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Hangzhou não é uma cidade muito lembrada para quem sai do Brasil e vai até a China turistar. Geralmente o polo turístico se concentra em Shanghai, Beijing, Xi’an. Mas a China tem muito mais a oferecer com cidades muito bem cuidadas, e lugares lindos para se conhecer. As cidades antigas são imperdíveis (assunto para um próximo post).

West Lake (Lago Oeste)

Hoje estou aqui para contar um pouquinho de umas das cidades que mais gostei da China: Hangzhou!! Achei uma cidade muito diferente de todas que conheci por lá. A cidade é muito limpa, bonita e arborizada (algo raro na China) , aliás achei muito parecida com Curitiba, porém com proporções chinesas (as cidades de lá são imensas).

A grande atração de Hangzhou é, sem dúvida nenhuma, o West Lake ou Lago Oeste. Aliás da paisagem que se tem ali ser uma das mais lindas da China inteira (está até no livro 1001 lugares para se conhecer antes de morrer),o lago é um dos maiores do país e ainda é dividido em 3 ilhotas. No verão (junho a agosto) fica coberto por flores de lótus; lindo de viver.

Mapa do West Lake e suas ilhotos e as flores de lótus

Chegando na beira do lago pegue o barco “comunitário” e vá parando em todas ilhotas, passeando por elas e encontrando diversos pagodas de pedras (dizem que a noite ascendem velas dentro dos pagodas que deixam o ambiente ainda mais lindo), arquitetura típica chinesa, lojinhas tradicionais, músicos com instrumentos típicos, pontes e mais pontes e trilhas com vistas maravilhosas.

Barco Comunitário

Arquitetura típica chinesa

Inclusive das ilhas é onde se tem a vista mais bonita da cidade em si, porém leve em consideração de que você está na China e o nevoeiro estará presente em todo o visual de cidade. Além disso cada ponte e cada local tem uma lenda específica (bem típico de chinês aliás), pare, contemple o local e sua beleza e leia sobre as lendas.

Visual da cidade com o típico nevoeiro

Além do barco “comunitário” você pode alugar barquinhos só para você (comparável as gôndolas de Veneza), nada como para um passeio ultra romântico; porém a desvantagem é que além de ser mais caro não dá para ir parando e descendo nas ilhas.

Barquinhos individuais (gôndolas chinesas hahaha)

Visuais lindos do Lago Oeste e os músicos chineses

Chegando na outra ponta do lago está o Leifeng Pagoda Tower…


O incrível é subir até o seu 5˚ e último andar, onde existe um mirante aberto e é possível ver o lago inteiro. Dentro do pagoda ainda tem a estrutura original do pagoda de mil anos atrás e também uma série de passagens da história chinesa em dourado. Bem bonito… vale a visita com certeza.

Visual do 5˚ andar do Pagoda

Para terminar o dia vá até a Hangzhou Old Street!! Que é a rua mais antiga da cidade, onde somente pedestres trafegam. Várias casas de chá super tradicionais, homens desidratando o chá tão famoso da China ali na sua frente, comércio de tudo o que é típico da China e um Buda dourado gigante bem no meio da rua vão fazer parte do seu passeio.

No dia seguinte separe o dia para o incrível Lingyin Temple. O templo tem estatuas incríveis de diferentes budas, inclusive o maior buda sentado de todo o país.

Entrada no templo e Buda gigante

Porém quando fizer o passeio por lá compre o ticket para conhecer também o parque em volta do templo e o Monte Feilai. É uma área enorme de mata e o incrível mesmo são as dezenas de budas talhados diretamente nas pedras e cavernas por todo o parque. São inúmeras figuras sendo a mais famosa do buda gordinho, risonho e cheio de dinheiro que é o Buda mais tradicional da China.

Alguns dos vários budas talhados por todo o lugar

E o Buda mais famoso

Vai dizer que a China não é fascinante?!

