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Depois de muita insistência do marido, finalmente resolvemos conhecer um pouco do México. O Filipe já tinha ido a muitos anos atrás com os pais e adorado; eu por outro lado tinha muito preconceito com o país e principalmente com a região.

O fato de estar sendo invadido por brasileiros em nada me agradava, pelo contrário só fazia com que a minha rejeição aumentasse ainda mais.

Mas ai surgiu o final do ano e queríamos muito fugir de tudo e passar uns dias em praias paradisíacas e lá veio ele novamente insistindo para conhecermos a tal Península de Yucatan. Meio a contra gosto e praticamente forçada, fui pesquisar preço das passagens e não é que achei uma combinação de vôos LAN + Aeromexico que ficaram super atrativos? Não deu para resistir, mas criei a condição de fazer um roteiro super a nossa cara com algumas trocas de hóteis e ficando o mínimo de tempo possível em Cancun.

Condição totalmente aprovada pelo Filipe e com a Cris completamente convencida pelo preço da passagem, lá fomos nós!!!

E que viagem… foi simplesmente uma das melhores viagens que fizemos (tá certo! eu sempre digo isso mas a verdade é que com o tempo, quanto mais viajamos mais experiência vamos tendo e melhores nossas viagens ficam).

Com direito a Reveillon em Playa Del Carmen ao som de David Guetta (valeu Paulinho pela dica viu!?), buggy quebrando em Cozumel, hotel nudista em Tulum (risadas garantidas!!), encontro inesperado com amigos que fazia muito tempo que não vimos em plena Coco Bongo em Cancun, descoberta de uma destilaria de tequila no caminho de Chichen Itza com direito a degustação, enfim… foi uma viagem que nos garantiu muito descanso, risadas e fotos incríveis.

E com isso tudo conclui: meu marido tinha razão mais uma vez. A Riviera Maia é incrível e surpreendente. Amei cada lugar que fui (inclusive Cancun) e cada experiência que tivemos.

Fiz um video com algumas imagens dessa viagem e acho que dá para sentir um pouquinho de tudo o que passamos. 

Espero que aproveitem!!!

 

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Esse ano começou e está terminando muito bem…

Foram inúmeras viagens, conhecendo lugares indiscritíveis, pessoas sensacionais, culturas inacreditáveis, comidas deliciosas.

Neste ano conseguimos mais uma vez conhecer novos lugares, próximos ou longínquos, tanto faz… o importante é conhecer o desconhecido, fazer novas amizades,viajar para passear, ou mesmo só para descançar.

Um ótimo final de ano a todos, repleto de novas descobertas e muitas viagens!!!

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Assim que aterrisamos já alugamos nosso carrinho que nos acompanharia em mais de 1.500km na Ilha Norte da Nova Zelândia. Mão inglesa, foi um riso só nos primeiros dias!!! Chegamos as 5:00 da manhã em pleno breu da noite. Mas o cansaço já foi embora quando avistamos a linda Sky Tower. Aliás em qualquer lugar da cidade é possível avistá-la.

Após um breve descanso fomos desbravar a cidade, afinal teríamos apenas 1 dia na cidade (nossa prioridade no país não era cidade e sim a borbulhante Rotorua, e assim deveria ser sua viajem a NZ). E vou dizer esse 1 dia foi o suficiente para conhecermos o principal da cidade.

Saimos direto em busca do porto que convenientemente ficava a cerca de 3 quadras do nosso hotel. Lindo o porto todo revitalizado com diversas opções para almoço, jantar, happy hour, barzinhos, baladinhas… um coladinho no outro. Basta ir para lá que opção não vai faltar.

Várias opções de restaurantes e bares

O porto foi revitalizado para America’s Cup e uma parte virou marina. Tem o museu marítimo de Auckland que conta a evolução do país na área naval, tem o prédio do ferry que é lindo e imponente e de lá saem ferrys para as várias ilhas da região.

