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Além de todos os passeios que já comentei aquiaqui e aqui no blog, ainda tem alguns lugares que gostaria de citar e que achei que fizeram toda a diferença na viagem.

Por exemplo o INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), na minha opinião, é um dos lugares imperdíveis na cidade. O parque é uma espécie de zoológico da Amazônia.  

Lá é possível conhecer de perto uma série de animais que vivem naquela região, como as ariranhas, peixe boi, macaquinhos e araras soltas pelo parque, jacarés e até as tartarugas gigantes da Amazônia (lindas!).

O legal é que por lá ficam uma série de guias que nos contam curiosidades sobre os bichos. Não deixe também de passar por um museu (Casa da Ciência) que existe lá dentro e verificar a maior folha encontrada na floresta (realmente impressionante), réplicas de casas usadas pelos índios e diversas espécies de piranhas empalhadas.

A dica é fazer uma parada na banquinha próxima a Casa da Ciência e apreciar um sorvete de cupuaçu ou açaí. Não esqueça também de comprar a ração das tartarugas por ali; faz toda a diferença para conseguir visualizá-las legal!

As tartarugas gigantes da Amazônia 

A noite, se estiver em Manaus no primeiro semestre, não deixe de aproveitar os ensaios do Boi Bumbá que são realizados todo sábado a noite no sambódromo. O ingresso custa R$ 5,00 e cada sábado é um boi diferente, em um Caprichoso e outro Garantido.

Fomos no ensaio do boi vermelho: o Garantido. E vou dizer que é um espetáculo a parte. O pessoal que vai ver o ensaio são torcedores fiéis, sabem todas as letras e todas as coreografias. É lindo ver todo mundo dançando junto e igualzinho. Confesso que deu vontade de ir correndo para O Festival de Parintins. Vale muito a pena.

E para terminar não esqueça de, além de provar alguns dos quitutes amazônicos que já comentei nesse post, beber muito suco de frutas típicas como Cupuaçu e Açaí e também o Guaraná puro, direto da fruta. Além de comprar os bombons de Castanha e de Cupuaçu que são deliciosos e servem como uma ótima lembrança para os amigos.

Eu, viciada em Cupuaçu e o Filipe, em Guaraná

As lembrançinhas mais deliciosas!

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Sem dúvida nenhuma o passeio que mais gostei de toda a viagem foi ver de pertinho o Encontro das Águas.

Mas a dúvida sempre foi como fazer esse passeio sem apelar para agências de turismo. Isso por que o passeio por agência sai as 8:00 e volta as 17:00 (ou seja dura um dia inteiro) e envolve: encontro das águas, passeio no igarapé, observação de vitória régia com parada para almoço em um restaurante flutuante. Além de cobrar caro, ainda teria que dividir espaço nas fotos com um monte de gente, ficar 5 segundos no lugar e depois partir para outro e assim ficar o dia inteiro; isso sem falar no fato de que perderia 1 dia inteiro para apenas um passeio.

Navegando pelo Rio Negro para chegar ao Encontro das Águas

Sem dúvida tínhamos que achar outra alternativa. Na cidade existem vários portos de onde sai barqueiros, ferries que atravessam o Rio Negro mas descobrimos que o Porto do Ceasa (perto da Bola do Suframa) é o mais próximo ao encontro das águas, então lá fomos nós.

Ao chegar você se depara com uma série de barqueiros oferecendo seus serviços, conversamos com alguns e assim escolhemos o Fred (recomendo!! Contato no final do post) e o nosso roteiro (você pode escolher qualquer passeio, até focagem de jacaré a noite eles fazem), acertamos o preço e o resto foi só curtir.

O barco era bem legalzinho, novo, com uma cobertura para proteger do sol forte. Escolhemos o roteiro completo (igual aquele feito pela agência de turismo), com as vantagens de sermos sós nós no barco e de ser feito todo em 1 hora e meia com toda a calma do mundo, aproveitando o tempo que queríamos em cada lugar, tirando quantas fotos queríamos. Super Recomendo! O barqueiro serviu até de guia turístico mesmo, contando as curiosidades da região e de quem mora por ali.