Gente… estava eu aqui sentada e assistindo TV quando me bateu uma saudade repentina da viagem do Japão… sim foi a 2 anos atrás mas não tem vezes que te bate uma saudade?? Quando isso acontece a primeira coisa que faço é olhar novamente as fotos…. Foi quando percebi que esqueci de escrever aqui no blog sobre um dos locais mais surpreendentes da viagem: A ilha de Miyajima.

Na verdade ela não estava inclusa no nosso itinerário de viagem, mas todo mundo que falávamos que íamos passar o dia em Hiroshima nos diziam para ir lá. Foi quando terminamos o passeio em Hiroshima e ainda tinhamos tempo e não queriamos voltar para Osaka e ficar perdidos por lá… então resolvi pegar meu super guia do Lonely Planet e ler sobre Miyajima e por lá dizia que o templo Itsukushima eram umas das 3 vistas mais lindas de todo o Japão.

Ahhh não perdermos tempo e resolvermos ir lá “checar” a informação, mesmo sem saber como chegar direito. Pegamos nosso mapinha abaixo e percebemos que não seria tão dificil…

As linhas coloridas são do ônibus, as linhas cinza são do trem JR

Entramos no primeiro ônibus que tinha bem na frente do memorial de Hiroshima, aonde estávamos, e descemos no próximo ponto onde tinha uma parada do JR (afinal tinhamos o passe e não pagávamos nada. Na verdade, dá para ir de ônibus até Miyajima, mas achamos que tinham muitas paradas e era muito demorado) e de lá fomos de trem até o “porto” para ir para a ilha. Chegando no ponto de Miyajima  pegamos o ferry… Quer uma notícia boa?

O ferry também é da JR e está incluso no JR Pass, portanto se você tem… não precisará pagar.

Já no ferry, olha a vista….


Chegando lá (não lembro exatamente quanto tempo mas é bem rapidinho) corremos para o Templo Xintoísta Itsukushima e logo no caminho encontramos os habitantes mais amigáveis da ilha, os veadinhos (eles cortam os chifres para não machucar ninguém)  soltinhos, soltinhos.

Os veadinhos soltos e a entrada do templo

Na chegada realmente é incrível e difícil não ficar de boca aberta… o Torii é enorme e lindo demais, com a cidade de Hiroshima ao fundo. Chegamos em maré baixa estão era possível caminhar até ele, porém dizem que quando a maré está baixa o Torii parece flutuar no mar, deve ser incrível também, por isso também é chamado de Torii Flutuante.

O pavilhão central também é bonito mas sem grandes atrativos, a não ser o pagoda de 5 andares, um dos maiores do Japão.

Reparem nos japinhas de máscara, estava bem no auge da Gripe Suína e era bem comum vários deles usarem em todos os lugares públicos.

Vai dizer que não é lindo!!!!

Enfim valeu e muito a passagem por Miyajima, e aconselho a todos dar uma passadinha por lá quando for para Hiroshima, é um passeio bem legal e que dá para fazer tudo em 1 dia apenas.

E na volta, de brinde, ainda fomos contemplados por um dos pores do sol mais lindos de toda a viagem. Entrou para a listinha dos mais incríveis, com certeza.

E sobre o boato de 3 vistas mais lindas do Japão?? Não cheguei a conhecer as duas primeiras, mas que a vista desse templo é incrível isso é mesmo!!!

Se quiser ler mais sobre a minha viagem do Japão, clica aqui que tem todas as dicas.

Tóquio é uma cidade enorme e as atrações estão muito dispersas, fiquei por lá cerca 3 dias e meio (na verdade fiquei 4 mas 1 dia fui para Hakone ver o Mt Fuji e meio dia fui conhecer Yokohama uma cidade satélite linda e planejada) e achei pouco… teria que ficar pelo menos mais 1 a 2 dias.

Não consegui ver tudinho, mas o que eu realmente queria consegui ver na correria mas consegui.

Lá você depende de metrô para tudo, dificilmente você consegue ir de uma bairro a outro a pé, tudo é muito longe.