The Ferry Building

De lá fomos ver a torre de pertinho… mas ainda não subimos. Mas já tiramos várias fotos. Na verdade a torre fica no complexo Sky City onde tem restaurantes, um cassino enoooorrrrrmeeee (perdi tudo lá hahahahha…. mas a decoração é muito mais bonita do que muito cassino que já entrei), hotéis e um teatro.

Mas o encanto dessa torre fica mesmo a noite. Sendo a estrutura mais alta da Nova Zelândia e na verdade do Hemisfério Sul, a torre tem 328 metros, com vista para toda a cidade (detalhe que Auckland assim como todas as cidades que passamos não tem muitos prédios altos). De lá é possível fazer um bungee (apesar de ser controlado) e também é possível andar pela estrutura do lado de fora da torre apenas se segurando em uma corda (pavor…). Basta entrar no Sky City e se dirigir para o andar subterrâneo.

Lá fica a entrada da torre e todas essas maluquices. Tem 3 restaurantes bem legais, inclusive 1 deles giratório (Orbit) bem legal… os preços são mais carinhos mas vale pela vista. Em 1 hora ele gira os 360 graus. Ahh e só uma observação, reservando uma mesa em qualquer um dos 3 restaurantes você pode entrar 45 minutos antes para visitar os decks de observação da torre sem cobrança extra.

Descendo a rua da torre se vê um parque lindoooo… é o Albert Park.  Lá é o ponto de encontro dos estudantes da Universidade da cidade. 

Atravessando a rua você dá de cara com a Universidade de Auckland e seus vários prédios históricos e lindos. A Old Government House (que estava em reforma), a Clock Tower, Old Choral Hall, são os mais conhecidos mas tem outros prédios também bonitos. Tudo isso basta dar a volta na quadra e olhar ao redor!!! Não esqueça de ver o muro (que fica ao lado da Choral Hall e aos fundos da Clock Tower) que fechava o Albert Park onde os militares britânicos ficavam.

Todos esses prédios você pode entrar para ver o interior, a Government House tem uma decoração bem antiga com quadros e detalhes imperdíveis. A Choral Hall não tem muita graça mas a Clock Tower é linda com teto em forma de abobada e uns vitrais lindos!

Porém lembre-se que você está dentro de uma universidade que está em funcionamento, portanto bom senso é a palavra chave.

Tudo isso foi feito em uma tarde… em uma delícia de passeio.

Quer fazer compras?? Nunca achei um lugar tão legal quanto Auckland. Lá você tem, bem no centro da cidade, um Free Shop!!! E é free shop mesmo, e não outlet; por isso não vá esperando araras e mais araras de roupas e aquela bagunça só. 

O Old CostumHouse era o departamento Alfandegário do porto e hoje virou um free shop recheado de marcas boas com preços supercamaradas. Tem marcas de Louis Vitton, Burberry, Dior, Chanel, várias marcas de cosméticos… um sonho!!!

Para comprar?? Funciona mesmo como um free shop, portanto não esqueça de levar o passaporte e sua passagem de volta. Você compra, paga e recebe um recibo para pegar a mercadoria.

Onde pegar?? Lá dentro do free shop mesmo. Sabe depois do controle de passaporte? Então verá de cara o free shop, na verdade no aeroporto tem dois free shop, procure pelo Galleria (do lado esquerdo depois da polícia) e voilá!!!!

Seguro, rápido, prático e o melhor: barato!!! 

Porém não se engane… nem todo produto e/ou marca que tem na costumhouse tem no free shop do aeroporto, portanto gostou, arremate. Isso porque mesmo se tiver o mesmo produto no aeroporto os preços são os mesmos. E assim não corre o risco de você ficar sem o seu desejo.

No próximo post: a vista mais bonita da cidade de Auckland.


Para você que gosta de viajar para o exterior e quer dirigir mundo afora é muito importante ter sempre em mãos uma carteira de habilitação internacional para evitar eventuais contratempos.