Nós no barquinho

Saímos do porto e fomos direto para o Encontro das Águas. O encontro dos Rios Negro (coloração escura) e Solimões (coloração mais clara) que fazem parte da Maior Bacia Hidrográfica do mundo e que formam o Rio Amazonas, o maior rio do mundo.

O interessante é que os dois rios não se misturam por 6km isso por que os dois possuem velocidade, densidade e temperatura diferente. Para perceber essa diferença ao chegar pertinho do encontro coloque a mão na água e siga assim até chegar no Rio Solimões.

Rio Solimões + Rio Negro

Depois do encontro, fomos ali pertinho ver as vitórias régias… achei incrível, sempre quiz vê-las de pertinho e achei lindo!!!

“Close” das Vitórias Régias

E então ao passeio no Igarapé, passeando por dentro da floresta chega-se a uma comunidade de ribeirinhos que vive por lá, muito interessante ver as casas flutuantes pelo Rio Negro e como aquela comunidade vive, com escolas, mercadinhos e etc.

Por lá tem ainda uma das casas que entramos e que o morador tem uma criação de pirarucus (para turista ver) e por lá é possível ver de perto o peixe que pode atingir 3 metros e até alimentá-los, apesar de pega turista achei muito divertido.

Achei o passeio inteiro muito divertido e incrível. Valeu muito a pena fazer tudo por conta, com um barco só para a gente e com tempo de fazer e pararmos aonde queríamos e por quanto tempo a gente queria. Vale a pena.

 

  


Além de ver o encontro das águas do rio, é muito legal ver de cima, do ar. Sim… é possível ver o encontro das águas do ar, basta sentar do lado esquerdo (se estiver voando para o sul) do avião. Você terá  vistas lindas do Encontro do Rio Negro e Solimões e a formação do Rio Amazonas.

Acima: Encontro Rio Negro (mais escuro) e Rio Solimões (mais claro)

Abaixo: Depois do encontro, o Rio Amazonas formado

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Mais sobre a viagem de Manaus aqui:

Resumo da Viagem

Se hospedando em uma Jungle Lodge

Passeios em meio a Floresta Amazônica

O lindo Teatro Amazonas

Manaus já estava nas nossas listas de viagens a muito tempo. Meu sonho era mostrar ao meu marido o lindo Teatro Amazonas, para mim não tem teatro mais lindo no Brasil. Além disso já morei por lá a muito tempo e estava louca para ver os locais de uma parte da minha infância.

É lógico que ao voltar do hotel selva estávamos ansiosos para ir correndo para a Praça de São Sebastião e chegando, lá estava o lindo e imponente teatro da época do ciclo da borracha. Com sua coloração rosada e aquela cúpula com as cores da bandeira do Brasil. O interessante é que a cúpula foi colocada depois e é apenas algo decorativo para o principal prédio da cidade poder ser visto do porto quando as embarcações chegassem a cidade.

É imprescindível a visita guiada pelo teatro, realizado a cada 30 minutos, para conhecer todo o interior do prédio, além de toda a sua história e das pinturas expostas. Aliás a vista mais bonita da praça está justamente de cima do teatro, na varanda do salão de festas.

Vista da Praça São Sebastião do alto do Teatro Amazonas

Os detalhes da construção, as pinturas, a iluminação, os camarotes, os lustres são lindos e valem a pena ser notados. O teto do teatro é uma pintura da base da Torre Eiffel, as máscaras de teatro com nomes de escritores famosos em cada pilastra do auditório, pinturas que mudam de posição conforme você vai andando e etc. Enfim… imperdível.

Após o passeio no Teatro, a Igreja São Sebastião e a sua torre única (já que a segunda nunca foi nem sequer começada) fica do lado esquerdo do teatro. Infelizmente não consegui visitar o interior pois estava fechada mas dizem que o interior é lindo e cheio de afrescos.

Do lado direito várias casinhas coloridas lindas que a noite viram barzinhos deliciosos e ótimos para comer as comidas tradicionais de Manaus. Atrás, está o lindo prédio do Palácio da Justiça que também tem visitas guiadas mas em feriados permanece fechado.