No primeiro dia fizemos de manhã o bairro AKIHABARA (sim reserve 1 manhã toda e acredite se você é aficcionado em eletrônicos você vai achar pouco). Esse é o bairro dos eletrônicos, tudo o que você pensa nessa categoria é lá o lugar que você vai achar. Tem várias lojinhas uma ao lado da outra, desde lojinhas pequenas até lojas gigantes com andares e mais andares como a Yodobashi.

Tudo o que você possa imaginar de material fotográfico, informática, relógios, eletrodomésticos e etc. São corredores e mais corredores, andares e mais andares… a vontade é levar tudo.

A foto proibida

Logo após o almoço fomos para o bairro de Asakusa no Templo de Senso-ji. O templo é lotado e um ótimo lugar para escolher aquela lembrançinha para a família.  Tem vários prédios  e muitas carpas no laginho… Bem lindo!!!


Altar do Senso-ji

Em seguida pegamos um cruzeiro pelo Rio Sumida… uma delícia de passeio onde se observa as várias pontes da cidade. E olha que são muitas!!! Esse cruzeiro tem diversos roteiros, resolvemos ir de Asakusa para Odaiba; uma das parte mais novas da cidade.


Na verdade esse bairro portuário abriga uma série de shoppings center com diversas opções de bares e restaurantes e até a torre da Fuji TV. Chegamos lá no horário do por do sol… e a vista tanto do por do sol quanto de noite é linda!!! A vista se complementa com a visão da Tokyo Tower (que é mais bonita inserida na vista do que subindo até nela… essa última desistimos de fazer… pois tínhamos subido tantos prédios muito mais altos e com vista com a Tokyo Tower incluída na vista que não nos pareceu necessário, mais para frente vocês verão o que quero dizer) e a raibow Brigde.

Por do sol em Odaiba

Vista a noite com a Tokyo Tower

Shoppings, restaurantes na baía

Margeando o Rio Sumida exite um calçadão que é uma delícia de andar, namorar e simplesmente tirar muitasssss fotos.

De lá fomos para o Roppongi… Lá não é necessariamente um bairro e sim uma região completamente construída e planejada por um arquiteto com tudo de mais moderno. São diversos prédios super modernos onde existem restaurantes, bares, baladas, cinemas, salas empresariais e etc… É uma região completamente comercial. Subimos em um dos prédios para ver a vista da cidade a noite!!! Lindo!!! E aproveitamos para  jantar em um dos restaurantes deliciosos.

A cidade já é mais cara na região do Roppongi então… nem se fala!! É uma região super cara, e super movimentada tanto de dia quanto de noite. De dia pelos empresários que trabalham nos prédios e a noite pelos restaurantes e baladas.

Um dos restaurantes do Roppongi

As ruas são todas cobertas e modernizadas; os prédios são todos envidraçados e super altos. É uma região em Tóquio que não tem nada a ver com o resto da cidade.

Assim terminamos nosso primeiro dia em Toquio, exaustos de tanto andar… mas maravilhados com uma cidade tão linda!!!

No dia seguinte antes de irmos para Yokohama (uma cidade vizinha) resolvemos passar no Museu Yasukuni, que fica em anexo com a o templo da Paz. Queríamos destrichar e descobrir um pouco mais da história do país.

O templo na verdade não tem muita coisa para ver, e no momento que chegamos estava tendo uma cerimônia dos heróis de guerra e por isso o silêncio era exigido. Aliás esse templo foi exatamente criado para homenagear os heróis de guerras. Guerras que foram a marca do Japão por um longo templo.

Yasukuni Temple

Em anexo com o templo está o Museu da Guerra (Yasukini Jinja) que conta tudo sobre as guerras que o Japão se envolveu.