Existem duas formas de formas de você fazer sua habilitação internacional:

A primeira é indo até ao detran, essa é a forma mais barata!

É muito simples:Vá ao DETRAN e solicite a PID – Permissão Internacional Para Dirigir, qualquer condutor cadastrado no DETRAN, que já possuam CNH com foto pode fazer essa solicitação. Para isso você terá que pagar uma taxa de R$ 44,00. Pronto agora é só aguardar 10 dias úteis que sua PID será enviada pelo correio para sua casa e terá a mesma validade da sua Carteira Nacional de Habilitação.

Para saber a relação completa de países onde a PID será aceita é só acessar aqui.

A segunda forma é através da Touring, essa opção é mais rápida, mas também é bem mais cara!

Você terá que ir a uma das agências da Touring com duas fotos 3×4 coloridas e recentes, Xerox do RG, Carteira Nacional de Habilitação e comprovante de residência e ainda pagar uma taxa de R$ 355,00. Se você não quiser ir buscar a carteira pessoalmente pode pagar mais R$15,00 que eles te mandam por sedex em 5 dias úteis, ela também terá a mesma validade da sua Carteira Nacional de Habilitação.

Uma das melhores coisas, para mim, de visitar São Paulo é a agenda cultural da cidade. É tão rica, mas tão rica que dá vontade voltar todo final de semana só para dar conta de ir em todas as exposições, shows, feiras, teatros e etc….

Esse final de semana estava lá com o objetivo de ir a um show específico, mas aproveitamos a brechinha (pequenina mas como boa viajante sempre achamos um tempinho para aproveitar o tempo) para ir a uma exposição: a que marca 50 anos da carreira do Rei musica do Brasil: Roberto Carlos.

Não sou fã convicta do cantor, mas não há como negar que ele faz parte da cultura do país, afinal não é qualquer um que permanece nesse meio e com um sucesso como o dele por 50 anos.

O famoso calhambeque

Até dia 8 de maio a exposição de 4 andares que conta a história musical do rei e alguns itens pessoal estará lá no Parque Ibirapuera com adesão de R$ 20,00 (desconto de 10% para clientes Itaú).

Logo na entrada já se vê o famoso Calhambeque Azul do Rei que foi todo reformado ano passado pelo Emerson Fitipaldi!!! Na verdade só ali você já vai gastar um tempão tirando milhares de fotos.

Então se entra em um salão enorme cheio de carros do próprio acervo do cantor, limosine antiga, escort e um triciclo (eu quero um!!) amarelo lindo. Em exposição váriosss premios do cantor, discos de ouro, roupas da época da Velha Guarda, seu piano branco de shows e um cubo com a história de sua carreira.

Vários trofeis imprensa 

 

História do Rei

Subindo um andar se depara com vários lounges super confortáveis e bem montados onde é possível assistir uma série de entrevistas, shows, declarações sobre Roberto Carlos. Bem interessantes. Em dos lounges as cadeiras são em estilos futuristicos, no outro os bancos são lambretinhas, no outro bancos de automóveis antigos e no meio tem várias telas em vidro com banquinhos para assistir.

As lambretinhas lindas

Subindo mais um andar tem uma salinha enorme com vários puffs, cada puff onde se deita tem um alto falante com músicas advinha de quem??? Para quem é fã dá para fica hooooras ali escutando as músicas.

Quando se desce até o último andar (subsolo) tem vários presentes de fãs que ele guardou, um mini studio, uma simulação de um navio para homenagear o Cruzeiro do Rei Roberto Carlos e parte que eu mais gostei…

Simulação do estúdio

Homenagem ao cruzeiro

Para homenagear as rosas que o rei joga para suas fãs no final de cada show, existe um canteiro imenso com milhares de rosas vermelhas plantadas de verdade. Lindo de morrer, um cheirinho delicioso de rosas… ai ai… simplesmente LINDO!!!

