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APESAR DE TUDO, AINDA ACREDITO NA BONDADE HUMANA 

– ANNE FRANK –

É com essa frase de Anne Frank que começa o passeio a um dos mais novos museus de Curitiba, o Museu do Holocausto (o primeiro do Brasil sobre o assunto).

 Ás 9:00 de hoje, domingo, já estamos em frente a Sinagoga Beit Yaacov, no seu anexo funciona o novíssimo Museu do Holocausto (inaugurado em fevereiro/2012). Depois de um rigoroso procedimento de segurança (é proibido entrar com bolsas e máquinas fotográficas) conhecemos a nossa guia, uma simpática judia responsável por toda a coleta de material referente aos testemunhos de sobreviventes do museu.

Sinagoga Beit Yaacov

O museu é um prato cheio para quem (assim como eu!!) adora história. Lá é possível ver testemunhos de sobreviventes que vieram para o Brasil e principalmente ao Paraná; contando as histórias de terror e do quanto libertador e assustador foi o fim daquilo tudo. 

Fotos de tragédias como a “Noite dos Cristais”, “Marchas da Morte” e dos terríveis campos de concentração e de extermínio pela Europa estão disponíveis. Objetos que remetem a discriminação horrível que os judeus sofriam como passaportes com a letra “J” em que eram obrigados a ter, a estrela amarela que eram obrigadas a costurar nas roupas, um capacete de um soldado nazista e até uma página do Torá queimada durante a Noite dos Cristais.

Folder do museu

O que achei muito legal no museu é que, mesmo tendo a companhia de uma guia, tudo por lá é muito interativo. Você pode escutar os próprios sobreviventes contando suas histórias.

Destaque para a parte onde são homenageados os JUSTOS, pessoas que não eram judias e, mesmo correndo riscos, ajudavam os judeus a se esconder ou a fugir, inclusive uma brasileira Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, esposa do escritor Guimarães Rosa que trabalhava na Alemanha na época da guerra e emitia vistos clandestinos que ajudavam os judeus a fugir para o Brasil.

As visitas são gratuitas e os horários de funcionamento são bem restritos, mas ATENÇÃO as visitas guiadas, ou não, devem, obrigatoriamente, ser agendadas pelo site do Museu (www.museudoholocausto.org.br).

Mais sobre Curitiba:

Jardim Botânico

Universidade Livre do Meio Ambiente

Museu Oscar Niemeyer

Parque Tingui e o Memorial Ucraniano

• Museu do Holocausto

Festival de Teatro de Curitiba

Tapetes de Corpus Christi

Restaurante Madero

Formas de visitar Morretes

Hoje a cidade que adotei para ser a minha cidade do coração faz 317 anos.

Curitiba para mim é uma das melhores cidades para morar… com muita opção de laser, perto de praias, com um clima gostoso e muitas árvores em volta… ou seja, uma cidade realmente bonita!!!!

E apesar de não ter nascido aqui, me encaixei muito bem e hoje não consigo me ver morando em outro lugar, pelo menos não por enquanto.

Lógico que está longe de ser perfeita, afinal a cidade está crescendo e com ela vem um monte de problemas. O trânsito está ficando terrível, a violência vem aumentando e etc… mas mesmo assim uma das melhores que já morei… com certeza!!!!

Para comemorar essa data queria escrever algo sobre a cidade… algo que eu gosto de fazer por aqui. Já pensei em uma série de posts sobre turismo aqui na cidade… mas sempre acabo deixando para depois.. afinal para mim é muito mais gostoso escrever sobre outros países e cidades… mas acho que até o meio do ano vou ter a desculpa perfeita para escrever… aguardem!!!!

Enfim… voltando ao propósito do post… um dos lugares que mais gosto é o Jardim Botânico, o cartão postal de Curitiba é realmente bonito!!! Ali o pessoal vai para passear, mas os curitibanos também aproveitam o espaço para correr, caminhar enfim de exercitar… 

Como o Jardim fica num ponto mais alto do bairro, tem uma vista linda da cidade que é ainda mais valorizada no final da tarde… aproveitar o por do sol lá deitado na grama descansando de um dia de passeios pela cidade é uma boa pedida… e nada mais romântico também.