Logo na entrada tem um avião kamikaze que os japonses são tão famosos. Aliás os kamikazes foram criados pelo desespero dos japoneses quando viram que não tinham mais chances alguma da 2 Guerra. Isso por que já não tinham munições e a única alternativa seria jogar os aviões em cima de seus alvos. O Japão nem sempre foi o país rico que é hoje, durante as guerras se endividaram muito e foram praticamente destruidos pelas sucessivas guerras que aconteceram, seja com os EUA, China e muitos outros.

Kamikaze

No museu tem a história de todas as guerras que o Japão se envolveu, objetos pessoais dos militares, fotos de TODOS os mortos da guerra (triste demais), gravações de militares dizendo o quanto sentem falta da família, fotos de filhos que os militares levavam, cartas que escreviam, réplica de mísseis, submarinos, restos de balas e etcs…

Sai do museu esgotada fisicamente, é tão triste pensar que nas guerras quem realmente sofre são os familiares dos soldados que nunca sabem se ou quando os maridos, filhos, pais vão voltar.

Sai com lágrimas no olho, pois lá você vê realmente o rosto de cada um que lutou e perdeu sua vida lutando pelo país e sente o sofrimento dos familiares, e então se entende o tributo que foi construído (o templo em anexo), lá eles realmente respeitam e valorizam os soldados que, pela história, fizeram o país chegar onde  chegou.


Antes de ler esse post, leia a parte III

Fushimi – Inari Taisha: Esse templo é bem mais longe que os demais. E chega até a ser contra-mão. De ônibus existe apenas 1 linha que chega perto e com pouca frequência cerca de 30 minutos de intervalo entre um e outro, portanto muitas vezes a melhor forma de se chegar até lá é de metro, a boa notícia é que JR line ou seja quem tem o passe não paga  o ticket.

O incrível desse templo são as centenas de toriis (arcos de entrada vermelhos que existem nos lugares religiosos e de importância em todo o Japão) que estão alinhados colina acima. A grande maioria dos toriis foram doados por empresários e com escritas de suas preces em homenagem a deusa do arroz, Inari.

Torii que existe na entrada de todos os templos

Fileira de torii com as inscrições de preces

Templo Kiyomizu-dera: Esse templo tem a vista mais linda da cidade de Kyoto. O templo situa-se no topo de uma colina… Para chegar até lá em cima??? Subindo uma ladeira… mas apesar de alto, sabe que não achei tão cansativo assim?? A estrada que chega até lá é cheia de lojinhas, vá passeando com calma, vendo as lojinhas típicas, os doces feito de chá verde, souvenirs de todas as espécies e ao chega lá em cima aprecie a vista sem pressa , vá até a varanda do templo de contemple a vista, depois vá descendo e batendo quantas fotos quiser. O por do sol de lá é incrível, mas nao fique até muito tarde o trajeto de descida não tem muita iluminação não.

Kiyomizu-dera Temple e sua varanda

Vista do Templo ao escurecer e a Torre de Kyoto

Ginkaku-ji Temple: ou Pavilhão de Prata. Confesso que se você for visitar o Templo Dourado, ou Kinkaku-ji acho que esse templo fica totalmente dispensado. Chegamos lá esperando um acabamento prateado como o nome e nos descepcionamos. Para variar nesse templo o que compensa são os lindos jardins e a bela vista da cidade.

Vista de cima dos jardins, da cidade e do Ginkaku-ji

Palácio Imperial: Como deu para perceber até agora, Kyoto apesar de ser uma cidade grande e pulsante, é uma cidade cheia de parques, árvores que no outono enchem de folhas vermelhinhas, vermelhinhas… Muito lindo!!! E o palácio imperial fica exatamente dentro de um palácio lindo, cheio de árvores altas, lagos, pontes… Lindo!!!