O lindo e cheiroso jardim de rosas


Enfim para quem é fã dá para passar simplesmente o dia inteirinho curtindo cada cantinho daquela exposição. Mas mesmo para quem não é aquela fã fervorosa (afinal quem não admira o trabalho de Roberto Carlos??) vale a pena para conhecer um pouquinho mais de sua trajetora e do que fez o seu trabalho fazer ele virar icone de uma geração toda e mais de um pais todo.


Osaka é uma daquelas cidades perfeitas para servir de base para conhecer outras cidades no Japão.

Principalmente com a existência do trem bala e do ticket JR pass facilita e muito a vida do turista!!!


Alguns dos lugares que se pode fazer bate e volta a partir de Osaka (A, no mapa) são:

– Kobe (B)

– Nara (C)

– Himeji (D): lá está o maior e mais bonito castelo do Japão, aparentemente o mais visitado também. Para ir você pode pegar o mesmo shinkansen que vai para Hiroshima, ele passa por lá antes.

– Hiroshima (E): apesar de meio longe e ser um pouco cansativa a viagem da para fazer tranquilamente como bate e volta. Veja aqui.

Kyoto também pode servir de base para as mesmas cidades e além disso você pode fazer a partir de Kyoto 1 dia em Osaka sem problemas… poré reserve bastante dias para isso… pois Kyoto é necessário pelo menos 3 dias inteirinhos… lá tem muitas atrações e templos para se visitar… e acredite você vai querer conhecer a maioria deles.

A única viagem que tive tempo para fazer dessas foi Hiroshima, infelizmente, por que  dizem que Nara e Kobe são muito lindas. Mas eu queria conhecer um pouco da cidade de Osaka em si também…. Em um dia você consegue ver tudo o que Osaka tem de melhor… Sim… não é uma cidade com MUITOS atrativos como Kyoto mas com certeza é uma cidade que deve ser visitada.

Osaka é dividida por 2 rios, formando duas partes: Minami e Kita. Começamos pela parte sul ou Minami que fazem parte Shinbashi e Namba.

Chegamos a noite e já queriamos conhecer a mais agitada avenida a noite… convenientemente descobrimos que nosso hotel ficava a menos de 2 quadras do agito. 

A rua Dotombori é cheia de restaurantes, bares e com muitas lojas, além de muitos PACHINKOS que são os cassinos de lá (aliás que vivem cheios seja dia ou noite). A noite a agitação é intensa e é incrível ver a quantidade de pessoas que circulam por lá ao mesmo tempo; boa parte da rua é inclusive coberta. A vista é daquelas que cinema, com muitas placas iluminadas e neons… chega até a ser um pouco poluida.

As ruas de Dotombori e seus neons

Escodidinho por entre as ruelas e becos da área de Dotombori está o pequenino mas muito simpático templo HOZEN-JI. Uma graça de templo, quando chegamos lá tinham várias pessoas rezando e jogando água na deusa, prática muito comum dos adoradores, um símbolo de purificação. Aquele beco do templo, chamado de Hōzen-ji Yokochō também tem vários restaurantes legais. Aliás naquela região as últimas das preocupações é descobrir aonde jantar, pois o que não faltam são restaurantes, de todos os tipos, comidas e gostos.

O pequenino e simpático templo de Hogen-ji

Mais um detalhe

No dia seguinte para começar a explorar em si a cidade… resolvemos ir a um dos templos budistas mais antigos do Japão. Esse templo é composto por vários prédios e mesmo nenhum deles sendo original ainda permanece a sua beleza, templo Shitennoji.

Diferente de Kyoto onde os templos estão lotados de turistas, os prédios são mais bonitos, com jardins maravilhosos e cultivados minuciosamente; são colírios para os olhos.. e apesar de ter sim japonses a maioria ainda são turistas.

