seu vôo se o seu interesse não for aproveitar um pouquinho de Koh Samui.

Já para chegar em Phi Phi tem duas alternativas: Phuket com mais ofertas de vôos ou Krabi cujos vôos custam um pouco mais barato, entretanto as ofertas de horários de vôos não são muito bons, por isso escolhemos Phuket.

A super lotação do aeroporto em Phuket

Em Phuket você precisa fazer o mesmo esquema de achar o pier e pegar um ferry até a Vila Tonsai em Phi Phi.

Se o seu hotel for na Vila Tonsai bastará pegar o ferry e ao chegar poderá contratar um carregador para levar sua mala até o hotel (em Phi Phi não há circulação de carros como em Koh Pha Ngan), cheque com o seu hotel muitos deles dispõem desse serviço.

Chegando em Phi Phi

Entretanto, se você for ficar em algum hotel mais afastado como eu fiquei no PhiPhi Village Island,  precisará pegar mais um long boat até o mesmo. Ou então contratar o transfer do hotel, que apesar de mais caro será mais cômodo.

Como estávamos no final de viagem, cansados e com vontade de só relaxar resolvemos arcar com a lancha do hotel e foi ótimo. A lancha tem uma parte externa e outra interna com ar condicionado e bebidas a vontade, além disso, você não se preocupa com nada. Na saída do aeroporto de Phuket tem um motorista que te leva até uma marina e de lá você só sai na areia do seu hotel.

A parte interior do ferry do hotel Phi Phi Island Village

 
 

Para fazer os trechos Bangkok – Koh Samui – Phuket escolhemos a Bangkok Airways que se intitula uma companhia boutique. Confesso que no começo fiquei bem desconfiada. mas depois de uma rápida enquete no twitter resolvi arriscar e foi perfeito!!! Recomendo de olhos fechados.

A Bangkok Airways tem diversas vantagens sobre a soberana Thai e as low costs Air Asia e Nok:

• O limite de bagagem é de 20kgs.

Check in em Koh Samui

• Direito ao acesso a sala vip da companhia independente do valor e da classe do ticket que foi pago. Na salinha vip você tem acesso a internet wireless (ou computadores se precisar) através do seu numero de vôo (login) e número de assento (senha) e ainda várias comidinhas e bebidinhas gostosas.

Suco e café na sala vip da Bangkok Airways

• Os aviões são novos e todos tem refeições inclusas. Refeições mesmo, nada de lanchinho. Na ida para Samui, tivemos um café da manhã reforçado e para Phuket, um almoço bem gostosinho.

Nosso café da manhã

• Outra vantagem importante e que te economiza muito tempo, se você fizer o mesmo roteiro ou parecido, é que a Bangkok Airways tem vôos diretos entre algumas ilhas como Samui – Phuket, para falar a verdade o aeroporto de Koh Samui (que é uma graça, muito lindinho com diversas opções de lojas e restaurante bacanas. Adorei!!) é praticamente da Bangkok Airways. E isso é uma baita vantagem por que o vôo se torna mais rápido e  não sendo necessário voltar para Bangkok, eliminando o tempo de espera e a troca de avião.

Sala de embarque em Koh Samui

Se tem medo de voar vá preparado, pois Koh Samui – Phuket não é uma rota muito comum e por isso os aviões são turbo hélice bem pequenos (dois acentos em cada lado), mas isso não chega a prejudicar o vôo que foi muito bom por sinal e sem turbulências.

Avião Koh Samui – Phuket

No trecho Phuket – Bangkok fizemos com a Thai, apesar de existir opção pela Bangkok Airways, apesar dos preços serem bem parecidos, queríamos testar outra companhia. Os aviões são enormes (grandes mesmo, daqueles de dois andares que geralmente se usam para vôos internacionais) e nunca vão lotados, portanto há grandes possibilidades de adiantar vôos se precisar, como foi o nosso caso.

Entretanto, não existe nenhuma vantagem como sala vip ou internet e a refeição é apenas um lanchinho estilo GOL  (no meu caso foi um bolinho com um suco de laranja em caixinha) sem opções nem na bebida.

Eu realmente recomendo a Bangkok Airways por que achei o atendimento muito mais personalizado e atencioso.

Para falar a verdade, as opções para todos os bolsos na Tailândia, seja um estilo mais mochileiro ou alguém procurando luxo, com certeza irá achar.