Acima o Palácio da Justiça e abaixo as casinhas coloridas

OBS: Aliás, me senti um pouco incomodada com isso, mas em feriados muitas atrações não abrem ou fecham mais cedo. Inadmissível! Fica a dica para quem ir a Manaus é sempre pesquisar se as atrações abrem e os horários também.

Após o passeio pela praça, pegamos o carro e fomos dar uma volta pelo centro da cidade. Fiquei impressionada com a desorganização do centro da cidade. Vários moradores já tinham me alertado que o centro e a zona franca da cidade já estava degradada e com poucos atrativos (inclusive em preços) e constatamos que é realidade.

Mas nesse passeio vimos várias praças e prédios antigos lindos como o Relógio da cidade e o prédio do Mercado Municipal.

Relógio da Cidade e Mercado Municipal

Nessa hora a fome já bateu com certeza, provamos o Restaurante Choupana e recomendo! Provamos muitos pratos deliciosos como o Tacacá (“sopinha” com folha de jambo que amortece a boca e camarões além do molho de tucupi), Caldinho de Pirarucu (uma delícia!), e um peixinho Tucunaré (mas tem pirarucu, tambaqui e etc)… hummmmm… De sobremesa? Sorvete de Cupuaçu, é lógico!! Mas há várias opções tanto de restaurantes como de pratos típicos. Só aconselho a provar tantos quanto conseguir.

Caldinho de Pirarucu e Tacacá

 

 

 

 

Mais sobre a viagem de Manaus aqui:

• Resumo da Viagem

• Se hospedando em uma Jungle Lodge

• Passeios em meio a Floresta Amazônica

 Encontro das Águas

Enquanto você estiver na sua estadia nos Hoteis Floresta vai ter muita opção de passeio. Se não quiser ficar um segundo parada você não fica.

Tem passeios para ver o sol nascer (que ouvi dizer ser furada), passeio durante a alvorada pela mata para aprender mais sobre a Floresta (achei legal mas quando fiquei sabendo da quantidade de mosquito que vinha de brinde desistimos), pescaria de piranhas, nadar com botos e etc.

Aqui vou listar os passeios que fiz e posso dizer que adorei todos (apesar de existir muitos outros).

• Nadando com os Botos:

Esse passeio é sempre opcional, independente de qual hotel for se hospedar e não é realizado todos os dias não, no intuito de não incomodar os ilustres habitantes da área; no Ariaú, era toda terça e quinta.

Na verdade não peguei um dia muito bom para o passeio, não. Estava chovendo e o Rio Negro estava super agitado, formando até ondas, mas como não podíamos deixar passar essa oportunidade, vestimos nosso colete salva vidas (obrigatório pelo guia do passeio) e lá caímos nós no Rio Negro.

Logo após o guia entrou na água com um balde cheio de peixes e começou a jogá-los no rio, depois de uns minutinhos lá estavam eles, passando por baixo das nossas pernas, correndo atrás dos peixes… muito fofos!!

Nossos amigos chegando

Eles chegam muito pertinho, você literalmente consegue nadar com eles; tocar na sua pele macia… só infelizmente o guia não nos deixou alimentá-los (não sei se por causa da agitação do rio ou por precaução mesmo).

Uma curiosidade: Os botos chamados de rosa, na verdade nascem cinza. Quanto mais novinho o boto mais cinza ele é, conforme ele vai ficando mais velho ai sim vira rosa. Portanto nem todos os botos que você vai ver no passeio (no nosso tinham 3 ou 4) serão literalmente rosa.

• Visita a uma comunidade ribeirinha:

É incrível como tem comunidades inteiras que vivem e sobrevivem naquele fim do mundo, longe de tudo e perto de nada. Achei muito interessante ver como eles vivem, do que se alimentam. Tudo o que eles precisam, eles plantam por lá mesmo; tem açaí, urucum (para fazer as pinturas no corpo), mandioca e etc.