Naverdade os templos de Osaka e de Tokyo servem para observar as pessoas rezando e vendo um pouco do cotidiano religioso dos japoneses; não possui muita coisa para fazer e interessante fora isso não. São lugares para reza mesmo. Na verdade nesse templo tinha muito pouco turista, a maioria estava lá ascendendo incensos para seus budas, jogando água nas estátuas, escrevendo pedidos em tabuletas e em papéis que estavam sendo jogadas na água como uma forma de purificação. O interessante é mesmo ver esse movimento de pessoas, japoneses em seus rituais espirituais.

 Templo Shitennoji


Um dos altares do templo

 De lá seguimos para o Castelo de Osaka!!!! Dizem que o castelo mais bonito do Japão fica em Himeji…e que perto deste o castelo de Osaka não é nada…mas vou lhe contar achei LINDO o castelo de Osaka… rodeado por um parque delicioso, com estádio de atletismo, muita árvores deliciosas para um piknik e até um templo lindinho (Hokoku -jinja shrine).

O castelo fica bem no centro, com direito a fosso e tudo,um parque delicioso e lá dentro é um museu contando toda a história do Japão e de como Osaka foi importante, já que mesmo que brevemente Osaka foi a primeira capital do Japão.

Osaka-jo

Quando finalmente se chega lá o passeio começa pelo último andar (o 8º andar) de lá se tem uma vista incrível de toda a cidade… e como o castelo fica bem no alto e ainda tem um terraço 360º você pode ver realmente toda a cidade… 

Vista do 8º andar do castelo

E então conforme vai descendo os andares vai vendo realmente o museu… das guerras, dos xogunatos, dos imperadores e etc…

Ali pertinho também tem muitos restaurantes (na verdade achei um pouco pega turista..) 

 

Antes de ler esse post, leia a parte III

Fushimi – Inari Taisha: Esse templo é bem mais longe que os demais. E chega até a ser contra-mão. De ônibus existe apenas 1 linha que chega perto e com pouca frequência cerca de 30 minutos de intervalo entre um e outro, portanto muitas vezes a melhor forma de se chegar até lá é de metro, a boa notícia é que JR line ou seja quem tem o passe não paga  o ticket.

O incrível desse templo são as centenas de toriis (arcos de entrada vermelhos que existem nos lugares religiosos e de importância em todo o Japão) que estão alinhados colina acima. A grande maioria dos toriis foram doados por empresários e com escritas de suas preces em homenagem a deusa do arroz, Inari.

Torii que existe na entrada de todos os templos

Fileira de torii com as inscrições de preces

Templo Kiyomizu-dera: Esse templo tem a vista mais linda da cidade de Kyoto. O templo situa-se no topo de uma colina… Para chegar até lá em cima??? Subindo uma ladeira… mas apesar de alto, sabe que não achei tão cansativo assim?? A estrada que chega até lá é cheia de lojinhas, vá passeando com calma, vendo as lojinhas típicas, os doces feito de chá verde, souvenirs de todas as espécies e ao chega lá em cima aprecie a vista sem pressa , vá até a varanda do templo de contemple a vista, depois vá descendo e batendo quantas fotos quiser. O por do sol de lá é incrível, mas nao fique até muito tarde o trajeto de descida não tem muita iluminação não.

Kiyomizu-dera Temple e sua varanda

Vista do Templo ao escurecer e a Torre de Kyoto

Ginkaku-ji Temple: ou Pavilhão de Prata. Confesso que se você for visitar o Templo Dourado, ou Kinkaku-ji acho que esse templo fica totalmente dispensado. Chegamos lá esperando um acabamento prateado como o nome e nos descepcionamos. Para variar nesse templo o que compensa são os lindos jardins e a bela vista da cidade.

Vista de cima dos jardins, da cidade e do Ginkaku-ji

Palácio Imperial: Como deu para perceber até agora, Kyoto apesar de ser uma cidade grande e pulsante, é uma cidade cheia de parques, árvores que no outono enchem de folhas vermelhinhas, vermelhinhas… Muito lindo!!! E o palácio imperial fica exatamente dentro de um palácio lindo, cheio de árvores altas, lagos, pontes… Lindo!!!

