Mendoza tem cerca de 1.200 bodegas instaladas, com mais ou menos 70 abertas a visitação. Escolher qual visitar é realmente um trabalho duro. Tem desde as bodegas super modernas com tanques e mais tanques em aço inox e instalações futurísticas, até bodegas familiares, bem pequeninas que terceirizam todo processo de engarrafamento de seus vinhos.

Uma das desgustações

O legal é visitar tanto as grandes quanto as pequenas e sentir as diferenças. Quanto menor e menos famosa a bodega, mais personalizada será a sua visita e degustação.

La Azul – vinícola familiar bem pequena

Além disso, a grande Mendoza é dividida em três regiões produtoras de vinhos:  Lujan de Cuyo (945 m acima do mar), Maipu (790 m) e Valle de Uco (a mais alta de todas com 1.200 m acima do mar). A paisagem muda drasticamente de uma para outra, sendo que a imperdível mesmo é o Valle de Uco (apesar de ser mais longe do centro), uma região com paisagens e vistas incríveis dos Andes e o vulcão Tupungato e a menos interessante (na minha opinião) é Maipu.

Vulcão Tupungato e os pomares no Valle de Uco

A mais conhecida e procurada é a região de Lujan de Cuyo, que tem as bodegas mais famosas da cidade. Porém, é muito interessante visitar bodegas das outras regiões por que, além de ter vistas lindas, conhecerá as diferenças entre os vinhos e uvas que são produzidos em cada uma delas. 

Lujan de Cuyo

Todas as bodegas possuem uma degustação no final da visita que pode ser paga a parte ou não, dependendo se a visita é cobrada ou não, ou se você adquirir algum produto na lojinha. 

Algumas possuem, ainda, um menu de degustação em que você pode escolher quais os vinhos irá experimentar. Mas o impossível mesmo é sair de lá e não estar carregado de vinhos. Cada vinícola que você visita, acaba levando 2 a 3 vinhos. 

Valle de Uco e seus vinhedos

Em viagens eu sempre carrego os vinhos que compramos dentro das malas de roupas mesmo, protejo bem cada garrafa uma da outra e despacho. Felizmente nunca tive problemas de quebras. Porém, dessa vez a quantidade de vinho foi tão grande que ficou impossível proteger bem as garrafas, então nosso remis Ariel sugeriu as caixas específicas para carregar vinhos. E foi uma ótima opção!

As grandes vinícolas tem sempre essas caixas para vender, podem ser individuais, de madeira, para 6 ou 12 vinhos protegidas por isopor; porém, o valor por lá é sempre mais caro. Foi então que o Ariel nos levou até uma loja (Wine Tours) no centro da cidade e pagamos cerca de ARS 90,00.

Como chegou a nossa caixa cheia de vinhos

Como compramos cerca de 9 garrafas, coloquei 3 nas malas e comprei a caixa para 6 e foi ótimo!! Os vinhos chegaram em perfeitas condições.

Para escolher as bodegas que mais lhe interessa é bem importante pesquisar bastante. Procurei em diversos relatos em blogs e no ótimo Guia Vines of Argentina (também tem opções de restaurantes e hoteis tanto no centro quanto rural) esse retirado do site do Riq Freire. Além das 5 folhas que o Ariel nos passou descrevendo cada uma das bodegas.

Vinícola Andeluna

Aos poucos vou descrevendo por região tanto as bodegas quanto os almoços que tivemos por lá; mas já adianto que foram todas visitas ótimas, sem falar nos almoços harmonizados que são super requisitados por lá (confesso que achei as harmonizações um exagero e acabamos fazendo só uma mesmo).

Harmonização na Chandon

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A minha Mendoza

Contratando Remis

Escolhendo as bodegas

Bodegas de Lujan de Cuyo

• Bodegas de Vale de Uco

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