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Como disse no post anterior, a melhor forma de se explorar Mendoza é escolher vinícolas da mesma região (as 3 principais são: Lujan de Cuyo, Maipu e Valle de Uco) para um dia. Isso por que as regiões são distantes entre si e podem demandar muito tempo gasto em deslocamento.

Lujan de Cuyo

Sendo assim, para o nosso primeiro passeio nos vinhedos escolhemos a região mais conhecida e visitada por lá: Lujan de Cuyo. Escolhemos 3: Catena Zapata por ser o vinho favorito aqui de casa, Pulenta pela propaganda feito pelo mestre Riq Freire e também pelo nosso remis Ariel e a Chandon por que eu particularmente adoro um espumante e queria ter uma perspectiva diferente (já que muitas das bodegas da cidade não produzem espumante ou não dão ênfase ao espumante nas suas visitas).

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Chegando na bodega Catena Zapata

Meu marido adora os vinhos da Catena e estava louco para conhecer a bodega. Ao chegar você já se depara com uma plantação infinita de uvas. Realmente de cair o queixo, ao chegar mais perto vem a estrutura em forma de pirâmide; algo impressionante.

A bodega

A infinita plantação de uvas na frente da bodega

Porém, a visita em si não me agradou muito não. O grupo formado era grande, e passeamos pela estrutura básica da bodega, sem ter muitas informações acerca da produção e nem mesmo chegando perto dos tanques de produção. O ponto alto da visita é realmente a vista dos Andes e dos vinhedos do topo da pirâmide, essa sim vale a pena cada centavo da visita.

Barricas de carvalho da Catena

Vista do tomo da pirâmide

Ao final fizemos uma degustação privada com os vinhos mais tops da bodega, incluindo até um Nicolas Catena Zapata, um vinho extremamente selecionado (mérito esse do nosso super remis Ariel, pois esse vinho não está disponível em nenhuma degustação oferecida). Este vinho  tem uma produção limitadíssima de garrafas,  ficam por 24 meses em barricas de carvalho francesas antes de serem engarrafadas, permitindo um paladar maravilhoso.

Uma sala cheia de garrafas do vinho Nicolas

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Pulenta

Logo após fomos até a Pulenta, aí já começei a gostar mais das visitas. Éramos apenas nós dois, recebidos com uma taça de vinho branco da adega para degustar durante a visita particular.

Os vinhedos da Pulenta

Nos mostraram todos os tanques que no caso, são de concreto, e inclusive uma sala de degustação lindíssima em meio as barricas de carvalho. Conhecemos o diferencial de podas de cada tipo de vinho e da forma como cada uva é processada (há diferença entre vinhos brancos e tintos). Foi um espetáculo. Esse vinhedo é 100% vertical com cepas selecionadíssimas e de excelente qualidade.

As barricas de carvalho francês

A melhor parte: a degustação

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Chegando na Chandon

Para o almoço escolhemos a harmonização da Chandon. Aqui ressalto ainda mais a importância de reservar com antecedência, isso por que no restaurante tem, ao todo, no máximo 6 mesas disponíveis e corre o risco de não ser atendido. 

Para a degustação você ainda tem duas opções ou o menu com três pratos (entrada, prato principal e sobremesa) ou então um menu com 6 pratos diferentes; todos harmonizados com espumantes da casa. Como achamos um exagero o de 6 pratos, escolhemos o de 3 passos e foi perfeito.

O prato principal

Se a fome não estiver tão grande (os pratos são super bem servidos), vale a pena simplesmente pedir um petisco e tomar um espumante no lindo jardim da bodega, nada mais romântico.

Me encantei por esse jardim

Após o almoço fizemos o tour pela linda propriedade da Chandon. Assistimos a um filminho sobre o início da Chandon na França, conhecemos as cavas e todo o precesso de fabricação e fermentação do espumante. O interessante é que essa visita mostra como a fabricação do espumante é completamente diferente de um vinho tinto ou branco. Saimos apaixonados pela bodega Chandon e carregando mais umas 3 garrafas com a gente.

Iniciando a visita

As cavas e as leveduras na boca da garrafa

No final do passeio já estávamos tão cansados e tínhamos bebidos tanto que resolvemos relaxar no hotel e aproveitar o lindo por do sol sob os Andes na sacada do nosso quarto. O desfecho perfeito para um dia maravilhoso!

Por do sol nos Andes

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• A minha Mendoza

Contratando Remis

• Escolhendo as bodegas

• Bodegas de Lujan de Cuyo

 Bodegas de Vale de Uco


A 110km de Gramado subindo mais ainda a Serra está localizada o grande polo produtor de vinhos, suco de uva e espumantes do Brasil. 

Enquanto Bento Gonçalves concentra a grande parte da produção de vinhos, Garibaldi detem a parte de Espumantes é lá que fica as fábricas da Chandon e Salton.

Como não deu tempo de irmos nas duas cidades escolhemos Bento Gonçalves para desbravarmos. Lá existe um vale cheinho de parreiras e vinícolas desde as mais famosas até as familiares mais artesanais.