Normalmente a entrada deve ser marcada e é necessário levar passaporte. Entretanto nós tivemos uma sorte incrível… durante aquela semana (e detalhe…o dia que fomos era o ULTIMO) estava sendo comemorada a posse do imperador atual… portanto a entrada estava liberada (não necessitando de reserva) e para todos os jardins e cômodos, além disso estava expostos vários objetos que são usados nos entronamentos e nas cerimônias mais reais. Bem legal pois podemos aprender um pouco da cultura japonesa e da figura do imperador. Foi bem legal e extremamente importante para entendermos um pouco mais do Japão!!!!

O prédio principal onde se assume o trono real

O jardim mais lindo do Palácio Imperial

Santuário Yasaka e Parque Maruyama: Esse santuário fica no final da rua mais badalada de Gion e tem um portão lindo todo vermelho… o templo é super colorido e muito importante para as pessoas de Kyoto pois é ali que a maioria comemora o Ano Novo orando por saúde e prosperidade. Continuando pelo santuário fica o Parque Maruyama, uma parque lindo e bom para ficar sentada descansando e admirando as dezenas de japonesas que ficam andando de quimonos. Durante a primavera dizem que as pessoas vão admirar a floração das cerejeiras.

Santuário Yasaka no final da rua Shijo-dori em Gion

Santuário Yasaka

Parque Maruyama e as lindas cores do outono

Enfim assim termina as séries de pontos turísticos de Kyoto… uma cidade linda, inspiradora, moderna e ao mesmo tempo centro de cultura e com prédios antigos cheio de história. Parques lindos com árvores que no outono tem as folhas vermelhinhas e que na primavera aprecia de perto a floração da cerejeira. Uma cidade inspiradora e inesquecível, que com certeza deixou em nossas memórias experiências e imagens que talvez nunca mais veremos iguais.


Continuação do post anterior…

Gion: um dos bairros mais tradicionais de Kyoto, sua rua cheia de lojas é um convite ao consumo. Além disso, vale a pena reservar para visitá-lo na hora do almoço, pois existem várias opções de restaurante, desde chinês a italiano. Dizem que nesse bairro a noite, é onde se encontra várias gueixas, infelizmente não tive essa sorte. Vai ficar para a próxima….

Bairro Gion

 

Pontocho: é uma ruazinha minúscula… mas virou muito turística, bem tradicional com sua lanternas japonesas, diz ser reduto de gueixas, assim como Gion, mas também não vi. Essa ruazinha diferente de Gion não tem muitas lojas, mas tem diversos restaurantes…. e prepara-se para gastar, pois lá os pratos são caríssimos, mas os restaurantes são um charme a parte. E a comida é divina. Ainda tem a possibilidade de jantar em salas privativas e até de contratar gueixas para entreter seu jantar….

Pontocho e suas lanternas

Toji Temple: O ultimo templo que visitamos foi o Toji.. Os guias diziam que esse templo não tinha muita beleza, mas que sua importância histórica era extremamente importante. Esse templo é um dos mais antigos da cidade sendo construído em 794 d.C. pelo império com o intuito de aumentar a proteção da cidade. O pagoda de cinco andares é o mais alto de todo o Japão. Confesso que fui sem muita expectativa porém quando chegamos lá o visual foi inacreditável. O local onde esse templo se localiza não é muito convidativo, parece até meio estranho ter um templo ali mas aconselho a visita. O clima todo de outono acredito que ajudou muito… Apesar de os prédios onde ficam as estátuas serem bem antigos, empoeirados e bem velhos, a beleza dos jardins com o pagoda de fundo é incrível.

Entrada do Toji Temple e o pagoda mais alto do Japão

 

Sanjusangen-do Temple:  Esse templo é fascinante e um dos imperdíveis em Kyoto… Sua fachada não é a mais bonita, seus prédios não são os mais bonitos, mais ao você entrar e ver as 1001 estátuas de Kannon, a linda Deusa da Misericórdia. São 1.000 estátuas de tamanhos exatos, com seus vários braços e no centro existe uma estátua imensa… Simplesmente impressionante. Pena que não dá para tirar fotos lá dentro.