Normalmente a entrada deve ser marcada e é necessário levar passaporte. Entretanto nós tivemos uma sorte incrível… durante aquela semana (e detalhe…o dia que fomos era o ULTIMO) estava sendo comemorada a posse do imperador atual… portanto a entrada estava liberada (não necessitando de reserva) e para todos os jardins e cômodos, além disso estava expostos vários objetos que são usados nos entronamentos e nas cerimônias mais reais. Bem legal pois podemos aprender um pouco da cultura japonesa e da figura do imperador. Foi bem legal e extremamente importante para entendermos um pouco mais do Japão!!!!

O prédio principal onde se assume o trono real

O jardim mais lindo do Palácio Imperial

Santuário Yasaka e Parque Maruyama: Esse santuário fica no final da rua mais badalada de Gion e tem um portão lindo todo vermelho… o templo é super colorido e muito importante para as pessoas de Kyoto pois é ali que a maioria comemora o Ano Novo orando por saúde e prosperidade. Continuando pelo santuário fica o Parque Maruyama, uma parque lindo e bom para ficar sentada descansando e admirando as dezenas de japonesas que ficam andando de quimonos. Durante a primavera dizem que as pessoas vão admirar a floração das cerejeiras.

Santuário Yasaka no final da rua Shijo-dori em Gion

Santuário Yasaka

Parque Maruyama e as lindas cores do outono

Enfim assim termina as séries de pontos turísticos de Kyoto… uma cidade linda, inspiradora, moderna e ao mesmo tempo centro de cultura e com prédios antigos cheio de história. Parques lindos com árvores que no outono tem as folhas vermelhinhas e que na primavera aprecia de perto a floração da cerejeira. Uma cidade inspiradora e inesquecível, que com certeza deixou em nossas memórias experiências e imagens que talvez nunca mais veremos iguais.


Continuação do post anterior…

Gion: um dos bairros mais tradicionais de Kyoto, sua rua cheia de lojas é um convite ao consumo. Além disso, vale a pena reservar para visitá-lo na hora do almoço, pois existem várias opções de restaurante, desde chinês a italiano. Dizem que nesse bairro a noite, é onde se encontra várias gueixas, infelizmente não tive essa sorte. Vai ficar para a próxima….

Bairro Gion

 

Pontocho: é uma ruazinha minúscula… mas virou muito turística, bem tradicional com sua lanternas japonesas, diz ser reduto de gueixas, assim como Gion, mas também não vi. Essa ruazinha diferente de Gion não tem muitas lojas, mas tem diversos restaurantes…. e prepara-se para gastar, pois lá os pratos são caríssimos, mas os restaurantes são um charme a parte. E a comida é divina. Ainda tem a possibilidade de jantar em salas privativas e até de contratar gueixas para entreter seu jantar….

Pontocho e suas lanternas

Toji Temple: O ultimo templo que visitamos foi o Toji.. Os guias diziam que esse templo não tinha muita beleza, mas que sua importância histórica era extremamente importante. Esse templo é um dos mais antigos da cidade sendo construído em 794 d.C. pelo império com o intuito de aumentar a proteção da cidade. O pagoda de cinco andares é o mais alto de todo o Japão. Confesso que fui sem muita expectativa porém quando chegamos lá o visual foi inacreditável. O local onde esse templo se localiza não é muito convidativo, parece até meio estranho ter um templo ali mas aconselho a visita. O clima todo de outono acredito que ajudou muito… Apesar de os prédios onde ficam as estátuas serem bem antigos, empoeirados e bem velhos, a beleza dos jardins com o pagoda de fundo é incrível.

Entrada do Toji Temple e o pagoda mais alto do Japão

 

Sanjusangen-do Temple:  Esse templo é fascinante e um dos imperdíveis em Kyoto… Sua fachada não é a mais bonita, seus prédios não são os mais bonitos, mais ao você entrar e ver as 1001 estátuas de Kannon, a linda Deusa da Misericórdia. São 1.000 estátuas de tamanhos exatos, com seus vários braços e no centro existe uma estátua imensa… Simplesmente impressionante. Pena que não dá para tirar fotos lá dentro.