Chegue um pouco mais cedo para conhecer o parque de dia… passeie pelos jardins e pelo famoso Palácio de Cristal conhecendo a arquitetura do jardim. Depois dê um passeio ao redor dele… alguns dias tem exposições de orquídeas ou outras flores…

Tire muitas fotos e depois descanse em algum ponto mais alto em um dos bancos ou mesmo no gramado… e aproveite o por do sol com vista para a cidade e na saída observe o Palácio de Cristal todo iluminado.

E depois me diz se essa cidade é ou não é linda!!!!

 

Portal de entrada

Uma viagem rápida a partir de Curitiba é percorrer a Serra da Graciosa. Esse trajeto você pode fazer de duas maneiras: pelo trem que liga Curitiba – Morretes ou Curitiba – Paranaguá ou então de carro pela Estrada da Graciosa.

De carro são mais ou menos 30km de serra… entrando na Mata Atlântica no seu trecho mais bem preservado inclusive sendo considerado pela UNESCO, Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.

Atravessando trechos de Mata, com bicas de água potável e vários rios e riachos que nascem na Serra do Mar, visuais deslumbrantes (a dica é parar já no primeiro mirante logo na entrada da estrada), e grande infraestrutura com churrasqueiras onde nos finais de semana basta chegar (CEDO) e se instalar em uma das várias que lá existem; barracas que vendem produtos regionais como a famosa Bala de Banana e Pimentas; e chacáras que fazem o boiacross (esporte onde você senta em uma boia e vai descendo o rio principal da região – Rio Nhundiaquara – com sua correnteza) .

Essa estrada foi uma ligação pioneira e muito importante para o estado, pois ligava as cidades do Paraná as cidades litorâneas e o Porto de Paranaguá, permitindo a saída da produção agricola. Durante muito tempo foi a única estrada pavimentada no estado.

Despois de descê-la e contemplar visuais maravilhosos vale a pena esticar até a cidade de Morretes e comer o famoso Barreado. Prato típico do estado e muito gostoso. Compõe de Carne desfiada e cozida em panela de barro por não sei quantas milhares de horas e servida com arroz e farinha de mandioca.

3 restaurantes me chamaram atenção (pena que pude experimentar nenhum dos três pois cheguei muito tarde – fecham as 14:30):

Restaurante Ponte Velha

– Restaurante Madalozo – o restaurante mais conhecido e indicado por lá

Restaurante Villa Morretes – o ambiente é super descolado, na beira do rio e com um jardim super convidativo a um descanso depois do passeio e de comer um barreado. Com mesinhas no jardim e a beira do rio, inclusive com redes para descanso.

Ponte de Ferro no final da estrada

 

UPDATE:  Fomos novamente para Morretes e não é que descobrimos mais um restaurante bacana?

Esse vale muito a pena, tem um caldinho de barreado de-li-ci-o-so!!!!! Só por causa do caldinho já vale o almoço todo. O restaurante é o Armazem Romanus. O legal dele é que, pelo fato de ele não estar na beira do rio não é tãoooo cheio e na parte externa tem um jardim delicioso para sentar e apreciar o delicioso caldinho + barreado.

O delicioso caldinho do Armazem

Além disso finalmente paramos no primeiro mirante que comentei acima. Sempre passava reto achando que teriam outros mirantes, porém não existem… O que existe são outras paradas, onde é possível usar o banheiro, comprar uma água ou água de coco e comer balinhas de banana. Porém nenhum outro tem a vista deslumbrante que o primeiro mirante, após o portal, tem. E queria muito dividir com vocês essa vista de tirar o fôlego.

Dá para ver o litoral ao fundo e a Mata Atlântica.

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