Entrada do fascinante templo

Castelo de Nijo: O castelo é um dos mais importantes do Japão e foi construído pelo xogum Tokugawa. Seu interior possuem paredes ornadas pelos melhores pintores da escola Kano, uma das principais da época. Além disso uma das maiores atrações é o famoso Piso Rouxinol, o intuito dele era avisar sobre possíveis intrusores sem alertá-los. Isso ocorria pelo rangido do parafusos do piso que fazem um barulho do canto do rouxinol mesmo….. O impressionante é que até hoje ao pisar você ainda escuta o barulho.  Através de bonecos também é possível explorar um pouco do cotidiano da época, e a forma como faziam reuniões sobre batalhas e etc. (p.s.: também é proibido tirar fotos no interior)

Detalhe do portão de entrada do castelo

 

Aguarde pela parte III

Segue a parte III


Kyoto é uma daquelas cidades que não tem como não se apaixonar. Tudo é inspirador!!! O clima de uma cidade não tem como ficar mais zen.

A cidade é imperdível e retrata bem o velho Japão, sendo uma de suas cidades mais antigas.

Kyoto tem tantos templos, que para conhecer todos seria necessários semanas e mais semanas para conhecer todos. Afinal são mais de 1600 templos budistas e 400 xintoistas; são 17 UNESCO World Heritage sites.

Diferente das outras cidades, aqui é possível encontrar diversos parques, lagos e muita natureza, mas nada sem perder seu charme, muito pelo contrário essa diferença com as outras cidades é que a torna inesquecível. Lá encontramos os templos mais bonitos que vimos em todo o Japão (na verdade já estávamos meio decepcionados com os templos do país, mas Kyoto foi uma surpreendente e agradável surpresa).

Kyoto já foi a capital do Japão, já abrigou a família imperial (794 – 1868) e hoje é uma das cidades culturalmente mais rica do mundo. 

No primeiro dia, fizemos a maior parte do trajeto a pé, queríamos explorar a cidade e foi incrível, pois entravámos em ruazinhas pequeninas com aquelas casinhas antigas e lanternas penduradas ao lado de fora, pessoas de quimonos passeando pelas ruas. Mas a melhor forma de se virar lá é o bom e velho ônibus. Infelizmente o JR Pass não inclui os ônibus, mas se você for andar o dia todo de ônibus (pelo menos umas 3 vezes, ahhh e quase todo templo tem um ponto perto) vale a pena comprar o passe diário que pode ser comprado em vários hoteis e na estação central de Kyoto.

A seguir vou relatar os pontos que fizemos, não necessariamente na mesma ordem que fizemos:

Nishi Honhan-ji: Um complexo enorme de prédios, abriga tesouros nacionais, funciona como escola de budismo e controla cerca de 10.000 templos.

Portões do Templo

Altar de um dos prédios.

Estação de Kyoto: A estação de Kyoto é enorme, tem vários restaurantes, lojinhas, cafés e até mesmo um terraço que se tem uma vista privilegiada da cidade. Passamos um tempinho lá e adoramos.

Rodizio de sushi delicioso na estação de Kyoto 

Kyoto Tower: Em frente com a estação fica a Kyoto Tower e tem um vista 360 graus da cidade. Para variar subimos na hora do por do sol e foi o máximo. O sol se põe atrás de montanhas e a cidade bemmm lentamente vai escurecendo e ascendendo suas luzes… Renderam ótimas fotos.

A noite

             Assistindo o por do sol da torre

Kinkaku-ji: ou o pavilhão dourado. Esse templo é simplesmente M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O. A gente fica impressionado com a beleza daquele prédio. Um prédio de três andares folheado a ouro (!!!) e cercado por um jardim magnifico que estava cercado de árvores com as suas folhas vermelhinhas… Nossa foi difícil sair desse templo de tão lindo e maravilhoso que ele é. Na verdade deveríamos ter ido por último por que depois dele nada tem muita graça. 

