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A única cidade mesmo de Barbados é Bridgetown… todo mundo fala que o aeroporto fica ali mas na verdade é até meio longinho.

Realmente não gostei muito da cidade, acho que vale o passeio, até para entender um pouco mais desse povo tão gentil, mas o forte mesmo de Barbados são as praias, sem dúvida.

Para quem está situado nas praias do oeste a primeira visão que se tem de Bridgetown é bem lindinha… aconselho inclusive parar na praia do porto, Carlisle Bay, que é lindinha e tem uma vista bem legal da cidade.

Carlisle Bay e a vista de Brigdetown

Se estiver de carro, vai dar de cara com o Portão da Independência (the Careenage), em estilo chinês e que dá acesso as atividades comerciais marítimas, como passeios de escunas, barcos menores…

Arco da Independência

Do outro lado tem um local bem legal para dar uma voltinha pelo porto

Cruzando o arco e no final do Boardwalk se vê a praça principal da cidade, a National Heroes Square, onde existe a The Lord Nelson Statue , antes conhecida como Trafalgar Square foi renomeada em homenagem aos heróis de Barbados

Atravessando a rua, fica o prédio mais bonito, o Parlamento… Realmente o prédio é muito lindo, e ainda está em funcionamento. O melhor de tudo é que o Parlamento tem tours guiados nas quartas e sextas. Infelizmente fiz o passeio na terça e não conseguir visitar, mas o prédio é tão lindo por fora que acredito que uma passadinha no tour guiado valha a pena também e ali ainda tem dois museus para você arrematar o passeio de vez.

Vista do Parlamento do National Heroes Square

O lindo prédio do parlamento

Seguindo a rua, você cai na principal rua comercial de Bridgetown, Board Street.  Por lá você encontra diversos tipos de shoppings, lojas e tudo mais o que queira. Achei realmente uma bagunça e nem quiz fazer compras por ali. Mas vi que tem lojas bem famosas, como MAC, Louis Vitton, Chanel e etc. Lembrando que por lá as lojas fecham todas lá pelas 16:00 hrs.

Realmente não gostei de fazer compras por ali, achei as ruas sujas, muita gente em cima de você, oferendo taxi e passeios, fiquei realmente incomodada, preferi guardar para os free shops e o Duty free maravilhoso da praia de Holetown.

Board Street – a rua comercial

Seguindo mais para frente fica a Catedral St. Michel. Juro que quando li sobre a catedral achei que fosse uma igreja enorme, na verdade é uma igreja bem pequena, mal conservada na fachada (apesar de que se fosse restaurada seria linda!) e por dentro ainda mais decadente, cercado por um cemetério. É uma pena a má conservação de um prédio que com certeza tem uma riqueza em histórias para contar.

St. Michel’s Cathedral

Voltando para as praias do oeste ainda tem a Casa de George Washington. Quando George Washington (sim aquela figura dos EUA) virar  o primeiro presidente de uma mega nação, ele acompanhou o primo doente até Barbados (os médicos diziam que oa ares dos trópicos fariam bem a doença) e se hospedou nessa casa que hoje virou um museu. Infelizmente por causa do horário não consegui visitar (também fecha as 16:30 como tudo) mas passei pela frente.

Ali em volta também ficam os prédios militares de Barbados, com suas lindas fachadas vermelhas e com uma série de canhões em sua volta.

Acima, um dos prédios militares e abaixo a residência do 1o presidente dos EUA

Além desses pontos turísticos, ainda são famosos a Sinagoga de Barbados e seu cemetério.

A cidade é muito caótica, não encontrei pedintes mas também não me senti segura, pelo contrário, achei muito inoportuno os taxistas ficarem atrás de você o tempo todo (muitas vezes até nos seguiam). Não gostei. Também não achamos nenhum restaurante que valha a pena comentar. Entretanto acho que vale muito a pena um passeio pelo centro da cidade, além do prédio do Parlamento (que para mim é imperdível)  e da Catedral de St. Michel é muito interessante ver como a cidade funciona, dá perfeitamente para entender um pouco do povo dessa linda ilha. Mas não perca mais que 1 tarde por lá, as praias realmente serão o ponto alto da viagem.

