Ribeirão Preto, no interior de São Paulo (cerca de 300 km da capital,) foi durante muito tempo a grande cidade do centro da era do café no Brasil. Nessa época atingiu seu auge… porém foi uma das poucas cidades importantes que não perdeu sua importância após a queda do café. Muito pelo contrário conseguiu transformar-se em uma das mais importantes cidades comerciais da região e com um turismo de negócios muito forte.

Por isso muito de seus prédios históricos ainda estão de pé e vale muito um passeio pelo centro, principalmente na praça XV de Novembro onde fica o importante e um dos prédios mais antigos: Teatro Pedro II.

Esse teatro, da época do café,  é o terceiro maior teatro de ópera do Brasil. Ainda tem apresentações e apesar do incêndio dos anos 80, o prédio está em belíssimo estado e vale a pena ir conhecê-lo.

Ao seu lado fica a matriz, da famosa em todo o Brasil, Choperia Pinguim. O prédio também está em perfeito estado e é lindo de ver todos os detalhes do prédio. Mas o que chama atenção mesmo é o chopp (há boatos de que antes existia um “choppeduto” entre a choperia e cervejaria antarctica, devido a alta demanda).


Um chopp que segundo meu ilustríssimo marido merece destaque. Perfeitamente tirado, inclusive quando trocam o gelo da chopeira, o serviço de chopp é parado para garantir a qualidade do chopp tirado. Além disso o colarinho é praticamente obrigatório (apesar de venderem sem, não recomendam e não gostam de servir), dizem que é preciso ter um colarinho para o chopp ter qualidade.


Enfim com certeza vale a pena aproveitar o happy hour para conhecer o prédio e o famoso chopp… além de comer um dos quitutes que também são uma delícia. Destaque para a costelinha de porco e o Presunto de parma… hummm… alguém com fome por aí?


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