Entrada do fascinante templo

Castelo de Nijo: O castelo é um dos mais importantes do Japão e foi construído pelo xogum Tokugawa. Seu interior possuem paredes ornadas pelos melhores pintores da escola Kano, uma das principais da época. Além disso uma das maiores atrações é o famoso Piso Rouxinol, o intuito dele era avisar sobre possíveis intrusores sem alertá-los. Isso ocorria pelo rangido do parafusos do piso que fazem um barulho do canto do rouxinol mesmo….. O impressionante é que até hoje ao pisar você ainda escuta o barulho.  Através de bonecos também é possível explorar um pouco do cotidiano da época, e a forma como faziam reuniões sobre batalhas e etc. (p.s.: também é proibido tirar fotos no interior)

Detalhe do portão de entrada do castelo

 

Aguarde pela parte III

Segue a parte III


Kyoto é uma daquelas cidades que não tem como não se apaixonar. Tudo é inspirador!!! O clima de uma cidade não tem como ficar mais zen.

A cidade é imperdível e retrata bem o velho Japão, sendo uma de suas cidades mais antigas.

Kyoto tem tantos templos, que para conhecer todos seria necessários semanas e mais semanas para conhecer todos. Afinal são mais de 1600 templos budistas e 400 xintoistas; são 17 UNESCO World Heritage sites.

Diferente das outras cidades, aqui é possível encontrar diversos parques, lagos e muita natureza, mas nada sem perder seu charme, muito pelo contrário essa diferença com as outras cidades é que a torna inesquecível. Lá encontramos os templos mais bonitos que vimos em todo o Japão (na verdade já estávamos meio decepcionados com os templos do país, mas Kyoto foi uma surpreendente e agradável surpresa).

Kyoto já foi a capital do Japão, já abrigou a família imperial (794 – 1868) e hoje é uma das cidades culturalmente mais rica do mundo. 

No primeiro dia, fizemos a maior parte do trajeto a pé, queríamos explorar a cidade e foi incrível, pois entravámos em ruazinhas pequeninas com aquelas casinhas antigas e lanternas penduradas ao lado de fora, pessoas de quimonos passeando pelas ruas. Mas a melhor forma de se virar lá é o bom e velho ônibus. Infelizmente o JR Pass não inclui os ônibus, mas se você for andar o dia todo de ônibus (pelo menos umas 3 vezes, ahhh e quase todo templo tem um ponto perto) vale a pena comprar o passe diário que pode ser comprado em vários hoteis e na estação central de Kyoto.

A seguir vou relatar os pontos que fizemos, não necessariamente na mesma ordem que fizemos:

Nishi Honhan-ji: Um complexo enorme de prédios, abriga tesouros nacionais, funciona como escola de budismo e controla cerca de 10.000 templos.

Portões do Templo

Altar de um dos prédios.

Estação de Kyoto: A estação de Kyoto é enorme, tem vários restaurantes, lojinhas, cafés e até mesmo um terraço que se tem uma vista privilegiada da cidade. Passamos um tempinho lá e adoramos.

Rodizio de sushi delicioso na estação de Kyoto 

Kyoto Tower: Em frente com a estação fica a Kyoto Tower e tem um vista 360 graus da cidade. Para variar subimos na hora do por do sol e foi o máximo. O sol se põe atrás de montanhas e a cidade bemmm lentamente vai escurecendo e ascendendo suas luzes… Renderam ótimas fotos.

A noite

             Assistindo o por do sol da torre

Kinkaku-ji: ou o pavilhão dourado. Esse templo é simplesmente M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O. A gente fica impressionado com a beleza daquele prédio. Um prédio de três andares folheado a ouro (!!!) e cercado por um jardim magnifico que estava cercado de árvores com as suas folhas vermelhinhas… Nossa foi difícil sair desse templo de tão lindo e maravilhoso que ele é. Na verdade deveríamos ter ido por último por que depois dele nada tem muita graça. 

O espetacular Templo Dourado

Jardim do Templo com as folhas características do outono japonês


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