• Nosso roteiro pela Tailândia

• Dicas de Hospedagens pelo país

• Circulando por Bangkok

• Os lindos templos de Bangkok

• Bangkok além dos templos

• Curtindo a noite de Bangkok

• A antiga capital da Tailândia: Ayutthaya!

• Como chegar até as ilhas tailandesas

Como explorar Koh Pha Ngan

O paraíso do Golfo da Tailândia: Koh Nang Yuan

• O aperitivo de Koh Phi Phi: Mosquito & Bamboo Island

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Bangkok é uma cidade grande com seus 10 milhões habitantes é uma espécie de São Paulo com muito congestionamento e um trânsito caótico.

Sabendo disso, não queria perder muito tempo presa no trânsito, afinal tínhamos apenas 4 dias para percorrer essa cidade tão linda. De imediato já tratei de procurar fontes alternativas para nos locomover por lá sem perder tanto tempo.

O barco é, com certeza, a melhor alternativa de locomoção em Bangkok

Na cidade existe metro e trem rápido (skytrain) mas só contam com 3 linhas e não cobrem uma grande região da cidade. Então a alternativa mais legal que achamos foi o Chao Phraya Express Boat, ou seja, 5 linhas de barcos que percorrem para cima e para baixo o Rio Chao Phraya, principal rio da cidade.

Barco de bandeira azul (não confundir com a bandeira amarela do reino)

Achei ótimo! Poderíamos percorrer quase todos os principais pontos turísticos e templos sem perder muito tempo no trânsito e ainda com vistas lindas da cidade. Além disso, ainda procuramos um hotel na beira do rio, que além de ter uma vista linda, ainda tinha fácil acesso ao Pier Central.

Paradas dos barcos do Chao Phraya Express Boat (clique para ampliar)

O Chao Phraya Express Boat possui 4 linhas que custam THB 15,00 e 1 linha turística que custa THB 30,00. Qual a diferença? Praticamente nenhuma! O barco turístico, por ser mais caro, é freqüentado basicamente por turistas, um pouco mais organizado e com barcos mais novos.

Na estação para os barcos laranja e azul e o barco turístico (azul) parando

Apesar de não ver necessidade nenhuma em pegar o barco turístico (pegamos apenas 1 vez) acho bem válido para uma primeira exploração da cidade; isso por que existe (apenas nesse barco) um guia que mostra e explica a história de todos os pontos turísticos que se localizam na beira do rio, em inglês e tailândes. Achei bem legal mesmo principalmente para se ter uma primeira idéia da cidade e dos templos.

Templos na beira do rio

Os barcos são diferenciados pelas cores nas suas bandeiras que ficam no teto dos barcos (não confundir com a bandeira amarela com o símbolo do reino que também fica no teto do barco). Laranja, Amarelo, Verde e o sem bandeira alguma são os utilizados pela população local, sendo a diferença entre eles as quantidades de paradas e as estações; recomendo evitar o sem bandeira pelo simples fato de parar em absolutamente todas as paradas e com isso ser mais lotado. Os barcos com bandeira azul são os barcos turísticos e que param perto das principais atrações turísticas.

Lado esquerdo da estação os barcos se locomovem sentido estação central e lado direito, se afastam da estação central.

Estação Tha Tien e o Templo Wat Arun

Outro detalhe é que não é preciso comprar bilhete antecipadamente ou na estação central. Basta entrar no barco, chamar a funcionária que estará balançando um recipiente cheio de moedas, pagar, receber seu bilhete e prontinho.

Pagando o ticket

Para chegar em lugares mais longes e que não são atendidos pelos barcos use preferencialmente o trem rápido ou skytrain. Muito confortáveis, com ar condicionado e quase sempre vazios são perfeitos para irem ao moderníssimo bairro de Siam (lugar dos shoppings e arranha céus) e ao mercado de final de semana Chatuchak.

Linhas verde e amarelo são linhas skytrain, linha azul identifica o metrô (clique para ampliar)

A compra do bilhete é super rápida e fácil. Basta chegar nas máquinas automáticas com suas moedas (que podem ser trocadas em vários guichês pelas estações), selecionar a estação de destino e pagar o valor correto (cada estação tem um valor diferente dependendo da distância percorrida e é mostrada em um gráfico ao lado das máquinas).