O espetacular Templo Dourado

Jardim do Templo com as folhas características do outono japonês


O Monte Fuji é sem dúvida nenhuma uma das marcas registradas do Japão, todo japonês já subiu ou subirá até o seu cume pelo menos uma vez na vida. Dizem que o nascer do sol lá é incrível e traz muitas energias boas, entretanto esse passeio é possível apenas no verão.

Como chegamos em pleno outono, queríamos uma cidade em que tivessemos uma vista linda do Sr. Fuji. Entre várias cidades que existem resolvemos ir para Hakone que é na verdade a mais tradicional, mas que, atenção, só compensa ir se o tempo estiver bom e olhe lá… por que o Fuji tem mania de se esconder atras de nuvens e mesmo quando o céu está bom a probabilidade de vê-lo é pequena.

Na verdade muitos lugares de Tokyo é possível ver o Mt Fuji de um dia claro: da Tokyo Tower, do Roppongi Hills e etc… mas nada se compara a vê-lo de pertinho… é uma sensação indiscritível.

Saímos de Tokyo via Shinagawa onde pegamos o trem bala (o dia estava tão bonito, que conseguimos ver o Monte Fuji já do trem bala, na ida peça para sentar na direita), de lá fomos direto para a estação de Odawara. Chegando você compra um ticket para dois dias onde você pode comprar nas maquinas que tem lá mesmo, mais fácil do que enfrentar a confusão de filas cheia de estrangeiros.

Vista do Monte Fuji do trem bala

Nesse ticket estão inclusos todos os tipos de meio de transporte que você usará a partir de agora: trenzinho, barco pirata, telefêrico, outro teleférico, ônibus… Nesse passeio você vai usar vários tipos de meios de transporte.

Mas atenção, vá logo pela manhã quando na previsão do tempo dizer que o tempo estará bom (alias lá no Japão outra coisa incrível é justamente isso, a previsão do tempo não erra nunca). E assim que chegar em Hakone vá direto para o lugar onde se tem a vista mais linda do Monte Fuji que é o passeio de barco pirata. Pois assim a chance das nuvens entrar na frente do vulcão diminui um pouco.

Então esse foi o roteiro que fizemos:

Saímos da estação do trem bala e fomos direto pegar o ônibus até Hakone-moto, é lá as margens do Lago Ashi, que se tem a vista mais linda do Monte Fuji. Aquele topo coberto de neve branquinha com aquele lago enorme. Lindo!!! Ali passamos boa parte do tempo sem dar trégua para o botão da máquina fotográfica.

Vista do Monte Fuji e o Lago Ashi

Ali se pega um barco pirata (???? até para mim foi estranho…mas tá né?!!) e atravessa o lago até chegar do outro lado onde se pega um ropeway/teleférico. Onde se pode avistar de novo o vulcão bem pertinho e ainda as fumaças sulfurosas que comprovam a atividade vulcânica do lugar. Se tiver estômago vale a pena comer o ovo preto. Sim… é um ovo que é cozinhado nas água sulfuricas (por isso a cor preta) e que diz fazer muito bem a saúde garantindo ao corajoso 7 anos a mais de vida.

Fumaça Sulfurosa 

Ali de cima, depois de 2 ropeway que é considerado o teleférico mais visitado do mundo, a vista do Fuji é novamente de tirar o folêgo. Após esse momento prepare-se para a descida por um cablecar/funicular no meio da mata. A natureza lá é linda mais difícil de ser admirada já que a quantidade de gente é enorme. Logo após a descida pega-se novamente um trezinho para então chegar na estação de Odawara. Não esqueça de sentar agora do lado esquerdo e assistir um por do sol incrível com o Fuji de fundo.

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