As primeiras impressões

• Dirigindo em Barbados

• Dicas de restaurantes

• Bridgetown – a capital

• As praias (parte I)

• As praias (parte II)

•• O blog foi destaque no portal eletrônico Visite Barbados (para ver o post clique aqui)


Antes de ler esse post, leia a parte III

Fushimi – Inari Taisha: Esse templo é bem mais longe que os demais. E chega até a ser contra-mão. De ônibus existe apenas 1 linha que chega perto e com pouca frequência cerca de 30 minutos de intervalo entre um e outro, portanto muitas vezes a melhor forma de se chegar até lá é de metro, a boa notícia é que JR line ou seja quem tem o passe não paga  o ticket.

O incrível desse templo são as centenas de toriis (arcos de entrada vermelhos que existem nos lugares religiosos e de importância em todo o Japão) que estão alinhados colina acima. A grande maioria dos toriis foram doados por empresários e com escritas de suas preces em homenagem a deusa do arroz, Inari.

Torii que existe na entrada de todos os templos

Fileira de torii com as inscrições de preces

Templo Kiyomizu-dera: Esse templo tem a vista mais linda da cidade de Kyoto. O templo situa-se no topo de uma colina… Para chegar até lá em cima??? Subindo uma ladeira… mas apesar de alto, sabe que não achei tão cansativo assim?? A estrada que chega até lá é cheia de lojinhas, vá passeando com calma, vendo as lojinhas típicas, os doces feito de chá verde, souvenirs de todas as espécies e ao chega lá em cima aprecie a vista sem pressa , vá até a varanda do templo de contemple a vista, depois vá descendo e batendo quantas fotos quiser. O por do sol de lá é incrível, mas nao fique até muito tarde o trajeto de descida não tem muita iluminação não.

Kiyomizu-dera Temple e sua varanda

Vista do Templo ao escurecer e a Torre de Kyoto

Ginkaku-ji Temple: ou Pavilhão de Prata. Confesso que se você for visitar o Templo Dourado, ou Kinkaku-ji acho que esse templo fica totalmente dispensado. Chegamos lá esperando um acabamento prateado como o nome e nos descepcionamos. Para variar nesse templo o que compensa são os lindos jardins e a bela vista da cidade.

Vista de cima dos jardins, da cidade e do Ginkaku-ji

Palácio Imperial: Como deu para perceber até agora, Kyoto apesar de ser uma cidade grande e pulsante, é uma cidade cheia de parques, árvores que no outono enchem de folhas vermelhinhas, vermelhinhas… Muito lindo!!! E o palácio imperial fica exatamente dentro de um palácio lindo, cheio de árvores altas, lagos, pontes… Lindo!!!

Normalmente a entrada deve ser marcada e é necessário levar passaporte. Entretanto nós tivemos uma sorte incrível… durante aquela semana (e detalhe…o dia que fomos era o ULTIMO) estava sendo comemorada a posse do imperador atual… portanto a entrada estava liberada (não necessitando de reserva) e para todos os jardins e cômodos, além disso estava expostos vários objetos que são usados nos entronamentos e nas cerimônias mais reais. Bem legal pois podemos aprender um pouco da cultura japonesa e da figura do imperador. Foi bem legal e extremamente importante para entendermos um pouco mais do Japão!!!!

O prédio principal onde se assume o trono real

O jardim mais lindo do Palácio Imperial

Santuário Yasaka e Parque Maruyama: Esse santuário fica no final da rua mais badalada de Gion e tem um portão lindo todo vermelho… o templo é super colorido e muito importante para as pessoas de Kyoto pois é ali que a maioria comemora o Ano Novo orando por saúde e prosperidade. Continuando pelo santuário fica o Parque Maruyama, uma parque lindo e bom para ficar sentada descansando e admirando as dezenas de japonesas que ficam andando de quimonos. Durante a primavera dizem que as pessoas vão admirar a floração das cerejeiras.

Santuário Yasaka no final da rua Shijo-dori em Gion

Santuário Yasaka

Parque Maruyama e as lindas cores do outono

Enfim assim termina as séries de pontos turísticos de Kyoto… uma cidade linda, inspiradora, moderna e ao mesmo tempo centro de cultura e com prédios antigos cheio de história. Parques lindos com árvores que no outono tem as folhas vermelhinhas e que na primavera aprecia de perto a floração da cerejeira. Uma cidade inspiradora e inesquecível, que com certeza deixou em nossas memórias experiências e imagens que talvez nunca mais veremos iguais.


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