A estrada é meio precária, cheia de curvas mas a vista é linda (me lembrou muito a paisagem da Toscana).


A essa área é chamada de Vale dos Vinhedos. E existem inúmeros vinhedos ao qual se pode visitar, alguns bem famosos como a Miolo e a Casa Valduga, outros menos conhecidos.

Nós escolhemos a Casa Valdulga por ser a única que possui restaurante (novinho por sinal, inaugurado em outubro do ano passado). Lá eles servem uma espécie de rodízio muito bem servido, começando com uma sopinha de Capelete, depois diversas massas, carnes e frango tudo produzido por eles lá mesmo. Uma Delícia!!!

A vinicola é lindissima.. com parrerais centenários, restaurante com comida a vontade, caves subterrânea enorme tanto para vinhos quanto para espumantes e é lógico uma degustação daquelas. Degustamos ao todo 4 vinhos (2 brancos e 2 tintos) e 2 espumantes. Delicia!!!

Essa variedade toda da degustação se deve por eles pretenderem mostrar a diferença entre um vinho e um espumante que vai para a cave (somente os melhores, chamados de Gran Reserva) e os que não vão. E confesso que até eu que não entendo muito de vinho percebi a diferença gritante entre um e outro.

Parrerais Centenários

Restaurante delicioso e a sua enorme adega

Uma das caves subterrânea dos vinhos: silêncio e breu

Degustação e a taçinha que cada um ganha

A degustação de espumante em grande estilo

Uma outra coisa que percebi lá é que eles realmente querem aprimorar o seus vinhos (o que já são uma delícia diga-se de passagem, voltamos carregados de vinhos, espumantes e grapas) eles abriram outras vinícolas para atender um público menos exigente e deixaram a Casa Valduga apenas para vinhos melhores (todos que são produzidos em Bento Gonçalves tem um selinho na garrafa).

O selinho

Além disso eles estão substituindo os parrerais horizontais por verticais que apesar de menos uvas a qualidade e sabor das mesmas são muito superiores.

A visita foi muito legal e informativa, adoramos!!! Queriamos ir em mais vinícolas mas infelizmente por falta de tempo não foi possível (a viagem de 110km demora cerca de 2 horas a 2 1/2 horas, devido a serra).

Além disso a vinícola possui um hotel, pena que não conseguimos fazer uma visitinha mas fica a dica.



 Toda viagem gera expectativas, fanáticos por viagem planejam cada lugar e cada cidade que se quer visitar. Pontos turisticos imperdiveis, restaurantes que nao se pode deixar de ir, lugares com vistas fabulosas… 

Eu acho que a maioria dos lugares se aproveita muito mais quando se planeja, quando se pesquisa e sabe exatamente onde ir… Assim nao corre o risco de se fazer coisas básicas. Mas sempre e bom também deixar margem para o inesperado por que de vez em quando voce se acha num lugar maravilhoso que nunca chegaria la se nao fosse o improviso.

   Algo parecido aconteceu na nossa lua de mel: Estavamos na Toscana e quem vai para a toscana na Italia quer ir em algum vinhedo mas nao tinhamos lido nada sobre algum passeio especifico em em guias e nem em blogs por ai.

Um dia estavamos passeando por San Gemignano que tem o turismo bem voltado ao vinho, tem ate um (pequeno) museu do vinho e perguntamos sobre algo parecido. O rapaz muito bem educado e paciente nos explicou que naquela regiao o vinhos predominante era o CHIANTI CLASSICO e no caminho para Florenca existiam diversos e bons vinhedos onde poderiamos inclusive comprar vinho diretamente do produtor. Demos um tempo e resolvemos entao seguir para Siena sempre procurando algum vinhedo legal, odiamos Siena e resolvemos voltar mas cedo para Florenca… foi quando avistamos a placa acima e resolvemos segui-la.

E que surpresa boa!!!! A Strada Del Chianti Classico (ou Galo Negro como e conhecido esse tipo de vinho da região) e uma estrada estreitinha, sinuosa e que passa por 4 cidades deliciosas e pitorescas:

Castellina; Radda; Gaiole e Montevarchi. Cidades lidinhas, cheia de flores por todos os lados (apesar de estarmos em pleno outono la), e com cada vista simplesmente INCRIVEL!!!!

Rodeados por vinhedos por todos os lados e acompanhados deles, Oliveiras.

Algo realmente surpreendente e surreal!!!

Em cada vilarejo tem dezenas de vinhedos onde se pode parar almoçar, provar um bom vinho, comprar garrafas de chianti (direto do produtor) e um maravilhoso óleo de oliva extra-virgem (compramos balsâmico também mas nessa região o forte mesmo e o extra virgem).

Na nossa próxima passagem pela Toscana com certeza passaríamos mais tempo nesse belo local. 

Um maravilhoso programa tipicamente Toscano.

Oliveiras na Estrada de Chianti Classico

Vista maravilhosa da Estrada de Chianti

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