Urucum e a índia lindinha

Eles mostram, também, todo o processo de fabricação da farinha de mandioca, tucupi e goma da tapioca. Depois de moer (1) a mandioca venenosa, a mesma é espremida (2) separando então a farinha de mandioca do líquido venenoso. Esse líquido é o famoso tucupi, lógico que só é comestível após de ser fervido várias vezes até ter certeza de que o veneno foi totalmente eliminado (3). No fundo do tucupi fica uma massa branca: a goma da tapioca (4). Que a ribeirinha fez um biju delicioso como lanchinho da tarde.

• Pescaria de piranhas:

Na volta para o hotel paramos em uma região que tem bastante incidência de piranhas. Paramos, o guia distribuiu varas e iscas para pesca e lá fomos nós tentar pegar piranhas. Achei dificílimo esse negócio de pescaria e entendi que não tenho vocação nenhuma para a coisa. Mas teve muita gente no barco que realmente conseguiu pegá-las. E achei o máximos ver as piranhas de pertinho, com seus dentes super afiados, ninguém teve a coragem de tirá-las do anzol. 

• Por do sol:

O mais legal de todos esses passeios são as paisagens que temos. Uma mais linda que a outra, realmente de tirar o fôlego. E nessa hora o sol já estava se pondo o que fazia que as mesmas virassem mágicas. Com o céu numa coloração sem igual e toda aquela selva refletindo nas águas do Rio Negro. Foi incrível.

Ao chegar no hotel o céu estava uma mistura de rosa, com amarelo, laranja; ficamos um tempão ali, boquiabertos, tirando fotografias e admirando a beleza do lugar que estávamos.

• Focagem de jacaré:

Após o jantar, teve mais um passeio, o mais emocionante do dia. Pegamos o barquinho e assim que entramos já fomos avisados das “regras”: silêncio até o momento do jacaré ser pego, não emita luz de nenhum tipo seja flashes, celulares nada, sem movimentos bruscos e nada de levantar do barco ou por a mão para o lado de fora (eu que não ia ser louca).

Assim fomos no meio da selva na escuridão completa e apenas uma lanterna absurdamente potente usada pelos guias para achar os bichos saimos em busca do nosso filhote de jacaré. Muitas vezes, quando passavam a luz, era possível ver os olhinhos vermelhos (ao meu ver amarelos) dos jacarés.

Depois do guia pegar o filhotinho de jacaré, daí a festa era completa e passam de mão em mão para tirar fotografias, o guia conta as diferenças entre macho e fêmea e todas as curiosidades da espécie e então liberta o bichinho.

Prestando atenção nas explicações

Enfim foram passeios inesquecíveis e que nos brindaram paisagens maravilhosas que ficarão para sempre guardadas na nossa memória.

Mais sobre a viagem de Manaus aqui:

• Resumo da Viagem

• Se hospedando em uma Jungle Lodge

• O lindo Teatro Amazonas

 Encontro das Águas

Uma das coisas mais legais e que estava muito ansiosa para fazer era passear pela Floresta Amazônica, entrar contato mesmo com a natureza. Para isso tem 2 opções: a primeira é fazer um passeio de 1 dia pelos hotéis florestas que te levam pelo contato básico com a região e a outra e mais legal é ficar hospedado em uma Jungle Lodge ou Hotel Floresta.

Um pedaço dos 8 km do hotel em meio a Floresta

Esses hotéis ficam instalados na beira do Rio Negro e em meio a Floresta Amazônica, basta abrir a janela do seu quarto que lá está. Existem vários hotéis e eles mesmo te oferecem um menu de passeios que vai desde observar os pássaros e o nascer do sol, até nadar com os botos. Eles programam tudo para você.

Vista para o Rio Negro do quarto do hotel Ariaú

Escolhemos o mais tradicional e conhecido: Ariaú Towers. Antes de decidirmos ficamos muito na dúvida pois lemos que o hotel não estaria no auge, porém lemos também muitas pessoas que disseram que era o único que ficava totalmente dentro da Floresta além de ficar em uma das partes mais bonitas da região. Então decidimos arriscar.

