Muitos vinhedos e os Andes de fundo

Como eu gostei de Mendoza. Lugar lindo!

A cidade é linda com seus parques e praças e bem arborizada e além disso, por todos os lados que se vira, vinhedos e mais vinhedos. De plano de fundo? A Cordilheira dos Andes! Para deixar mais mágico? Fui no inverno e a cordilheira estava toda nevada. A única desvantagem de ir no inverno, foi não ver os vinhedos verdinhos cheio de cachos de uvas.

Plaza da Spaña

Lindo é pouco. Mágico é redundante. Romântico é óbvio!

O turismo em Mendoza tem aumentado significantemente nos últimos anos. Isso graças aos ótimos vinhos que estão sendo produzidos por lá. Aliás a produção de vinho é um dos grandes pilares da economia da cidade. 

Mais vistas espetaculares (no Vale de Uco)

A região de Mendoza é dividida em 3 áreas produtoras: Lujan de Cuyo, Vale de Uco e Maipu e possui ao todo mais 1.000 bodegas em toda a cidade e cerca de 70 abertas a visitação. Por isso não deixe de visitar algumas delas, pelo menos umas 2 ou 3 por dia. E procure visitar não só as grandes e maiores bodegas mas também aquelas familiares que te deixa provar o vinho direto da barrica de carvalho. A experiência é incrível.

Depois da terceira degustação, acredite tudo o que você vai querer fazer, vai ser voltar para o hotel e descansar. Por isso procure uma hospedagem charmosa com uma vista magnifica para os Andes e de quebra no meio dos vinhedos. Onde a palavra relaxar resume tudo.

Uma das várias degustações que fizemos

Por isso, para mim, a melhor hospedagem por lá é em um hotel rural. Por lá existem vários, nós seguimos a indicação da Anna do Nós no mundo e nos hospedamos no Hotel Aguamiel. Melhor escolha, impossível. 

A “feia” vista do hotel

O hotel é charmosíssimo, com cabanas privativas viradas para os Andes, com funcionários super atenciosos e prestativos, com um restaurante de comida maravilhosa. O lugar é rodeado por vinhedos, jardins de lavandas (momento, suspiros!! ai ai), e cerejeiras.

O jardim do hotel Aguamiel

A única desvantagem é realmente o fato dos taxistas não conhecerem direito a localidade do hotel.

O Aguamiel se localiza cerca de 30 minutos do centro da cidade. Mas como os principais passeios não ficam perto do centro da cidade, isso não fazia muita diferença. No jantar, pegávamos um taxi que o hotel indicava e ligávamos para o mesmo ir nos buscar a hora que queríamos. Os taxis comuns não são muito confiáveis e, vá por mim, esses taxis com preços pré combinados são mais justos, confortáveis e confiáveis do que os taxímetros dos taxis normais.

Se quiser, é possível alugar um carro também. Não aluguei por que achamos melhor contratar um Remis (um motorista só para a gente que nos levava para onde queríamos por um preço pré combinado, contarei mais adiante) por que o maridão queria mesmo era beber vinho e aproveitar todos os tours e degustações que tínhamos pela frente, sem se preocupar com a volta para o hotel.

Mas conversamos com algumas pessoas que alugaram carro e aparentemente o GPS funciona bem por lá e é possível achar todas as bodegas com facilidade. Só cuidado pois tinha muito policial na rua enquanto estávamos por lá.

Isso sem falar no passeio pela Ruta 7, do Alto da Montanha. Ai… o Aconcágua, a neve, estação de esqui. Ai ai

No Ruta 7, no meio dos Andes

Enfim, para mim foi uma viagem perfeita. 

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• A minha Mendoza

 Contratando Remis

• Escolhendo as bodegas

Bodegas de Lujan de Cuyo

• Bodegas de Vale de Uco

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