Lado Esquerdo: Máquina para comprar ticket

Lado Direito: valores respectivas de cada estação (a partir da estação central)

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Só cuidado para não comprar para o destino errado, não há máquinas para devolver seu dinheiro caso tenha pago a mais (diferente do Japão onde você pode reaver seu dinheiro). No pier central há conexões entre os barcos e o skytrain e o metrô também.

Mesmo assim precisa andar de taxi? Cuidado! Além de enfrentar congestionamentos, há muitos relatos de estrangeiros que são enganados por taxistas. É muito comum mesmo. Taxistas que tentam te levar para outros lugares onde eles ganham comissão e até alguns relatos de roubo.

Fila de taxis coloridos na frente do Chatuchak Weekend Market

Se precisar usar taxi, peça para o seu hotel, restaurante, bar ou loja chamar algum de confiança. A maioria não fala inglês e não entende uma palavra, portanto é importantíssimo pedir para alguém explicar para onde você quer ir. Uma dica importante é andar para todos os lugares com os cartões que os hotéis distribuem do seu endereço com escritas em tailândes.

Pegar taxi no hotel é seguro por que eles controlam a placa e o nome do motorista; existem policiais nas portas dos hotéis que tomam contam disso; além de chamar aqueles que eles sentem confiança e costumam trabalhar freqüentemente. Enquanto estávamos lá vimos sempre os mesmos  taxistas no nosso hotel e é visível o controle que se tem.

Chegando em Bangkok

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A Tailândia é famosa pela sua hospedagem barata. Sim é verdade existem hotéis de U$5,00, U$3,00, U$10,00; principalmente nas praias. Bangalos a beira do mar, com rede, por preços irrisórios é o que mais tem por lá.

Infelizmente sou fresca assumida para hotéis, não tem jeito, e esses hotéis geralmente são bem simples mesmos. Vimos vários durante nossa estada por lá e os quartos geralmente tem: uma rede e uma cama; o banheiro pode ser ou privativo ou, então coletivo. Tudo bem simples. Alguns nem ventilador não tem (acredite no calor infernal da Tailândia faz diferença).

Foi então que resolvemos que iríamos manter o nosso orçamento em hotéis e ver o que achávamos e me surpreendi!! Conseguimos hotéis muito legais alguns com preços abaixo do que geralmente usamos para viagens e com localizações (ao meu ver) perfeitas.

Em Bangkok li muito a respeito de trânsito caótico e muito congestionamento. E realmente, quando você sai do aeroporto já sente o drama na pele. A viagem parece interminável com um tal de anda, para, anda, para constante. Além disso, tem o drama de motoristas de Tuk Tuk e de taxi mal intencionados. É preciso cuidar muito por lá. O que mais se ouve é de histórias de assaltos e sequestros relâmpagos e de você pedir para ir para um lugar e te deixarem em outro. Então, quiz evitar e procurar um meio alternativo de nos locomover pela cidade e achei os barquinhos.

Vi que todos os principais templos e lugares que eu queria visitar estavam próximos ao Rio principal da cidade, o Chao Praya. Então, por que não tentar achar um hotel a beira do rio, além de evitar ao máximo os taxis e fugir do trânsito insuportável, ainda teria vistas lindas.

Achei vários, mas um me chamou a atenção e foi o que ficamos: o Chatrium Hotel Riverside.

Pegamos o quarto com vista para o rio que é enorme e foi perfeito. O atendimento é ótimo, a comida do restaurante é uma delícia, internet free nos quartos, e o quarto ainda conta com uma mini cozinha se precisar.

A localização é um pouquinho afastada (nada que atrapalhe) e eles tem barco próprio que deixa, durante o dia e a noite inteira, no pier central (que tem conexão com a estação central do metrô e do skytrain) e que leva cerca de 10 a 15 minutinhos.

Barquinho Transfer levando ao pier central

Achamos perfeito!! O concierge também é super prestativo e todos por ali te atendem muito bem.

E olha esse por do sol da nossa varanda do quarto… não é de morrer?