Rio Negro

O Hotel realmente está precisando urgente de uma reforma. Os quartos não são tão modernos mas são confortáveis, a estrutura de todo hotel parece estar meio abandonada mas não se pode negar o que todo mundo já havia dito: A região do hotel é lindaaaaaaaaaa… O por do sol é incrível, ele é realmente integrado dentro da floresta e tem 8km de passarela que você pode caminhar calmamente, onde pode ter a sorte (como eu!) até de encontrar um boto rosa nadando por ali.

Um pedaço do hotel

Para chegar até o Ariaú é necessário percorrer cerca de 2 horas pelo Rio Negro. O barco é providenciado pelo próprio hotel que cuida de tudo,  na reserva basta dizer o horário do seu vôo ou em qual hotel estará hospedado, eles te buscam, te levam até o pier do Hotel Tropical (da onde sai o barco) e o transfer até o hotel acompanhado de um guia que te conta todas as curiosidades da região e sabe responder todas as suas perguntas. O barco sai mais ou menos as 8:00 e retorna todo dia as 16:00.

O caminho pelo Rio Negro para o hotel

Ao chegar no hotel será recepcionado por uma índia da região e muita música . Após ser feito o check in, será designado o seu “guia” durante a hospedagem. É por ele que você reserva todos os seus passeios, tira dúvidas e te avisa de todos os horários.

Muitos passeios estão inclusos na diária e vale a pena serem explorados. Pagamos, na verdade, apenas 1 passeio extra: nadar com os botos rosa; e vou dizer que vale cada centavo.

As refeições também estão inclusas (exceto as bebidas) e são sempre regadas de muita animação e música ao vivo. No cardápio comidas típicas com peixes da região (destaque para o Tambaqui e Pirarucu, esse último o mais gostoso na minha opinião). Ahhh as sobremesas também são típicas.

O dia costuma acabar cedo, já que todos ficam exaustos de todos os passeios e além do dia geralmente começar bem cedo por lá. Mas tem umas redes para descansar e ler um bom livro, além de um bar com coquetéis para um happy hour ou para quem está em turma se divertir, tudo a beira do Rio Negro. 

Depois de tanta atividade, um descanso merecido

Ainda é possível brincar (e brigar por comida) com os moradores mais ilustres da região: os macaquinhos.

O hotel todo, principalmente o restaurante, tem que ser protegido por redes pois os macaquinhos vem furiosos atrás de comidas, é gostoso alimentá-los (apesar de não ser recomendável) e brincar com eles, mas tome cuidado pois eles ficam bravos mesmo. Mas é uma fofura quando vêm os filhotinhos pendurados nas costas da mãe.

Quantos dias ficar? Difícil responder por que depende muito do que você quer explorar na região e quanto tempo tem disponível. Eu fiquei 2 dias (ou 1 noite) e achei (para nós) suficiente. Fiz todos os passeios que queria e ainda sobrou tempo para descansar, passear pela área do hotel e curtir a companhia do maridão e da irmã que foi junto.

Entorno no hotel

Mais sobre a viagem de Manaus aqui:

• Resumo da Viagem

• Passeios em meio a Floresta Amazônica

• O lindo Teatro Amazonas

 Encontro das Águas

 

 

 

 

 

Manaus é uma cidade impressionante… Já conhecia a cidade a muitos anos atrás, mas ainda assim ela conseguiu me surpreender!

Suas avenidas largas, limpas, construções de melhorias para todos os lados e pessoas muito simpáticas. Enfim realmente foi uma viagem especial!

Adoramos entrar em contato com a natureza no hotel dentro da floresta;

Lotado de macaquinhos

ver lindos pores do sol em meio a Floresta Amazônica;

Incrível

ver de pertinho o Encontro das Águas e a maior Bacia Hidrográfica do mundo;

rever o lindo e imponente Teatro Amazonas;

degustar comidas típicas como tacaca e pirarucu;

Tomando tacaca

ir a um ensaio do Boi Bumba

Virei Garantido!!!

Foi realmente incrível… Apaixonante…

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 Encontro das Águas

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