Pagamos em torno de THB 4.600 a diária com café incluso

Piscina do hotel com vista para o Rio Chao Praya

Em Koh Pha Ngan tinhamos o problema de locomoção. Aliás se locomover nas ilhas da Tailândia é um problema. Por que as estradas não são nada boas e sempre se ouve algum acidente de turista com a motinha alugada. Então queria algum hotel que tivesse uma cidade por perto, mas que fosse calma o suficiente (já que por lá o que mais se tem são festas durante toda a semana), afinal queríamos tranquilidade.

E acertamos em cheio com o SARIKANTANG. O hotel fica a 10 minutos a pé do centro de Haad Rin (a segunda principal vila da ilha) e a 15 minutos a pé da praia (sunrise beach) que tem a maior festa do país, a Full Moon Party. Mas ao mesmo tempo a praia do hotel (sunset beach) é um sossego só. Não se escuta nenhum barulho do agito, mas você ainda tem opções de restaurantes, lojinhas e se quiser agito escolher uma das festas que a ilha tem durante toda a semana.

Nossa cabana pé na areia sob o céu estrelado

Esse hotel tem diversos tipos de quartos diferentes, desde quartos na beira da piscina com borda infinita, quartos mais simples em cima do morro. Escolhemos um  dos apenas dois quartos na beira da areia da praia.

O nosso bangalo tinha cadeiras privativas para a praia e uma banheira com vista para o mar simplesmente de morrer. Era ótimo acordar e dormir com o som do mar e dos passarinhos.

Pagamos o equivalente a THB 2800 / diários com café da manhã incluso e internet wifi free.

Essa ilha sim foi o lugar mais caro de todos. Tanto para comer quanto para se hospedar. Na verdade até os passeios por lá são mais caros.

Escolhemos o hotel Phi Phi Village Resort. Apesar do hotel ser longe da vila de Tonsai não é nada exagerado são cerca de 15 minutos de long tail boat ou então uma caminhadinha de cerca de 30 minutos através de uma trilha. Não tentamos a trilha, mas de long tail boat é bem tranquilo.

Hotel visto de fora

Conseguimos almoçar todos os dias por lá, porém no jantar já era mais complicado e acabamos ficando no hotel mesmo.

Nosso bangalo em Koh Phi Phi

Na verdade para você ficar perto mesmo do agito, apenas escolhendo um hotel dentro da vila, por que todos os outros são longe e requerem ou uma boa caminhada ou então o long tail boat; já que por lá não tem estradas e nem carros para se locomover.

A comida do hotel é boa mas nada espetacular, o café da manhã (que está incluso na diária) tem uma variedade incrível de tudo, desde frutas, a pãe, bolachas, queijos, sucos. Hummmm….

Frutas de boas vindas

Os quartos são bangalos também dividido em quatro tipos: o superior, a deluxe, a beachfront e as villas.

A diferença entre a superior e a deluxe se resume apenas ao tamanho do quarto ser um pouco maior e um pouco mais perto do mar. A beachfront é igual a deluxe porém de frente para a praia e com banheira no quarto e as Villas são quartos enormes em cima de um morro com uma vista incrível para o mar e cada vila conta com uma piscina privativa. Até uma recepção separada existe para esses quartos.

O hotel ainda conta com uma piscina de borda infinita linda e enorme, 3 bares (sendo um molhado) e cerca de 4 restaurantes.

Detalhes do quarto: flores em todos os lugares

Um restaurante apenas para café da manhã, um restaurante que serve almoço a la carte e jantar em forma de buffet (apesar de ter o la carte também), outro de BBQ de frutos do mar (imperdível e o melhor do hotel na minha opinião, além de ser mais barato) e outro chiquérrimo que exige trajes mais formais e reserva antecipada.

Pegamos o quarto mais barato (superior) por cerca de THB 6.800 (com café da manhã) e já achei ótimo. O quarto tem um tamanho perfeito e uma cama deliciosa.

O único defeito é a mesquinharia de cobrar a internet. Apesar de eu não achar caro (era cerca de THB 60 por 30 minutos), a internet só pegava no lobby e recepção. Muito ruim em todos os aspectos.

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Nosso roteiro pela Tailândia

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Então que acabei de riscar mais um destino da minha imensa Bucket List. Há anos tento ir para a Tailândia, mas por um motivo ou outro nunca dava certo.

Porém esse ano consegui uma super promoção voando pela Turkish Airlines que foi simplesmente imperdível e irrecusável; com as passagens compradas, vieram as chuvas fortes e enchentes que ocorreram pela cidade de Bangkok e me deixaram meio apavorada, mas como esperança nunca morre, e o maridão incentivando, resolvemos manter os planos e arriscar.

Claro que como boa louca por planejamentos já estava pensando em mil alternativas e cidades que poderíamos recorrer no caso de Bangkok não ter se recuperado. Mas para minha felicidade abri as notícias na manhã da nossa viagem e  li que tanto Bangkok quanto Ayutthaya (a minha maior preocupação) estavam quase que completamente livres da enchente. Ufa!!!

Alguns pontos de Bangkok ainda estavam alagados

E lá fomos nós… e que viagem!!! Foram 15 dias simplesmente perfeitos e inesquecíveis. Tanto que já fiz novos planos para o país e pretendemos voltar tão logo a gente consiga.

E então, nosso roteiro ficou igualzinho tinha programado durante todos esses meses:

Nossa primeira parada foi a linda Bangkok (A), a cidade dos mil templos. Todos lindos, com pedrinhas espelhadas cravejando todos os prédios do templo que, assim que o sol bate, brilham. Lindissímo! Não tem como entrar em um e não ficar de boca aberta.

Wat Arum em Bangkok

Logo em seguida fomos a antiga capital da Tailândia destruída por uma guerra com os birmaneses e hoje tombada pela Unesco. Não tem nada que descreva Ayutthaya (B), só mesmo indo e conhecendo… as ruínas, os budas sem cabeça, a história. Um dia inteiro passa voando.

O único templo em Ayutthaya ainda alagado

Outro passeio de um dia foi a Damnoen Saduak (C) onde fica o mais famoso mercado flutuante, que apesar de ainda usado pelos locais já está dominado por bugigangas para turistas, e onde também fizemos o passeio inesquecível de elefante.

De lá (como bons ratos de praia) seguimos para as ilhas ao sul da Tailândia. E, além disso, queríamos descobrir e desvendar as duas costas do país; o mar de Andaman, onde fica Phuket e Koh Phi Phi, mas também o Golfo da Tailândia (Koh Samui e Koh Phangan).

Koh Samui vista do avião

Como essa era a grande viagem do ano em comemoração aos nossos 3 anos de casados, queríamos algo mais romântico e mais recluso, foi então que decidimos que nos concentraríamos em ilhas menores e fugiríamos das povoadas e sempre procuradas: Koh Samui e Phuket ou Krabi. É claro que existem ilhas menores ainda e talvez muito mais românticas, porém também queríamos um mínimo de infra estrutura, foi então que decidimos por Koh Phangan e Koh Phi Phi.

Koh Phangan (D) é conhecida mundialmente pela famosa festa Full Moon Party que acontece todos os meses durante a lua cheia. Ai vem a pergunta: “Mas vocês não queriam sossego?” Sim.. e foi exatamente o que achamos no hotel onde ficamos. Ele fica longe o suficiente da muvuca (super sossegado e silencioso), mas com todo o conforto que queríamos e procurávamos, e ainda com praias paradisíacas. E a possibilidade de passar o dia em Koh Nang Yuan (E)

Koh Phi Phi (F) é famosa e muito procurada, mas a maioria visita a ilha com um roteiro de 1 dia saindo da famosa Phuket. Koh Phi Phi é, na verdade, um arquipelago formado por algumas ilhas e uma mais linda que a outra, com suas águas cor esmeralda e seu mar lotado de peixes. Simplesmente um sonho de ilha… ficamos todos os dias pulando de ilha em ilha, fazendo snorkel e simplesmente estirados ao sol.

Maya Beach em Phi Phi

Não é a toa que a Tailândia é a terra do sorriso, as pessoas estão sempre felizes, sorrindo, não importa se estão com a sua cidade ou casa alagada, o sorriso não sai do rosto das pessoas. Dias repletos de templos de tirar o fôlego, massagens tailandesas, praias paradisíacas e pessoas simpáticas… hum… já estou com saudades.

E as enchentes? Bom… que enchente?

Vai uma Singha? Ou Chang?

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P.S.: Sawasdee – kaa é um comprimento thai, em todo lugar que se entra a saudação é sempre a mesma.

• P.S. 2: Observe o procedimento de entrada do país nesse post. Economize tempo na imigração!

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• Nosso roteiro pela Tailândia

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